VIDAS

A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS. A VIDA ETERNA, DE RENÚNCIAS!

domingo, 19 de junho de 2011

Gratidão: O Indicador da Maturidade Espiritual

Freqüentemente, deixamos de reconhecer e de agradecer a Deus pelas muitas bênçãos e só sentimos a falta quando elas cessam!

Se você conhece a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal, o texto de Efésios 1:3 deve ser de particular importância:

"Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo."

Observe que esse verso diz que Deus nos tem abençoado. Essa forma verbal indical que a ação iniciou no passado. Aqueles que são seus filhos - que nasceram na sua Família por meio do novo nascimento em Cristo - recebem e retêm essas bênçãos desde o exato momento em que aceitaram a Cristo. Observe também que recebemos toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais! Você crê na Palavra de Deus? Crê que ela é infalível e sem erros? Se crê, então não deverá ter dificuldades em aceitar o fato que cada um de nós tem sido abençoado - e continua a ser abençoado - com o que de melhor o céu tem a nos oferecer.
Não somente somos todos os receptores das bênçãos espirituais além da nossa capacidade de total compreensão, mas todos compartilhamos as muitas bênçãos temporais também - tais como o sol, a chuva, e o encanto com a beleza natural do planeta. A maioria de nós é cidadão em países relativamente livres, onde podemos viver nossas vidas (pelo menos por enquanto) com pouca interferência do governo e prosperar em proporção direta aos nossos esforços, criatividade e capacidade. Os avanços tecnológicos dos últimos anos facilitaram muito a vida e parece que até o aspecto de ganhar a vida com o suor do rosto foi grandemente reduzido para as massas. Claramente, cada um de nós teria que admitir que quando olhamos para nossas vidas e começamos a contar as bênçãos de todos os dias, verificamos que o número é muito grande - na verdade, elas são tantas que acabamos assumindo que são coisas normais da vida. 
Agradeço a Deus porque ele recentemente me permitiu passar por um marco na minha vida. Nasci há pouco mais de sessenta anos atrás em um mundo diferente - um mundo que lutava para libertar-se dos dez anos de depressão econômica e que estava na iminência de entrar na Segunda Guerra Mundial. Meus pais eram típicas pessoas nascidas em uma fazenda daqueles tempos e estavam bem acostumados com o trabalho duro e pesado. Lembro que na minha infância, minha mãe dizia que na sua adolescência ela trabalhava tanto na colheita do algodão que desejava a morte no fim do dia. Regar a plantação nos dias quentes e cortar o algodão era um encargo para todos os membros da família. A sobrevivência dependia disso, pois a receita obtida com a venda do algodão manteria a família nos meses de inverno. As roupas das crianças eram feitas com pano de saco, que minha mãe e a mãe dela faziam à mão no "tempo livre". Todos os dias elas se levantavam bem cedo, acendiam o fogo no fogão à lenha e preparavam o café da manhã. (Somente quem já precisou trocar de roupa em uma casa onde não há aquecimento durante os dias de inverno é que pode entender a utilidade do aquecimento central e do ar condicionado!)
Depois que todos estavam alimentados e iam à escola, o almoço precisava ser preparado (as sobras eram cobertas e deixadas na mesa para o jantar, pois não havia refrigeração). O dinheiro era curto e a maior parte do que eles consumiam era produzido na própria fazenda - o que significa que quando era a época de colheita de algum legume, as mulheres tinham de colher, cozinhar e preparar conservas ou enlatados. Lavar roupa também era uma dificuldade - uma grande bacia de ferro era colocada no quintal, enchida com água tirada do poço e depois acendia-se uma fogueira embaixo para aquecer a água. As roupas eram então mergulhadas naquela água, ensaboadas e esfregadas para remover as manchas. Em seguida, elas eram retiradas, esfregadas e enxaguadas em um tanque. Finalmente, eram colocadas em um varal para secar. Ainda tenho na lembrança a imagem das mãos vermelhas de minha mãe e da minha avó, após lavarem tanta roupa naquelas manhãs de inverno. Enquanto as mulheres estavam ocupadas com essas atividades domésticas do dia a dia, os homens trabalhavam nos campos, rachando lenha, alimentando os animais, consertando os equipamentos e fazendo uma infinidade de outros serviços. 
Algumas pessoas chamam aquela época de "velhos e bons tempos", mas honestamente creio que aquela bondade relativa era produzida pela severidade experimentada! Quase todos passavam por dificuldades financeiras e a manutenção do básico da vida requeria trabalho constantemente. Essa experiência comum produziu dentro de grande parte da sociedade um senso de empatia de uns para com os outros. A polidez e a gentileza eram muito mais comuns do que agora e os direitos da outra pessoa eram grandemente respeitados. E, falando de respeito, as mulheres naqueles tempos eram consideradas damas (fossem ou não fossem). Os homens moderavam seu vocabulário quando haviam mulheres por perto e procuravam ser cavalheiros, levantando ligeiramente o chapéu como um gesto de respeito ao encontrá-las na rua, abrindo as portas e cedendo seus lugares para que elas sentassem. Hoje, essas atitudes de cortesia são consideradas anacrônicas e algumas mulheres até se sentem ofendidas se um saudosista, como eu, esquecer que os tempos são outros e se atrever a abrir a porta para elas. Perdoe-me, pensei que você fosse uma dama!
Condescendência Esta é uma palavra que seguramente será de difícil compreensão para os jovens de hoje! Afinal, praticamente nem conhecemos nossos vizinhos e não temos tempo para nos incomodar com eles! Estamos muito atarefados correndo atrás das nossas ambições de ter dois carros (ou mais) na garagem e uma antena de TV que capte sinais de satélite no quintal! Se entrarem ladrões na casa do vizinho e fizerem uma limpeza lá - é problema deles. Acredite se quiser, houve um tempo - não tão longe assim - quando as pessoas respeitavam e davam valor aos seus vizinhos e faziam qualquer sacrifício para ajudá-los em casos de necessidade. Hoje, ninguém está muito preocupado com os outros - estejam eles bem ou mal! Ser mesquinho hoje é uma virtude e ai do idiota que tentar me ultrapassar na estrada! Amados, nossa sociedade está podre e, como resultado, poucas pessoas agora param para considerar o quanto Deus tem nos abençoado como nação. As maravilhas tecnológicas que facilitam o trabalho permitiram que tenhamos o tempo livre que nossos pais nunca sonharam! Entretanto, em vez de aproveitá-lo, redobramos nossos esforços trabalhando em horas extraordinárias para ganharmos mais e podermos gastar mais! Uma pessoa famosa, cujo nome não me lembro, disse: "Não há esperança para o homem que já está satisfeito". Isso bem poderia ser o lema nacional dos EUA hoje. Estamos correndo de um lado para outro, parecendo formigas que tiveram seu formigueiro destruído, muitos privando-se do sono e outros voando no "piloto-automático" - tentando decidir o que vão comprar em seguida. Poucos parecem satisfeitos com o que já têm e estão literalmente enlouquecendo tentando adquirir tudo. Você vê algo errado nesse quadro? Um estudo atento da história revela que estamos no caminho para a destruição. Todas as grandes civilizações humanas nos últimos 6.000 anos cometeram os mesmos erros fatais, até que Deus interveio para destruí-las. Falando em história, alguma vez já ouviu falar nos "ruidosos anos 20?" Os anos de 1920-1929 foram caracterizados pelo apetite insaciável por diversões e frivolidades. A Primeira Guerra Mundial tinha terminado e as pessoas queriam celebrar. A proibição à venda de bebidas alcoólicas atrapalhou um pouco as comemorações, mas mesmo assim o país caiu na festa. A economia estava robusta como nunca e tudo parecia tranquilo e promissor. Os analistas financeiros estavam convencidos que o mar estava calmo no horizonte e não poupavam palavras para garantir isso. No entanto, em 29 de outubro de 1929 ocorreu a quebra da Bolsa de Valores. Muitas fortunas desapareceram em questões de horas e muitos analistas financeiros e investidores falidos suicidaram-se saltando do alto dos edifícios de Nova York, temendo enfrentar a realidade. O país mergulhou imediatamente em uma prolongada depressão e o divertimento e a frivolidade dos anos anteriores foram rapidamente esquecidos. Alguns antigos corretores prósperos do mercado financeiro eram vistos vendendo frutas nas esquinas, tentando sobreviver. A euforia dos anos 20 acabou nas duras realidades dos anos 30, que a sociedade teve de enfrentar. Felizmente, naquela época, uma grande porcentagem (talvez a maioria) da população ainda vivia no campo ou em pequenas cidades cuja economia girava em torno da agricultura e da pecuária, de modo que o suprimento de alimentos nunca esteve em risco. Muitas pessoas foram forçadas a procurar seus parentes na zona rural para conseguir comida, mas a vida prosseguiu até que aquelas dificuldades foram superadas. É também interessante observar que durante aquela época houve uma ressurgência da "religião" e as igrejas experimentaram um grande crescimento. Deus tem formas de chamar a atenção do homem.
Hoje, porém, qual é a situação? O mercado acionário nunca esteve melhor e os investidores ganham fortunas diariamente. Os analistas estão otimistas e a mentalidade coletiva é: "Comamos, bebamos e alegremos-nos. Não há nada que possa nos incomodar" Enquanto isso, a sombra pavorosa de um sistema de produção de alimentos altamente centralizado está no segundo plano do quadro atual. Muita da comida necessária é distribuída pelo sistema JIT - "Just in Time", por frotas enormes de caminhões, aviões, e outros veículos. Os primos que vivem nas fazendas agora são poucos e estão em uma situação financeira pior do que a nossa. Quando examinamos nossa situação, vemos que em determinado momento passamos a depender excessivamente da tecnologia. Quase todas as atividades em nossas vidas podem ser realizadas apertando-se botões. Muitas pessoas são escravas das bugigangas eletrônicas. Antigamente, quando um rapaz saía pela primeira vez com uma moça, ele perguntava, "Você sabe cozinhar?". Hoje ele pergunta: "Sabe descongelar?"   
Alguma vez você já expressou sua gratidão a Deus por viver em uma época maravilhosa como esta? Tem uma remota consciência que a facilidade relativa do seu estilo de vida é superior a que muitos reis tiveram no passado? Já expressei este sentimento antes, em outro artigo, mas irrita-me ouvir o termo "pessoas pobres" ser usado para descrever aqueles em nossa sociedade que são "menos afortunados". Com algumas exceções, as "pessoas pobres" do nosso país são consideradas ricas pela maioria daqueles que vivem em países do terceiro mundo. Sei que um número crescente de pessoas está perdendo seu emprego e começando a enfrentar dificuldades, mas vamos ser francos, enquanto tiverem roupas, um teto e comida na barriga - estão em situação muito melhor do que milhões que vivem em outros países. Quantas pessoas neste país são consideradas pobres, mas têm um aparelho de televisão, um carro velho, fumam cigarros e nunca deixam de fazer suas três refeições diariamente? Pense nisto! Lembro da série de televisão "Os Waltons", que mostrava uma família crescendo durante a depressão dos anos 30 - e quantas dificuldades eles enfrentavam! No entanto, sempre observei que eles possuiam um caminhão velho, uma geladeira na cozinha, uma serraria elétrica, etc! Acredite-me, qualquer pessoa que naquele tempo tivesse todas essas facilidades estava "bem de vida".   
Ficamos tão acostumados com o conforto que perdemos todo o senso de proporção. As pequenas inconveniências tornam-se grandes obstáculos quando a pessoa está mal-acostumada. Paulo, escrevendo para "seu filho na fé", Timóteo, deu-lhe alguns conselhos, instruindo-o a que transmitisse a outros: "Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento, que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir." [2 Timóteo 6:17-18]
Você já imaginou o que aconteceria se você tivesse que viver como nos anos 20 ou 30, ou até mesmo antes? Sua existência provavelmente dependeria de trabalho árduo diariamente. Sugiro que você separe um certo tempo para contemplar essa questão, pois não é algo que não possa voltar a acontecer! Por muitos anos os pregadores estão tentando advertir que o julgamento de Deus está próximo, mas a maior parte das pessoas não quer ouvir, continua divertindo-se, sem considerar a possibidade. Os sinais de advertência estão em toda a parte: a criminalidade e a violência estão crescendo, a feitiçaria agora é reconhecida como uma religião legítima, os governos estão atolados em corrupção, o assassinato dos inocentes no útero materno praticamente entrou na moda e a intolerância ao cristianismo está ficando mais explícita - somente para mencionar alguns sinais sociais.     
Em algum ponto no futuro, essa casa de cartas vai desmoronar e, quando isso acontecer, grande será a ruína. Eu ainda acredito que Deus poupará os cristãos genuínos da maior parte, se não de todo o desastre, por meio do arrebatamento da igreja, mas e se estiver enganado? Por outro lado, e se estiver certo e você ficar para trás? Em ambos os casos, alguns de vocês que estão lendo isto provavelmente ficarão face a face com a terrível realidade de lutar apenas para sobreviver. Devido à possibilidade real de isso acontecer brevemente, peço que você pare e analise seu relacionamento com Deus. Você conhece a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal? Tem certeza de que quando morrer estará com ele para sempre? Se ainda não tem, exorto-o a confiar nele hoje e a buscar sua misericórdia e graça, obtendo o perdão para seus pecados e a salvação da sua alma.
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Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o Fim dos Tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente, e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente.

