VIDAS

A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS. A VIDA ETERNA, DE RENÚNCIAS!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Parábolas de Jesus

A FIGUEIRA ESTÉRIL

Introdução

A lição de hoje nos mostrará que pertencer o reino de Deus é uma benção, mas também uma grande responsabilidade.

I - ENTENDENDO A PARÁBOLA
1- A Figueira – Israel, a igreja ou um individuo (Lc. 3:9;  Os. 9:10; Jl. 1:7)
2- O Dono – Deus (Sl. 24:1; Ex.19:5,6; Gn. 14:19, 22)
3- O Vinhateiro – O Espírito Santo (Jo. 14:16; 15:26; 16:7)
4- O Critério – Dar fruto (Mt. 7:19,20)

II - VERDADES TIRADAS DESTA PARABOLA
1- Deus exige frutos e não folhas, ação e não palavras (Mt. 7:21-23)
A- Atenção a palavra (Lc. 6:47; 13:23-28)
B- Não basta ter aparência (Jo. 11:49-52)
a) Na frente é um anjo, por traz trabalha contra.
C- Deus não reconhece quem não dá fruto (Lc. 13:7; Mt. 3:8; Sl .5:5-7)
2- A demora no juízo não significa indiferença mas longanimidade e esperança de voltar a dar fruto (Lc.13:8,9; II Pd.3:4-10)
A- Muitos vivem se o dono da vinha não voltasse (Mt.25:5; Lc .17:26,27)
B- Mas ele virá com um propósito (II Pd. 3:7; II Ts. 1:7-10)
C- O tempo de Deus é diferente do nosso (Lc. 13:7; II Pd. 3:8; Sl. 90:4)
3- Cedo ou tarde a lamina do machado cairá a raiz da vinha inútil que faltou o enxerto da nova vida em Cristo:
A- É pelos que somos conhecidos (Mt. 7:16-20; Lc .6:44-46)
B- A igreja foi enxertada no lugar de Israel para dar frutos (Rm.11:16-19; Jr.11:16,17; Jo.15:16)
C- É tempo de mostrar os frutos para Deus (Cl. 1:6,10; Ef. 4:1-3; Hb. 13:21; I Pd. 5:10,11)

Conclusão

Como vimos nesta parábola, não basta ser crente, tem que ter frutos ou do contrario tudo será em vão. Que sua vida particular e coletiva esteja frutificando para gloria de Deus.

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O FARISEU E O PUBLICANO

Texto. Lc.18:9-14 
Introdução

Na lição de hoje veremos sobre aqueles que querem alcançar a salvação pelos seus próprios méritos ou qualidades, e em contra partida há os que em tese nada tem, mas são humildes e sinceros e por isto alcançam a benção de Deus.

I - A BIOGRAFIA DE AMBOS
1- Do fariseu - Uma seita, maior que os saduceus (separados) se lavavam antes de comer (Mc. 7:3,4), dizimista (Mt. 23:23). Observavam rigorosamente o sábado (Mt. 12:1-14; Lc. 13:10-17) condenados por João batista (Mt. 3:7) e por Jesus (Mt. 5:20; 15:7,8)
2- Do publicano - Cobradores de impostas para os romanos, eram considerados traidores e de mau caráter (Lc.3:12,13; 19:8) Classificados como pecadores (Mt. 9:10,11) pagãos (Mt. 18:7) e meretrizes (Mt. 21:31). Mateus era um (Mt. 10:3)

II - A ESCRAVIDÃO LEGALISTA DOS FARIZEUS
1- Escravos da soberba (Lc. 18:9,12; Is .58:3-6)
2- Escravos da cegueira espiritual (Is. 7:14; Lc. 18:11)
3- Escravos da ignorância espiritual (Lc .18:11; Rm. 2:1)

III - O FARISEU E SUAS OBRAS MORTAS
1- Ele confiava em si mesmo (Lc. 18:11; Ef. 2:9)
2- Mostrou suas qualidades (Lc. 18:12; Is. 64:6)
3- Gostava de aparecer (Mt. 23:5-7)
4- Voltou sem edificação (Lc. 18:14; Mt. 23:12)

IV - O PUBLICANO JUSTIFICADO PELA GRAÇA
1- Reconheceu seu pecado (Lc. 18:13; 19:8)
2- Foi justificado pela graça (Lc. 18:13; Rm .5:1; Tt. 3:50)
3- Foi justificado pelo sangue (Hb. 9:5; Rm. 5:9)
4- Este é o caminho certo (II Cr. 7:14; I Pd. 5:6)

Conclusão

Na lição de hoje aprendemos que o caminho da vitória é a humildade e isto em todas as áreas da vida.