Autor deste artigo: Pr. Ron Riffe

DEVOCIONAL

O trigo é esmiuçado. (Is 28.28.)

Muitos de nós não podem servir de alimento para saciar a fome do mundo, porque precisam ser ainda partidos nas mãos de Cristo. "O trigo é esmiuçado." A bênção de Cristo muitas vezes significa sofrimento, mas mesmo o sofrimento não é preço alto demais a se pagar pelo privilégio de trazer bênção a outras vidas. O que há de mais precioso no mundo hoje veio-nos através de lágrimas e dor. — J.R.Miller
Deus me tornou em pão para os Seus eleitos, e se for necessário que o pão seja moído nos dentes do leão para alimentar os Seus filhos, bendito seja o nome do Senhor. — Inácio
"Para que possamos nos dar inteiramente, é preciso que sejamos consumidos. Nós cessamos de ser bênção, quando cessamos de sangrar."
"A pobreza, a necessidade e a desventura têm levado muitas vidas a atos de heroísmo moral e grandeza espiritual. A dificuldade lança um desafio à energia e perseverança. Ela apela para as mais fortes qualidades da alma. Nos relógios antigos, eram os pesos que os conservavam funcionando. Muitos pés-de-vento têm sido utilizados para levar embarcações ao porto. Deus envia as dificuldades, como um incentivo à fé e à ação.
"Os mais ilustres homens da Bíblia foram esmiuçados, trilhados, moídos e transformados em pão para o faminto. Abraão é conhecido pelo título de 'pai dos crentes'. Isto porque ele obteve o primeiro lugar na escola da aflição e da obediência.
"Jacó sofreu severas moeduras. José foi trilhado e padejado, e teve que suportar a cozinha de Potifar e a prisão do Egito antes de ir para o trono.
"Davi, caçado pelos montes como uma perdiz, cansado e alquebrado, com os pés feridos, foi triturado e transformado em pão para um reino. Paulo nunca, poderia ter sido pão para a casa de César se não tivesse passado pela moedura, açoites e apedrejamento. Ele foi moído até tornar-se em farinha da mais refinada qualidade para a família real." 
"Tal combate, tal vitória. Se Deus tem determinado para nós grandes aflições, estejamos certos de que no Seu coração Ele nos tem reservado um lugar muito especial. O crente grandemente atribulado é uma pessoa eleita."

"Mananciais no Deserto" de Lettie Cowman
Livro publicado pela Editora Betânia.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Portanto tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados, e fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja se não desvie inteiramente, antes seja sarado. (Hb 12.12,13.)

Esta é uma palavra de encorajamento que Deus nos dirige, a fim de levantarmos as mãos da fé e firmarmos os nossos joelhos na oração. Muitas vezes a nossa fé se cansa, esmorece, afrouxa, e a oração perde a força e a eficácia.
A figura aqui usada é muito interessante. A idéia parece sugerir que ficamos desanimados e tão temerosos que um pequeno obstáculo nos deprime e assusta, de modo que somos tentados a contorná-lo, deixando de enfrentá-lo e escolhendo o caminho mais fácil.
Às vezes trata-se de uma perturbação física, que Deus está pronto a curar, mas a oração da fé exigiria desgaste de energias e talvez seja bem mais fácil buscar o auxílio humano, ou contornar o assunto de alguma outra forma.
Há várias maneiras de contornar as situações difíceis em vez de atravessá-las de frente. Quantas vezes deparamos com um obstáculo que nos amedronta, e procuramos fugir da questão com a desculpa:
"Não estou preparado para isto agora." É uma renúncia que devemos fazer ou a submissão que é exigida de nós; talvez seja alguma Jericó que precisa ser tomada, ou uma alma por cuja salvação não temos coragem de lutar em oração até alcançar a vitória ou pode ser também uma oração que não obtém resposta imediata.
Deus diz: "Levantai as mãos cansadas". Marchemos sobre as águas, e elas se dividirão — o mar Vermelho se abrirá, o Jordão se partirá em dois, e o Senhor nos fará atravessar em vitória. — A. B. Simpson
Procuremos prestar ao desânimo a mínima atenção possível. É preciso que singremos as águas como faz o navio: na tormenta ou na calma, sob chuva ou sol. O alvo é transportar a carga e alcançar o porto. — Maltbie D. Babcock

"Mananciais no Deserto" de Lettie Cowman
Livro publicado pela Editora Betânia.
Veio uma voz de cima do firmamento, que estava sobre as suas cabeças. Parando eles, abaixaram as asas. (Ez 1.25.)

O que é este abaixar de asas? Muitas vezes as pessoas dizem: "Como é que se ouve a voz do Senhor?" Aqui está o segredo. Eles paravam e abaixavam as asas.
Todos nós já vimos um passarinho adejando as asas; embora parado, suas asas continuam bulindo. Mas aqui lemos que aqueles seres pararam e abaixaram as asas.
Algumas vezes, quando nos ajoelhamos diante de Deus, temos a sensação de um adejar em nosso espírito. Não ficamos realmente quietos na Sua presença.
Uma pessoa amiga falou-me, há alguns dias, de um assunto sobre o qual tinha orado. "Mas", disse ela, "não esperei até a resposta chegar."
Ela não soube conservar-se quieta para ouvi-lO falar, mas desistiu de esperar e tomou suas próprias providências. O resultado foi desastroso e ela depois teve de voltar atrás.
Ah, quanta energia desperdiçada! Quanto tempo perdido por não deixarmos de agitar o nosso espírito e não permanecermos bem quietos diante dEle! Oh, a calma, o descanso, a paz que nos vêm quando esperamos na Sua presença até ouvirmos a Sua resposta.
Então, ah, então podemos sair imediatamente, sem nenhuma hesitação, e seguir avante na direção que o Espírito nos indicar.

"Mananciais no Deserto" de Lettie Cowman
Livro publicado pela Editora Betânia.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

PATRIARCAS, PROFETAS, HOMENS DE DEUS E A CIÊNCIA DO SENHOR...

Ouvi de um pregador há alguns dias que o SENHOR era o inventor do Out-Door... Consubstanciou o pregador em Habacuque 2:2 - “Então,o Senhor me respondeu e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa...”. 
A visão (publicidade, aviso, campanha política, etc...) escrita em tábuas... placas, night inns, out-doors. tabuletas, etc...) Para que o possa ler (ao alcance da visão de todos, grandes, legíveis...) O que correndo passa (o pedestre apressado, o motoqueiro, o carro, a ambulância, a viatura, o ônibus, o trem, o metrô, etc).
Sem dúvida o marketing perfeito, na acepção da palavra. (sem querer fazer trocadilho, mesmo porque com Deus não há acepção e nEle tudo é perfeito).
E o que dizer de MOISÉS com o controle remoto nas mãos, segundo as ordens do SENHOR que disse:
E tu, levanta a tua vara (controle), e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco. Êxodo – 14:16.
Pegou o instrumento nas mãos (a vara, o controle remoto), apontou para o canal (que na verdade era um mar) e a “novela mais para drama do que tudo”, num próximo instante tinha se tornado num filme, longa metragem que terminava com um final feliz.
E ainda o próprio MOISÉS, que após 40 anos de faculdade de Ciências no Egito, quarenta anos de faculdade de veterinária, agronomia, Evangelismo, Mestrado em Administração Eclesiástica e tudo o mais, no deserto, estudando o idioma cabrês e ovelhês, se preparando para mais quarenta anos conduzindo as ovelhas do SENHOR e pastoreando-as pelos desertos afora, ainda conseguiu tempo para fazer uma faculdade de Engenharia e das melhores, pois eu já vi serem feitos muros de papelão, gesso, madeirite, tijolo, bloco, pedra, etc, mas ainda não vi ninguém fazer muros de água e ainda assim de dois lados.
Mas os filhos de Israel foram pelo meio do mar em seco: e as águas foram-lhes como muro à sua mão direita e a sua esquerda. Êxodo-14:31
Conforme o dito e escrito anteriormente já se tentou e se fez muros de diversos materiais, mas de água não tenho conhecimento isto só pode ser coisa Daquele que diz-se: ”mediu as águas na concha de sua mão...”
Ainda no mesmo assunto água temos também o discípulo de MOISÉS, o jovem JOSUÉ que por ter passado algum tempo, aperfeiçoou o invento se seu mentor (segundo a vontade do Grande Arquiteto do Universo [que não é o dos maçons], o Grande Inventor, o Grande TUDO.
Sim, pois JOSUÉ passou do controle remoto para a célula fotoelétrica ou sensor, conforme se vê:
E, quando os que levavam a arca (presença do SENHOR) chegaram até o Jordão, e os pés dos sacerdotes que levavam a arca se molharam na borda das águas...15 JOSUÉ 3
pararam-se as águas que vinham de cima, levantaram-se num montão... 16 JOSUÉ 3
porém os sacerdotes que levavam a arca do concerto do SENHOR pararam firmes em seco no meio do Jordão: e todo o Israel passou em seco, até que todo o povo acabou de passar o Jordão......17 JOSUÉ 3
E aconteceu que, como os sacerdotes que levavam a arca do concerto do SENHOR subiram do meio do Jordão, e as plantas dos pés dos sacerdotes se puseram em seco, as águas do Jordão se tornaram ao seu lugar e corriam, como antes, sobre todas as suas ribanceiras. 18 JOSUÉ 4
À proximidade (veja que este “a” é craseado, isto significa que é repetido “a,a”) dos sacerdotes, tal qual quando nós nos aproximamos das portas de lojas e supermercados, etc, as águas do rio Jordão se abriram para que o povo passasse e só tornaram,ou se “fecharam” se assim podemos dizer após o povo ter passado,se isto for diferente do exemplo que aqui deixei eu não sei mais o que é................
Não podemos deixar de nos referir ainda, aos fenômenos acontecidos no Vale de Aijalom e em Gibeão, quando o sol e lua “pararam” mas isto é outra história á qual ainda não temos comparação..........
O que se dizer de JACÓ quando por ocasião do nascimento dos filhotes dos rebanhos de LABÃO.
Então, tomou JACÓ varas verdes de álamo, e de aveleira, e de castanheiro e descascou nelas riscas brancas, descobrindo a brancura que nas varas havia.
E pôs estas varas, que tinha descascado, em frente do rebanho, nos canos e nas pias de água, aonde o rebanho vinha a beber, e conceberam vindo a beber.
E concebia o rebanho diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas. GENESIS-30: 37, 38, 39.
Este era o trato que LABÃO tinha com JACÓ:
E disse ele (Labão): Que te darei? Então disse JACÓ: Nada me darás: tornarei a apascentar e a guardar o teu rebanho se me fizeres isto:
Passarei hoje por todo o teu rebanho, separando dele todos os salpicados e malhados, e todos os morenos entre os cordeiros, e o que é malhado e salpicado entre as cabras: isto será meu salário.
E sucedia que, cada vez que concebiam as ovelhas fortes, punha JACÓ as varas diante dos olhos do rebanho nos canos para que concebessem diante das varas.
Mas quando enfraqueceu o rebanho não as pôs. Assim as fracas eram de Labão, e as fortes de JACÓ.
Existiria alguma outra conclusão para isto que não fosse a descoberta do código genético. O SENHOR já àquela altura tinha feito do até então pastor JACÓ um cientista futurista, dos mais completos.
Isto posto não iremos entrar no mérito das águas curativas do Jordão na vida de Naamã, do lodo que cura cegueira, do cuspe que cura surdez, do sal que “adoça” águas, do fogo que apaga água e de outras situações que são ciência pura.
Encerramos este nosso breve relato com um fato curioso, que aconteceu numa escola secular onde aquele professor de Geografia tentava impingir a qualquer preço, na cabecinha dos alunos, que o episódio de abertura do Mar Vermelho não passava de um fenômeno geológico onde na localização dos fatos ocorridos havia um adensamento de terras que deixavam as águas do mar muito baixas e que o seu volume tinha na sua maior altura no máximo quinze centímetros, ao que aquele aluno crente, o Joãozinho, contesta veementemente dizendo que estava na Bíblia que o mar havia se separado ao que o professor retrucava que não insistindo na sua teoria, como que querendo fazer descer goela abaixo do menino aquilo que dizia. Ao que Joãozinho como “homenzinho de Deus”, tardio para falar, calou-se repentinamente e só de vez em quando gritava um Glória a Deus e um Aleluia, o que foi irritando o professor que quis afinal saber o motivo daquela ovação ao que Joãozinho respondeu:
Sabe o que é professor? Eu estou dando Glória á Deus e Aleluia porque cheguei à conclusão que não existe menos nada que possa se comparar ao meu Deus. Ao que o professor indagou: Por quê?
Ele respondeu: Por que em um lugar que só tinha quinze centímetros de altura de água o meu Deus conseguiu afogar o exército de Faraó “inteirinho”.