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O SEMEADOR
Texto. Mt.13:3-9

Introdução

Continuando o estudo das parábolas, veremos hoje na parábola do semeador sobre os vários tipos de terrenos onde é semeada a semente da palavra de Deus. Prestem atenção e veja em qual destes vocês estão enquadrado.
I - A SEMENTE A BEIRA DO CAMINHO 13:4
1- São os que não compreendem a palavra 13:19; Rm.10:17
2- São os que são presas fácil do adversário 13:15; Sl.119:11
3- São os de corações endurecidos Rm.10:10; At.26:28

II - A SEMENTE SOBRE PEDREGAIS 13:5
1- São os de corações enfraquecidos I Jo.2:15
2- São os de corações sentimentalistas Mt.8:21,22; Hb.12:16,17
3- São os de corações queixosos Hb.12:15; Lc.8:13

III - A SEMENTE ENTRE OS ESPINHOS 13:7
1- Os embaraços sufocam Jô.8:47; Mt.6:33
2- As riquezas sufocam Lc.18:23,24
3- As ambições e os prazeres sufocam I Tm.6:9; Rm.12:16

IV - A SEMENTE EM BOA TERRA 13:8
1- Ouvem a palavra Tg.1:19; Ap.1:3; Sl.119:18
2- Compreendem a palavra At.8:31; Ap.22:11
3- Obedecem a palavra Tg.1:21-23, 25,26
4- Dão frutos 13:23; Jô.15:16; Lc.13:7

Conclusão
Amada igreja, esta lição nos chama a atenção para um assunto serio; em qual destes grupos estamos? Se não for no da boa terra temos que reagir ainda hoje.

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A DRACMA PERDIDA

REENCONTRANDO VALORES PERDIDOS
Texto. Lc.15:8-10

Introdução

Na lição doutrinaria de hoje estudaremos sobre valores importantes da vida que foram perdidos, mas que podem ser reencontrados.


I - A IMPORTÂNCIA DESTA PARÁBOLA
1- Ela é como uma jóia desprezada no escuro
2- A drácma simboliza os valores espirituais que estamos perdendo dia a dia e que pode resultar na perda do valor máximo que é a salvação.
3- É impossível viver sem perder, porem podemos viver ganhando mais e perdendo menos.
4- Na vida espiritual são muitos os que mais perdem do que ganham e por isto vivem em estado de miserabilidade

II - ESTUDANDO SOBRE A DRACMA
1- Antiga moeda, usada na Grécia e no mundo grego (Helênico)
2- Uma moeda de prata com valor idêntico ao do denário, portanto valor de um bom salário para um dia de trabalho. (seu maior valor é o sentimental)
3- Era usada para colar de ornamento das mulheres, dava status e era usado como dote.
4- Porém usar um colar faltando uma drácma dava a entender que a mulher queria ser importante sem poder, ou, que não era mulher responsável e zelosa.

III - O CONTEXTO DA PERDA DESTA MOEDA
1- As casas não tinham janelas, portanto eram escuras.
2- O piso geralmente de terra
3- As casas raramente eram varridas, portanto o lixo e o pó aglomeravam chegando ao nível dos tornozelos.

IV - APLICAÇÃO DESTA PARTE DA PARÁBOLA
1- Nos chama a atenção para coisas importantes da vida cristã que estamos perdendo II Jo.8
2- Mostra-nos que não convém vivermos só de aparência, o colar tem que estar completo Jo.15:4,5
3- A escuridão e a sujeira tem prejudicado a vida de muitos crentes Mt.23:25,26

Conclusão

Nesta primeira parte do estudo já tiramos algumas lições importantes, agora é colocar em prática e com certeza o primeiro a ganhar seremos nós mesmos.

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A DRACMA PERDIDA / 2ª PARTE

REENCONTRANDO VALORES PERDIDOS

Texto. Lc.15:8-10

Introdução

Na lição doutrinaria de hoje continuaremos o estudo sobre valores importantes da vida que foram perdidos, mas que podem ser reencontrados.