Deus abençoe.

Prof. Pr. Roberto Camara


segunda-feira, 13 de junho de 2011

ADMINISTRADOR E MINISTRO (Somos Oikonomos)

Querido discípulo,

O tempo sobre sua vida pode e vai mudar para melhor. Aprenda sobre OIKONOMO e comece o tempo de elogios sobre sua vida. SOMOS OIKONOMOS (Mordomos). Leitura de Lucas 16.1 a 14.
Oikonomos são aqueles que “oikonomeam”.
OIKONOMEO é um verbo e foi utilizado apenas uma vez na Bíblia em Lucas 16.2 (administrador, mordomo).
OIKONOMOS que é o substantivo foi utilizado dez vezes na palavra: Lucas 12.42; 16.1, 3 e 8; Romanos 16.23; 1Coríntios 4.1, 2; Gálatas 4.2; Tito 1.7; 1Pedro 4.10. Traduzido de diversas formas: procurador, despenseiro, curadores e especialmente em Lucas traduzido como mordomo.

OIKONOMIA que também é um substantivo é encontrado por nove vezes na Bíblia traduzido por mordomia e dispensação.  
Em Lucas, Jesus em duas parábolas utilizou OIKONOMOS, Mordomos.
Nestes textos entende-se que Mordomia é conferida á alguém por uma outra pessoa em posição de alta autoridade.
Em Lucas 16 um homem rico conferiu mordomia a um empregado ou escravo.
O que recebeu a Mordomia tem certas obrigações a cumprir e poderia ser chamado a qualquer tempo para prestar contas ao seu superior.
Aquele que nomeou o mordomo tinha o direito de removê-lo e nomear outro quando quisesse.
No texto que lemos, Deus corresponde ao homem rico que estabelece a mordomia e nomeia os mordomos. Então é a Deus que os mordomos devem prestar contas e Deus termina a mordomia quando ele quiser. (Gálatas 4.2)
Temos grandes dificuldades com este princípio na Igreja, na vida profissional, entre pais e filhos e casais.
Tantas dificuldades em prestar contas, em entender as autoridades sobre nós, tantas formas de aniquilar as autoridades que se colocam sobre nós. Na Igreja, se algum cargo é retirado, alguma mordomia denunciada, ao invés de corrermos e acertarmos, muitos de nós saímos falando de lado, desistindo de tudo, dando “um tempo” para Igreja, para autoridade.
A mordomia dura um período de tempo. Isto é inevitável. O tempo está ligado à mordomia.
A referência de Scofield (tanto em inglês como espanhol) cita mordomia como: “Um período de tempo durante o qual Deus prova os homens com referência à sua obediência a uma revelação específica da Sua vontade”.
Você é o mordomo escolhido. Há uma unção de mordomia sobre sua vida.
Na história Deus sempre escolheu mordomos e você é o escolhido para cuidar da revelação de multiplicação de salvação, da mensagem do evangelho, da manutenção da santidade e princípios bíblicos.
Seu chamado nada mais é que uma mordomia. Mordomia parece um “status”, mas mordomo parece uma desqualificação.
Alguns querem ter mordomias, mas não querem ser mordomos.
É fácil aceitarmos as mordomias, mas difícil nos dispormos a sermos mordomos.
Quão melhor for seu tempo de mordomo, mais aprovado pelo que lhe designou você será.
Mesmo que você tenha errado, descuidado, ignorado as mordomias e as responsabilidades diante de Deus, saiba que sua mudança de atitude dá resultado imediato (“E elogiou o senhor o administrador infiel porque se houvera atiladamente,...” versículo 8)
A forma de mudarmos o tempo de dificuldades na mordomia, de conquistarmos, de sermos servos fieis está em sermos ATILADOS (aquele que tem ESMERO, PRIMOR, EXATIDÃO e PONTUALIDADE).
Nossa mordomia diante de Deus precisa de atenção, esforço e dedicação, não é algo natural (“... porque os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz” versículo 8).
Este tempo é de renovação, novos votos, funções, desafios. Como será seu ano de 2011?
Ou sua vida a partir de 2012? Como será sua igreja?

Deus lhe concede várias mordomias:
• Vida real – 1Pedro 2.9
• Vida de santidade – 1Pedro 2.9
• Cuidado e guardado em todo tempo por Deus – 1Pedro 2.9
• Abençoado na obediência Deuteronômio 23


E ainda para completar este nosso raciocínio, acrescentamos o versículo de Coríntios 4.1 - “Que os homens nos considerem ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.”
Como já dissemos o despenseiro é o mesmo oikonomos, incumbido de cuidar da “dispensa”, ou seja, das reservas necessárias à todos, fornecidas por Cristo, se é que assim podemos entender. Ainda no mesmo versículo, ministro é a tradução de huperetes que significa remador, aquele que ficava no porão, ou nos bastidores, sem querer “aparecer” e impedido quando na sua real função e era o responsável por, com suas remadas, levar o barco adiante. Ficava no anonimato, mas sua função era de suma importância, principalmente quando das batalhas. Tudo, literalmente tudo o que era “processado” no convés durante as batalhas, e eu disse “tudo”, pois não havia tempo hábil para se visitar um “toillete” nesta ocasião, ia “parar” no porão onde estavam os “remadores” e quando da derrota nas batalhas eram os primeiros que “afundavam”. Portanto caro leitor fique atento à sua mordomia e as que o cercam para que você possa... “Apresentar-se como obreiro aprovado...”

Deus te abençoe.
Prof. Pr. Roberto Câmara







DEVOCIONAL


A minha paz vos dou. (Jo 14.27)

Dois pintores pintaram, cada um, um quadro, para ilustrar sua ideia de paz. O primeiro escolheu como cena um lago sereno entre montanhas distantes.
O outro passou para a tela uma cascata soberba, com um frágil galho pendendo por sobre as suas espumas; e numa forquilha do ramo, quase umedecido pela névoa, um ninho com uma avezinha.
No primeiro quadro estampava-se estagnação, no segundo, descanso.
A vida de Cristo, exteriormente, foi uma das vidas mais açoitadas: tempestade e tumulto, tumulto e tempestade, as ondas lançando-se sobre aquela vida todo o tempo, até que o corpo vergastado foi deixado no túmulo. Mas na Sua vida interior reinava grande calma.
A qualquer momento podia-se ir a Ele e achar paz. E ainda quando os perseguidores O seguiam pelas ruas de Jerusalém, Ele voltou-Se aos discípulos e ofereceu-lhes, como último legado, a Sua paz.
Descanso não é uma emoção que nos vem num culto na igreja; é o repouso de um coração profundamente assentado em Deus. — Drummond

Vinde a Mim, cansados,  
E achareis descanso.
Aprendei de Mim,
Que sou humilde e manso.

Eu recebo os fracos,
Maus e pecadores.
Vim para os enfermos,
Eu conheço dores.

Não esmago a cana
Que já está partida.
Não apago a chama
Tênue, arrefecida.

Vinde a Mim, cansados
Pela luta amarga!
Achareis descanso:
Eu vos levo a carga!

"Mananciais no Deserto" de Lettie Cowman
Livro publicado pela Editora Betânia.

domingo, 12 de junho de 2011

DEVOCIONAL - DIA DOS NAMORADOS

Em tudo fostes enriquecidos nele. (1 Co 1.5)

Você por certo já conheceu alguém que sofreu um grande revés e foi levado a voltar-se para a oração; depois, pouco a pouco, os problemas foram esquecidos; a doçura da vida espiritual, porém, permaneceu, e aqueceu-lhe a alma.

Certa vez presenciei uma tempestade no fim da primavera. Estava tudo escuro, exceto onde o relâmpago cortava o céu. O vento sibilava e as águas caíam, diluviais. Que devastação! Mas não demorou muito, os relâmpagos cessaram, os raios silenciaram, a chuva parou, as nuvens se foram com o vento manso e apareceu o arco-íris.

Então, durante várias semanas os campos ficaram cobertos de flores, e por todo o verão a grama esteve mais verde, os ribeiros mais cheios e as árvores mais frondosas — tudo porque a tempestade havia passado por ali, muito embora o resto da terra já houvesse esquecido o temporal, e suas águas, e seu arco-íris. — Theodore Parker 

Deus poderá não nos dar uma jornada fácil para a Terra Prometida, mas nos dará uma jornada segura. — Bonar

Foi uma tempestade que ocasionou a descoberta das minas de ouro na Índia. E tempestades têm levado alguns à descoberta das mais ricas minas do amor de Deus em Cristo.

Coração dorido,
Você está cansado?
Muitas são as lutas,
Muitos os problemas,
Muito grande a dor?
Há Um que Se importa:
Lance nEle o fardo!
Conte-Lhe em detalhe
Tudo o que se passa.
E verá surpreso,
Coração cansado,
Como Ele conforta,
como É SALVADOR!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Apostolices

De quando em vez surge no meio evangélico, alguém que crê ter sido chamado para corrigir, pregar ou mostrar o verdadeiro evangelho.
Essas pessoas surgem no meio evangélico e não no meio do evangelho.
São visões, moveres, unções e chamados que entram na igreja, fazem suas catástrofes na vida de alguns e depois ou desaparecem ou se firmam como seitas.
Foi assim com Joseph Smith, Charles Russel, Rev. Moom, David Mo, César Castelano, Vó Rosa, Jim Jones e muitos outros.
Estamos neste exato momento convivendo com as novidades: “O Dizimo foi abolido” – “Evangelho da Água e do Espírito” – ”Unção da Bota de Couro de Cobra” - “Igreja para os sofridos que não podiam assumir sua Homossexualidade” Etc...
Isso nada mais é que apostasia, ou seja, caminhos criados para facilitarem o desvio do caminho da graça.
Alguns se intitularam “Apóstolos” e pregam suas apostolices aos quatro cantos, pervertendo alguns.
Lembremos o que disse um apóstolo verdadeiro e o ultimo homem chamado para o apostolado, Paulo em sua carta aos Gálatas capitulo 1 versos 8 e 9. “ Mas ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema”.
Cuidado, pois, no evangelho não existe espaço para os criadores de evangelhos novos, com suas idéias e novidades, o evangelho verdadeiro continua sendo o mesmo com todas suas silabas, pontos e virgulas, nada mudou, o que muda são as estratégias de falsos irmãos que com suas sutilezas, corrompem a fé de outros.
Ainda existe apenas um caminho para Deus, o estreito, e poucos são os que se salvam por ele, mas ainda existe o caminho largo que leva muitos a se perderem por ele.
Vigie e ore.

Pr. Messias Bueno - www.igrejavidaplena.no.comunidades.net


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. (Rm 8.28)

Como é ampla esta afirmação do apóstolo Paulo! Ele não diz: Sabemos que algumas coisas, ou a maioria das coisas, ou as coisas alegres, mas TODAS as coisas. Da mais insignificante até à mais marcante; do acontecimento mais corriqueiro da vida diária, até às maiores experiências da graça.
E todas as coisas COOPERAM — elas estão operando. Não diz que operaram ou operarão; é uma operação no presente.
Neste momento mesmo, alguma voz pode estar-lhe sugerindo: "Os teus juízos são um grande abismo". No entanto, os anjos no céu, que têm uma visão mais ampla do grande plano de Deus, podem exclamar: "Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, e benigno em todas as suas obras" (Sl 145.17). E também, todas as coisas cooperam. Há uma interligação em tudo.

Muitas cores diferentes, em si mesmas talvez feias e inexpres-sivas, são necessárias para se tecer um padrão harmonioso. Muitos tons e notas musicais, até mesmo dissonantes, são indispensáveis para se compor um hino harmonioso.
Para montarmos uma máquina precisamos de muitas rodas e junturas separadas. Se tomarmos um fio de linha, ou uma nota, ou uma roda dentada, isoladamente, não discerniremos ali nenhuma beleza.
Mas, se completarmos o tecido, combinarmos as notas, ou juntarmos as peças de ferro e aço, veremos como é perfeito e simétrico o resultado. Aqui está a lição para a fé: "O que eu faço, tu não o sabes agora; mas depois o entenderás." — Macduff
Em mil aflições, não são quinhentas delas que cooperam para o bem do crente, mas novecentas e noventa e nove e mais uma — as mil. — Jorge Müller

"Mananciais no Deserto" de Lettie Cowman
Livro publicado pela Editora Betânia.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

CEM ANOS DE ENSINAMENTOS EQUIVOCADOS

“A HISTÓRIA DE JACÓ”

SUPERAÇÃO DESDE O VENTRE. AQUILO QUE A TRADIÇÃO, A HISTÓRIA E A BÍBLIA SAGRADA NOS MOSTRAM, MAS OS PÚLPITOS NÃO ENSINARAM.

...E aquele obreiro, durante a pregação, vira-se para o seu líder e diz em alto e bom som: Eis aqui um “Jacó”, um verdadeiro suplantador. Isto, no mínimo, nos moldes atuais, lhe renderia uns dois anos de “banco”.
Mas o que aquele obreiro estava dizendo, na realidade, segundo os estudos e a própria bíblia sagrada era que o seu líder era um que suplantava a todos os obstáculos que lhe surgiam com perseverança, altivez e atitude.
Da origem hebraica do nome Jacó que sugere calcanhar, da tradução que quer dizer suplantador (de superação) até a Israel, o príncipe que lutou e venceu, a história de Jacó, ou melhor, dizendo o nome Jacó, nos sugere uma das mais bonitas histórias da bíblia sagrada e nos dá margem a pensamentos quase que poéticos ao associarmos as situações acontecidas a textos da bíblia sagrada e fatos e acontecimentos do nosso cotidiano.
A negativa de seguir ao seu irmão Esaú após o reencontro nos reporta ao salmo primeiro: “Não anda segundo o conselho dos ímpios, no caminho dos pecadores.”
A sabedoria que lhe foi administrada pelo senhor quando do uso de galhos verdes de amendoeira, que ao serem raspados e colocados diante das ovelhas prestes a dar criar geravam ovelhas fortes mas malhadas, negras e salpicadas e que iriam, fazer parte do rebanho de Jacó, poderíamos até conjecturar estar aí o princípio do descobrimento do código genético, as cadeias de DNA.
A servidão de Jacó, a obediência em todos os graus de autoridades que lhe eram apresentados, ou seja, mãe: FAÇA O QUE EU MANDO. Pai: vai-te para a terra de teu tio. Tio: por ela então trabalharás mais sete anos... etc.
A sua imensa fidelidade, quando da sua declaração, após o episódio de Betel, quando prometeu que o senhor seria o seu Deus e lhe daria o dízimo de tudo. Alguns dizem ser uma fidelidade condicional, posto que existem muitas condições na declaração, tais como :
-Se tu fores.
-Se tu me abençoares.
-Se tu me deres.
Mas para quem havia passado a noite dormindo sobre um travesseiro de pedra, era um nítido sinal que aquele homem não tinha nada e que a partir daquele momento tudo que lhe viesse à mão seria de providência divina, então nada mais justo que, a partir daquele momento, dentro da sua fidelidade, dar ao senhor o dízimo de tudo.
O seu reconhecimento e agradecimento à fidelidade do Senhor, quando na passagem do vau de Jaboque, declarou: menor sou eu que todas as beneficências e que toda a fidelidade que tiveste com o teu servo; porque apenas com meu cajado passei este Jordão e, agora me tornei em dois bandos.
Tal afirmação nos solidifica ainda mais. Saber tudo o que o senhor pode fazer por nós, apesar de toda e qualquer adversidade. O que nos leva a valorizar ainda mais os nossos ministérios e saber que se estiver à frente da obra do senhor, com a perseverança de Jacó em suplantar obstáculos, com a conformação de que até por vinte anos tenhamos que servir, por conta de um objetivo, e que por fim estivemos apenas municiados de nossos cajados, sem qualquer estrutura material, o senhor com a sua fidelidade pode nos transformar em vários bandos, para honra e glória de seu nome, e que finalmente estejam sobre nós as bênçãos de Abraão, de Isaque e de Jacó. Amém
Não bastasse tudo o que já dissemos, ainda temos um homem que por muitos e muitos anos manteve a família unida. Apesar de os seus filhos, propriamente falando, não serem “modelo” de filhos, mesmo assim o velho Israel ‘apascentou’ o seu rebanho até o final e manteve a família unida, como se pode ver até nos últimos capítulos do livro de Gênesis.
E ainda assim podemos observar o seu “cuidado” quando, ao abençoar os filhos de José, trocou as mãos, abençoando o menor adiante do maior. Dá-nos a alusão ao cuidado do patriarca para que não acontecesse aquilo que aconteceu a Jacó e a Esaú, ou seja, fossem trocadas as bênçãos pelo fato de o abençoador no momento não estar enxergando, tal qual aconteceu naquela ocasião. Enfim ao final dos seus dias executa aquele cântico maravilhoso, descrevendo e abençoando à sua moda a cada um de seus filhos. Descansa finalmente “o príncipe” nos braços daquele que o guardou toda a vida e o fez suplantar todos os obstáculos e pisar a cabeça do inimigo com seu calcanhar, como se tem conhecimento desde a criação, desde o Éden. E finalmente temos a tradição do povo judeu que tem uma preocupação ímpar quanto aos nomes dados às crianças, preocupação esta que se reflete em declarar bênçãos a todo o tempo. Isto posto, em hipótese alguma teríamos uma criança com um nome que significasse: enganado, mentiroso, trapalhão, etc.
E finalizando iríamos ao lugar comum de dizer que as bênçãos da bíblia sagrada se referem a Abraão (pai de muitas nações), Isaque (riso, sorriso, alegria) e Jacó (suplantador, o que transpõe obstáculos).
Que o Senhor que é pai de todas e muitas nações possa colocar em sua vida todo o riso e alegria possíveis para que você possa suplantar todos os obstáculos que se apresentarem.