I - ESTA DRACMA REPRESENTA VALORES ESPIRITUAIS PERDIDOS. VEJAM ALGUNS:

1 - A drácma do amor I Jo.3:18
     A - Entre os irmãos Jo.15:12
     B - Entre familiares Cl.3:18-21
     C - Ao evangelho Mc.10:29
     D - A Deus Jo.21:15-17

2 - A drácma da oração I Ts.5:17
     A - As grandes vitórias da igreja aconteceram quando os crentes foram para oração, veja:
           a) Perdão II Cr.32:12,13
           b) Livramentos II Rs.19:14,15,19,20
           c) Bênçãos diversas Jr.33:3

3 - A drácma do jejum Ii Cor.11:27c
    O jejum produz vitórias impar em nossas vidas, vejam:
     a) Vida exemplar Lc.2:37
     b) Vitória sobre demônios Mt.17:21
     c) Disciplina na vida cristã II Cor.11:27
     d) Ajuda na vida ministerial At.13:3

II - A DRACMA DO ZELO Gl.4:18a

1 - Zelo é cuidado, dedicação, esmero em fazer alguma coisa.
2 - A bíblia diz que Deus tem zelo conosco Ex.20:5; Dt.6:15

3 - Devemos retribuir tendo zelo do nosso testemunho e do trabalho que realizamos II Cor.8:22; Tt.2:14.
     Nosso zelo deve abranger:
     A - Nossa vida II Cor.8:22
     B - Nosso ministério Ap.3:19
     C - Nossos irmãos II Cor.11:2
     D - A casa do Senhor Jo.2:17
     E - Os dons espirituais I Cor.12:31
     F - Da evangelização, e você perdeu a drácma do evangelismo e não tem ganhado almas para Jesus, hoje Deus quer te dar de volta.

4 - A drácma do prazer espiritual Sl.119:174
     A - Prazer na palavra Sl.1:2
     B - Prazer na oração Lc.5:15,16
     C- Prazer em estar na casa de Deus Sl.122:1
     D - Prazer em servir a Deus Mc.5:18,19; Ap.7:15

Conclusão

Hoje vimos algumas drácmas que temos perdido e precisamos reencontrá-las, na próxima terça veremos outras e concluiremos este assunto, não percam.

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O RICO E LAZARO

Texto. Lc.16:19-31
Introdução

Continuando o estudo das parábolas, veremos hoje na parábola do rico e Lazaro sobre o preparo que cada um de nós temos que ter enquanto vivos para a eternidade.

I - AS CARACTERÍSTICAS DO RICO E LÁZARO
1- O rico e seu tesouro terreno
A- Tesouro no hebraico “osãr” amontoar, esconder Lc.16:19
B- Veja a recomendação bíblica Sl.62:10

2- Lázaro e seu tesouro espiritual
A- Tesouro não é apenas valores materiais ou sólidos, mas também morais e espirituais Mt.6:20
B- Ainda hoje tem crentes que só possui tesouro espiritual Ef.1:7

II - DEPOIS DA MORTE O JUÍZO
1- Não é purgatório, carma ou reencarnação Lc.23:43; Hb.9:27; Ap.20:15
2- Para o rico um lugar de tormento Lc.16:22,23,25,28
3- Para Lazaro um lugar de descanso Lc.19:9; 23:43; Jo.13:23

III - SEPARAÇÃO ENTRE CEU E INFERNO
1- Separa o homem de Deus Lc.16:28; Mt.27:46;25:41
2- Separa os salvos dos perdidos Lc.16:24,26
3- No céu paraíso estão os que aceitaram a Jesus Lc.23:43
4- No hades os que esqueceram de Deus Sl.9:17

IV - O CLAMOR TARDIO DO RICO
1- Indiretamente quis acusar Deus Lc.16:28,29
2- Um desprezo à palavra de Deus Lc.16:27; II Cor.11:14
3- Mostra o desprezo do homem pela palavra Lc.16:31; II Cor.4:4

Conclusão

Amada igreja, esta lição nos ensina a não colocarmos nosso coração só nas coisas desta terra, pois há um lindo país nos esperando ou um lugar de tormenta, isto dependerá de como vivemos aqui.
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PARÁBOLA DO CISCO E DA TRAVE
Texto. Lc.6:36-45

Introdução

Veremos hoje que julgar os outros sem a misericórdia e o desejo de melhora da pessoa e também sem olhar antes para nossos próprios erros, não passa de obra da carne e é condenada por Jesus nesta parábola.