Deus seja conosco.
A paz do senhor.

Pr. Roberto Camara


ALGUMAS CONSIDERAÇÕES QUE PUDEMOS JUNTAR COM O AUXÍLIO DA BÍBLIA SAGRADA

LIVRO DO PROFETA OSÉIAS
CAPÍTULO 4 - VERSÍCULO 6 : 
“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”.
O comentarista bíblico, com muita propriedade, tece as seguintes observações: A falta do conhecimento pessoal de Deus destruía os israelitas, não porque tal conhecimento se achasse fora do alcance deles, mas porque os israelitas rejeitavam deliberadamente a verdade que Deus lhes revelara através dos profetas e de sua Palavra escrita. Não são poucos os crentes que, por não conhecerem a Palavra de Deus, estão sendo destruídos pelos costumes mundanos. Ao invés de guiar o povo pelos caminhos da verdade e da justiça, os sacerdotes diziam apenas o que estes queriam ouvir. A classe sacerdotal não lhes censurava os pecados. Por causa disto, Deus castigaria tantos os líderes espirituais quanto o povo.
O espírito de prostituição, quer associado ao vinho velho, quer ao vinho novo (mosto), destruía o juízo e o discernimento dos caminhos de Deus. O vinho novo não fermentado (i.e., tirosh), em si, não deixa de ser uma benção. Esta palavra tirosh, no hebraico, geralmente se refere ao produto não fermentado da videira. Note-se que este tipo de vinho é o que Deus diz ser uma “benção”. (IS-65:8)
“Assim diz o Senhor: Como quando se acha mosto em um cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há benção nele, assim farei por amor de meus servos, para que não os destrua a todos“.
Os sacerdotes empregavam linguagem piedosa para enganar o povo, e desviá-lo da genuína adoração. Os falsos mestres sabem como empregar a linguagem bíblica para comunicar ensinos antibíblicos. Os crentes devem ouvir cuidadosamente o que se prega para que tenham condições de avaliar se os conceitos enunciados expressam realmente a verdade da Palavra de Deus.
Fazendo uso da hermenêutica, sem, no entanto, termos necessidade de uma exegese apurada, podemos comparar os acontecimentos de aproximadamente 700 anos antes de Cristo, o que quer dizer há quase três mil anos, com os dias de hoje sem que tenhamos necessidade de adequar quaisquer das colocações da época.
Segundo o comentarista: "...os israelitas rejeitavam deliberadamente as verdades que Deus lhes revelara através de seus profetas e de sua Palavra escrita."
O “pouco caso”, nos dias de hoje por qualquer tipo de ensino que queira se implantar nas Igrejas é notório. Mesmo, os poucos restantes, Homens de Deus extenuando-se para explicar uma das verdades mais claras da Bíblia Sagrada, ou seja: “A Fé vem pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus” o que quer dizer que a única forma que tem o cristão de edificar e aumentar a sua fé é “ouvindo” a Palavra de Deus. Onde temos possibilidade de ouvir a verdadeira Palavra de Deus?
Em cultos genuínos, em seminários, nas EBDs, enfim em toda a atividade verdadeiramente de ensino do verdadeiro Evangelho. É percebida a “olhos nus” a rejeição pelo ensino da Palavra em nossos dias. Temos a moda do “Evangelho Light”. Aquele que não exorta quando é preciso. Aquele que não ensina, portanto não edifica.
Muito comum também nos dias de hoje o “Evangelho da Auto-Ajuda”. Deus vai fazer, Deus quer fazer, Deus pode fazer, DEUS TEM QUE FAZER. Todas estas máxima são totalmente verdadeiras, desde que a recíproca, ou seja, o comprometimento também seja uma realidade.
“Estoura o cartão de crédito" que Deus vai fazer.
“Olha papa mulher do próximo” que Deus depois perdoa.
“Fala mal do irmão” que Deus não leva em conta.
“Bate pesado no Ministério" única e exclusivamente para fortalecer o seu “EU” porque tem mais tempo de Ministério, chegou lá no começo, conta com a benevolência do líder máximo, etc, etc, etc.
Sobe na plataforma (não altar, pois que já não mais existe fora de nós e sim está em cada um...) como verdadeiro artista de Jesus. Exorta, intimida, INTIMA. Se você não fizer isto........ (levante as mãos, dá a mão para o seu irmão) Se você não disser aquilo..... (glorifica, dá Glória à Deus, diga Aleluia!)
Parece-nos uma estória (é com "e" mesmo) que conhecemos tipo: Set! Junto! Morto! Anda!
A verdadeira adoração é como a autoridade, não se impõe, ADQUIRE-SE.
Situações como esta são uma constante em nossas Igrejas, nos dias de hoje e “passam batidas” aos olhos das lideranças, como se fossem o mais normal de tudo. Ovelhas que chegam machucadas, assustadas e que na continuação saem arrasadas, pois que, aquilo que vieram buscar, aquilo que estavam precisando, a maior das necessidades não lhes foi dada e sim uma saraivada de “pancadas” dadas por alguém que estava por conta só de “massagear” o seu “ego” e constatar que EU SOU O BOM, EU SOU A BOA, EU ESTOU COM TUDO.
Eu sou o bom, eu sou a boa PASSAGEIRO(A) para o INFERNO.
Eu estou com tudo PRONTO para passar a Eternidade com o Cão.
Voltando à nossa linha de raciocínio, os Sacerdotes da época, tal como hoje, eram coniventes com os descaminhos do povo e ainda “lhes passavam as mãos” sobre as cabeças, pois tal como hoje, repito, estavam mais interessados nas ofertas e dízimos, no número de pessoas do que apresentar-lhes o caminho da verdade e da justiça, pois isto poderia ir de encontro ao que o povo estava praticando e causar um “desconforto”, então melhor deixar como está.
O “espírito de prostituição” que campeava na época não era diferente dos dias de hoje e cabe aqui salientar que este mesmo espírito de prostituição não é só o “finalmente” da coisa em si. Todo o preparo e todas as situações que envolvem pensamentos e atitudes contrárias à doutrina de Deus é consequentemente “prostituição”. O olhar, o pensamento, ”a maquinação”, a palavra tendenciosa e porque não dizer maliciosa e de segundas intenções e muito mais, tudo isto é prostituição. E aí vem a melhor parte: A associação ao vinho, fosse ele qual fosse, o velho ou o novo. Existem estudiosos que se atém na orientação que o Apóstolo Paulo deu à Timóteo: “Não tomes somente água, mas mistura com um pouco de vinho, por conta da tua enfermidade do estômago. Estas palavras são motivo para ouvirmos: Se até Paulo mandava Timóteo tomar um pouco de vinho, porque eu também não posso tomar? “O meu povo peca por não ter conhecimento....” (e por conveniência). Paulo aconselhava ao discípulo a misturar vinho à água que bebia, pois as fontes em volta da cidade e que por conseqüência a abasteciam das águas necessárias eram muito ALCALINAS (continham álcalis, um elemento químico tal qual o nosso “cloro” de hoje que é acrescentado à água que bebemos mas em quantidade controlado, em grande quantidade fazendo com que a água fosse imprópria para beber tal a sua alcalinidade, de tal maneira que o “suco de uva” adicionado à água servia para “quebrar” esta alcalinidade que fazia “mal” ao estômago de Timóteo). E tal como hoje, ou hoje como ontem já não sei mais... as pessoas eram dadas ao vinho, justamente aquilo que a palavra condena.
....”Não seja dado ao vinho....”.
E vai aqui um grifo nosso. A intervenção de Jesus Cristo pelo seu povo, diante do Pai, acredito eu, deve ser tão grande, pois que se fossemos comparar as proporções, observadas todas as condições de qualidade e quantidade, as “anomalias” que hoje acontecem, em todos os campos, sejam eles humanos, profissionais, familiares, eclesiásticos, enfim todos eles, ultrapassam as de Sodoma e Gomorra em muito... de tal modo que, a meu ver, repito, o Senhor Jesus está a todo tempo pedindo ao Pai: Pai, ainda não. Vamos dar-lhes mais um tempo... Pai eu sei como eles são, Eu estive lá, alguns deles ainda tem chance, mas fico com medo do versículo de Ezequiel que diz: Vem o fim, o fim vem, despertou-se contra ti: eis que vem. Vem a tua sentença, ó habitante da terra.
Dentro ainda do mesmo contexto, ou seja, o conhecimento, vemos nos dias de hoje uma verdadeira campanha, uma renhida batalha para desestabilizar e até mesmo achincalhar a personalidade dos teólogos. Vemos diversos pregadores, e muitos deles famosos, usar como “muleta” em suas pregações os estudantes de teologia. Sendo mais explícito, tais pregadores tentam dar consistência às suas pregações dizer que: O conhecimento não significa intimidade com Deus. Não basta ter só conhecimento, tem que ter espiritualidade. Não se pode julgar um irmão por que não teve acesso ao conhecimento. E por aí vai, mal sabendo este pregador que se ele tivesse tido oportunidade ou mesmo interesse em aumentar os seus conhecimentos, num seminário teológico, nem que fosse à nível básico, teria aprendido com a matéria chamada Ética (ministerial, pastoral, cristã.) que não se deve, ainda mais do alto de um púlpito, apontar e enumerar defeitos de ninguém, quanto mais, talvez, até de um próprio colega de “ministério”. Ouve-se muito hoje frases que contém as indicações: Porque os teólogos isto, os teólogos aquilo, não se levando em conta que estes mesmo teólogos são os responsáveis por eliminar de nossas Igrejas as afirmações tais como: "O cego por nome Bartimeu.." (bartimeu não é nome, mas uma indicação de Filho de Timeu - prefixo BAR, no aramaico)
-"Não cai uma folha da árvore se Deus não mandar? O cair é do homem, o levantar é de Deus?"
-"Vamos ficar todos no mesmo Espírito de Oração?" (espírito?)
-"Vamos ler em PRIMEIRA SAMUEL."
-"Abra sua Bíblia em PRIMEIRO AOS CORÍNTIOS."
-"A sombra de Pedro curava."
-"Paulo caiu do cavalo."
E aconteceria como se lê no Evangelho de João: Não haveria livros suficientes para se narrar todas as aberrações (não sejamos tão drásticos), ou melhor dizendo, todos os enganos à respeito da Bíblia Sagrada, se os nossos competentes e ungidos Homens de Deus aproveitassem o tempo em que estão “descendo a lenha” nos teólogos e fossem se informar à respeito de eventuais dúvidas ou incertezas que surgissem durante as preparações de suas pregações, preparações estas que particularmente acho que não existem pois as dúvidas que as vezes nos surgem à respeito das Escrituras Sagradas, surgem quando estamos lendo os textos que vamos fazer uso para as nossas pregações. Assim sendo os nossos Homens de Deus sobem às plataformas, fazem uso do púlpito, executam sermões contagiantes quanto às suas palavras bem postadas, enaltecendo a vida cristão, comprovando que Jesus Cristo é a razão de nosso viver, mais às vezes se deixam trair, porque acontece com eles o que está na Bíblia Sagrada quando diz: "Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus."
Gostaríamos de enfatizar que se tivessemos incentivado aos nossos irmãos a buscarem o conhecimento, a nação protestante não estaria hoje, tão refém de homens inescrupulosos, que pregam as maiores heresias, jamais vistas, adeptos de uma teologia da prosperidade que mandam dar a casa, o carro, a moto, todo o salário, enfim aquilo que eles conseguem fazer as grandes massas pensar que com aquele ato estarão “negociando” com Deus uma vida material melhor a partir daquele ato, induzido, e totalmente errôneo. Dou graças ao Senhor por nossa Escolas Bíblicas que nos ensinaram,logo em nossos primeiros passos, que com Deus não se faz escambo (se você não sabe o que é, vá procurar, porque talvez você esteja errando até hoje ao tentar fazer escambo com o Senhor). Notório é em nossos dias que quando somos descobertos nos bancos de nossas Igrejas, somos apontados (nós os teólogos) e durante todo o tempo da pregação ouvimos questionamentos à nós direcionados do tipo: Tem que tomar cuidado com o que vou falar porque está entre nós o teólogo Fulano de tal. Digo isto para os teólogos de plantão. E em outras situações inventando perguntas das mais escabrosas como se fossemos os verdadeiros escritores da Bíblia Sagrada e tivéssemos obrigação de saber tudo aquilo que foi escrito num compilado de milhares de anos (como temos vontade, nesta hora, de “mandar” o irmão ler Deuteronômio 29:29, mas...) com apenas quatro anos de uma cadeira de seminário. Cadeiras estas que forem usadas em dias frios, quentes, com chuva com sol, com fome, com sono, cansados por um dia de trabalho terrível, com preocupações, com toda a espécie de dificuldade possível e imaginável, mais com a gratificante certeza de a cada dia estarmos nos aproximando mais e mais do Senhor. O quatro anos de seminário, além das aulas normais, nos dá uma revelação, que comprovei pessoalmente e conversando com diversos amigos que já haviam cursado o seminário em outros tempos. O primeiro ano é uma fascinação,tudo é novidade,tudo é alegria, nada é empecilho, procuramos e buscamos estar sempre prontos para qualquer atividade até mesmo as extra-curriculares. Evangelismos em lugares distantes, cultos nos lares, visitações das mais variadas, nada nos tira a alegria e entusiasmo a destarte de toda e qualquer dificuldade. Chegamos à conclusão que o inimigo de nossas almas não tem nenhuma preocupação conosco, naquela ocasião, porque ainda não oferecemos verdadeiro perigo ás suas ações. Ele percebe que estamos somente maravilhados com o fato de estarmos cursando uma faculdade que “fala” das coisas de Deus e que muitos de nós irão parar no meio da caminhada, consequentemente como já dissemos não oferecemos nenhum perigo “às astutas ciladas do diabo”. Ao ingressarmos no segundo ano aí sim o inimigo se volta para nós com uma voracidade nunca vista,pois ele se da conta de que aqueles que passaram adiante já não são só soldados,mas aspirantes á uma graduação e que se seguirem adiante certamente lhe darão muito “trabalho” e é aí que vemos, como se diz no popular “o bicho bater a rabiola”. São tantas lutas, tantos obstáculos, para tentar nos desestimular e fazer desistir que muitos chegam a ter uma percepção prematura e vislumbrar que realmente são pura e simplesmente tentativas do inimigo de nos desviar de nossos objetivos. O “caído” tenta de todas as formas possíveis e imagináveis nos fazer desistir nos atacando em todos os campos possíveis das nossas vidas. No campo familiar, profissional, espiritual, sentimental, matrimonial (pois muitos entre nós são casados), enfim qualquer “brecha” que ele tiver vai tentar nos atacar. Do terceiro ano em diante as coisas ficam menos rigorosas. Não vamos dizer que ficam mais fáceis porque ele não desanima e não dá trégua, mas estamos sendo treinados á cada dia para lhe resistir e vencer cada obstáculo que ele nos impõe.Vem nesta hora as lembranças do início do curso, dos amigos que ficaram pelo caminho,alguns até que tiveram suas vidas ceifadas e deixaram saudades, outros que mudaram de cidade, deixaram suas igrejas, enfim toda a sorte de situações,dais quais nos damos contas e nos fortalecemos mais ainda.Chega então o quarto ano: Provas, trabalhos, TCC, formatura, festa, diploma, padrinhos, patronos, etc.
É um misto de muita euforia e apreensão porque estamos sentindo “um gostinho” de que tudo aquilo está próximo de terminar. As amizades, os compartilhamentos, as experiências espirituais tais como o sentir a presença do Espírito do Senhor em nossa sala de aula durante uma oração conjunta, os testemunhos de vitória dos companheiros, que nos fazem sentir como se fossem nossos, enfim uma série de fatos que vão com certeza deixar saudades. Por fim o curso termina. O grande dia, a formatura, a entrega do “canudo”, a presença dos amigos, dos pastores, da família, das esposas, dos filhos, dos pais, a festa.
Quatro anos de grandes lutas coroados com uma imensa vitória. Mas nos dias seguintes um vazio. Graças ao Senhor não chegamos a nos constranger muito, pois várias oportunidades aparecem, começando “tudo de novo”. São cursos extras, doutorado, mestrado, aulas que somos convidados a ministrar em escolas bíblicas e um eterno buscar do conhecimento, pois aquilo que aprendemos apesar de ter sido tão pouco ante a imensidão das coisas do nosso grande Deus, nos faz estar á todo tempo pesquisando e querendo saber mais e mais ````À respeito deste maravilhoso livro que é a Bíblia Sagrada e à respeito da Teologia desde Gênesis l:l até Apocalipse 22:20.
Você meu caro leitor, que nesta hora deve estar se questionando: Como um homem que se diz teólogo, pode ter errado na hora de falar à respeito dos livros da Bíblia, será erro de impressão? Uma nova tradução? Muito bem porque você reparou. Minha tradução não é diferente da sua não. Você está certo. Você não viu errado.
Não meu irmão. A explicação é bem clara. Fazendo uso da homilética, que é uma das matérias que aprendemos no seminário eu quero deixar um alerta para você que está lendo este simples relato. A Palavra de Deus nos diz em João 8:32: E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
Assim, ainda mesmo sem conhecê-lo, faço votos de que você conheça esta verdade pura e maravilhosa que é a Palavra de Deus e ela possa libertá-lo de todo e qualquer embaraço que possa se lhe opor durante a sua vida.
E para encerrar quero fazer uso do Livro de Apocalipse, o grande livro da Revelação que não termina no Capítulo 22 e versículo 20 e sim no versículo 21 que é um versículo que eu como servo do Senhor, que por sua grande misericórdia me concedeu a graça de concluir um curso de bacharel em teologia, o que me ajudou a ser hoje um Ministro do Evangelho quero deixar para que seja uma constante em vossas vidas. Que todos os que lerem estas simples palavras possam ter incrustados no coração o texto que diz: A GRAÇA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO SEJA COM TODOS VÓS. AMÉM - Apocalipse 22:21
por Pr. Roberto Camara

terça-feira, 7 de junho de 2011

Devocional

Onde está Deus que me fez, que inspira canções de louvor durante a noite? (Jó 35.10)

Você tem noites de insônia, revirando-se sobre o travesseiro e ansioso pelos primeiros raios da manhã? Peça ao Espírito Santo que lhe dê, então, a capacidade de fixar os pensamentos em Deus, seu Criador, e creia que Ele poderá preencher as horas vazias, com cânticos em sua alma.

A sua noite é uma noite de luto? É, muitas vezes, em tais ocasiões que Deus Se achega ao que chora e assegura-lhe que Ele chamou o ente querido que partiu, para participar da gloriosa multidão. E esse pensamento já traz o começo de um cântico.

É a sua noite uma noite de desânimo e fracasso, real ou imaginário? Ninguém o entende; seus amigos o desprezam; mas o seu Criador Se aproxima e lhe dá um cântico — um cântico de esperança, o cântico que você está precisando ouvir. Assim pois, esteja pronto para cantar, quando Ele lhe der o cântico.

Somente na tempestade podemos provar se a embarcação é forte; e o poder do evangelho numa vida só pode ser plenamente demonstrado, quando o crente é submetido a uma grande aflição. Para Deus demonstrar o fato de que Ele ''inspira canções de louvor durante a noite", Ele precisa primeiro fazer a noite. — William Taylor

"Mananciais no Deserto" de Lettie Cowman
Livro publicado pela Editora Betânia.

domingo, 5 de junho de 2011

A POSTURA DO CRISTÃO FRENTE AOS PROBLEMAS DA VIDA

Mas com quem se indignou por quarenta anos? Não foi porventura com os que pecaram, cujos corpos caíram no deserto? E a quem jurou que não entrariam no seu repouso, senão aos que foram desobedientes? Hb 3:17 - 18

O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate.
Pv 15:13

No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
Jo 16:33”b”

• INTRODUÇÃO

O cristão encontra satisfação na vida pela maneira como confronta as adversidades. A satisfação do cristão não está ligada à ausência de problemas ou de adversidades, mas à capacidade de enfrentar as vivissitudes de modo positivo e com fé. Fl 4:10 -13 Pv 15:13
A vida do der humano é o reflexo do culto que pratica e da fé que esposa ou vivência.

• ORIENTAÇÕES QUE AJUDARÃO NO ENFRENTAMENTO DOS PROBLEMAS E DAS ADVERSIDADES.

1. NÃO ABORRECER COM COISAS PEQUENAS.
Existem pessoas que sofrem por coisas, situações ou problemas que cuidadosamente avaliadas se chega a conclusão que são problemas pequenos ou quase insignificantes. Jr 12:5.
Diz um pensador que problemas pequenos só atingem mentes pequenas.

2. NÃO MURMURAR
Murmurar é censurar disfarçadamente.
É conceber mau juízo.
É conversar difamando ou desacreditando.
É resmungar.
É falar mau de alguém ou de alguma coisa.
Jo 7:12-13 At 6:1 Fl 2:14-15 I Pe 4:9 I Cor 10:10
Murmuração é pecado.

3. SER AGRADECIDO PELO QUE TEMOS 
Gratidão é reconhecimento por benefícios recebidos.
É agradecimento com reconhecimento e louvor.
Saber ser agradecido é um dever do cristão verdadeiro.
I Tes 5:16 Sl 92:1 Sl 100:4-5 Sl 103:1-5




4. TROCAR A TRISTEZA PELA ALEGRIA
O cristão precisa ter em sua vida este fruto do Espírito “A alegria”. Gl 5:22-23 I Tm 6:6 Rm 14:17 Fl 4:4 Pv 15:13.
A alegria adoça os momentos amargos, ameniza as frustrações e os desapontamentos, e afasta a ansiedade. Um sorriso faz bem para o corpo e para a alma.
Ninguém é tão pobre que não possa oferecer um sorriso.
Habacuque aprendeu olhar para além das circunstâncias, das aflições e das adversidades e deixar fluir em sua vida a alegria Hb 3:17-18 Fl 4:4.

5. TER ATITUDES POSITIVAS
O cristão precisa estar de bem consigo mesmo, e de bem com a vida. É impossível ser feliz sem um forte senso de respeito a si próprio. Todos nós devemos aprender a lidar com o sofrimento; as perseguições e as adversidades. (II Cor 4:17) Adotar atitudes positivas é um dos critérios mais importantes para alcançar a felicidade. Em algum momento na vida teremos qe nos posicionar, e não devemos nos deixar arrastar pelo pessimismo ou pelo mau humor, pois tais atitudes arrasará a nossa dignidade e a nossa auto estima.

6. DESENVOLVA PENSAMENTOS SADIOS
Os pensamentos determina as ações e os sentimentos. Cultivemos pois, bons pensamentos dando a nós mesmos a oportunidade de vislumbrar coisas grandes e altruístas e as profundezas do amor de Deus. (Fl 4:8 Cl 3:1-2) Salomão escreveu que somos o que pensamos, e que a vida de uma pessoa é o resultado dos seus pensamentos. Pv 23:7
Quando interiorizamos coisas boas, passamos a exteriorizar coisas boas também.

7. REMOVA O LIXO DO RESSENTIMENTO
O ressentimento ou amargura é um mal terrível e contagioso. Hb 12:15 A amargura ou ressentimento de uma pessoa pode alastrar-se e corromper a muitos, afetando pessoas completamente inocentes. Nem sempre é possível se evitar conflitos entre pessoas, mas podemos impedir que um relacionamento fique marcado pelo ressentimento. (Mat 5:23-25 Mat 6:27) Uma das principais lições que devemos aprender na jornada da vida é perdoar os que nos tem ofendido. (Mat 18:21-22)

8. ABANDONE A RIGIDEZ OU RADICALISMO
O radicalismo ou rigidez exacerbada é a marca registrada do legalismo. Restringe a criatividade, bloqueia o progresso, exerce um efeito narcotizante sobre as pessoas, levando-as a se sentirem emocionalmente asfixiadas e infelizes. (Mat 6:36) A rigidez ou radicalismo condena os sonhos à morte. Sem sonhos a vida se torna infeliz, cheia de tristeza e de desesperança. O amor é contrário à rigidez ou radicalismo. (I Cor 13:4-7) O amor reconhece o direito e o livre arbítrio, que cada pessoa tem de exercer a capacidade de escolha.

9. RESERVE TEMPO PARA DEUS
Quando reservamos tempo para Deus e permitimos que sua palavra seja fonte vital em nossa vida, ela passa a determinar nossas atividades e pensamentos.
Deus deve ser a prioridade em nossa vida. (Mc 12:30 Mat 6:33)
A comunhão com Deus através da Bíblia e da oração, produz momentos de deleite e contribui de forma eficaz para a nossa felicidade.
(Sl 19:7-11 Sl 37:4-5 Sl 119:2 Sl 119:18)


Pr. João da Cruz Gomes Feitosa
Assembléia de Deus - Gurupi