I - A IMPORTÂNCIA DA ATITUDE DO QUE FAZEMOS
1- Primeiro olhar a nos mesmos II Cor.13:5,
2- As atitudes são movidas pelo que está no coração Lc.6:45, quem vê muito defeito nos outros geralmente é porque o defeito está nele,
3- As palavras revelam as intenções do coração Pv.26:23-26,
4- Mas suas verdadeiras intenções serão reveladas Mt.7:16

II - EVITANDO AS CRÍTICAS DESTRUTIVAS
1- Jesus condena as criticas destrutivas Mt.7:1, uma das práticas do nosso tempo é a maledicência, a arte de bisbilhotar, de difamar, de fazer mexericos, porém isto não convém aos servos de Deus Lv.19:16,
2- Quando vemos o irmão no erro ou temos alguma pendência ou intriga devemos procurá-lo pra conversar Mt.18:15,
3- Nesta parábola Jesus condena o julgamento hipócrita Lc.6:41; I Cor.11:28,29.

III - A HIPOCRISIA FAZ-NOS VER APENAS ERROS NOS OUTROS
1- Nem uma pessoa é plenamente justa diante de Deus, nem as crianças Sl.51:5 e 58:3, porém temos a tendência de nos portar como perfeitos e ver defeitos apenas nos outros,
2- O verdadeiro crente sempre se considera um pecador Lc.18:13; I Jo.1:8, ele se aflinge com seus próprios pecados e pede a Deus que o ajude a melhorar,
3- Fazer julgamento é uma clara evidência da falta de temor a Deus I Pd.4:15, veja a pergunta de Jesus Lc.6:42.

IV - A MALEDICÊNCIA TRAZ PREJUIZOS A IGREJA
1- A maledicência pode ser dividida basicamente em três áreas:
A- Murmuração, é reclamar de Deus Jô.7:12, Israel fez muito isto e pagou caro,
B- O tocar nos ungidos de Deus (falar mal da obra) At.6:1, este pecado tem custado caro a muitas pessoas Nm.12:1,2,4,5, 10,13,14,15,
C- Falar mal das pessoas Mt.7:1-5, a falta de maturidade espiritual gera isto.

Conclusão

É atitude covarde censurar com o propósito de destruir a reputação de outrem.
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PARÁBOLA DO VINHO NOVO EM ODRES VELHOS

Texto. Lc.5:33-39
Introdução

O objetivo das parábolas era de ensinar coisas profundas de maneira simples e prática, que iremos estudar hoje, em resumo, nosso mestre queria ensinar que para recebermos a nova vida em Cristo precisamos nascer de novo.

I - ENTENDENDO A PARÁBOLA
1- Os odres eram feitos de pele de animais em diversas formas e utilizados como garrafas. Ninguém colocaria vinho novo em odre velho que já havia perdido a elasticidade, este vinho ao fermentar arrebentaria o odre Lc.5:37. No caso do vestido o princípio é o mesmo, não se coloca remendo novo em vestido velho, pois o velho se rompe e o buraco fica ainda maior.

2- O Senhor fazia menção ao fato de que as novas coisas, referente ao Reino, que estava ensinando aos judeus não poderiam ser armazenadas nos velhos costumes deles. Numa aplicação mais prática, posso dizer que é impossível alguém receber as coisas de Deus a menos que tenha nascido de novo, que seja uma nova criatura. Tentar absorver as coisas de Deus e tentar aplicá las à velha natureza ou ao velho homem.

II - APLICANDO A PARÁBOLA
1- A nova vida em cristo não poderia ser estabelecida em cima das bases da lei ou do farisaísmo hipócrita que estava em voga,
2- Deus não pode derramar uma unção nova sobre nossa vida se as coisas velhas ainda estão nela I Cor.3:3; II Cor.5:17, se estamos pensando no Egito, se não temos um puro coração Rm.6:4 - Deus só pode agir na vida daquele que é fiel e renuncia a sua vontade Gl.2:20, para fazer a dele que é sempre a melhor para nós Jô.6:38, e se ainda estamos na vida velha, não tem como Deus agir Ef.4:22.
3- Coisas novas de Deus só podem ser colocadas em vida nova Lc.5:38,
4- Mesmo vivendo em uma sociedade pervertida (odres velhos) o crente que deseja receber o novo de Deus precisa viver em novidade de vida Rm.6:4
5- Ninguém que bebe do vinho anterior, prefere o novo, pois acha o velho melhor Lc.5:39, aqui se refere a termos recebido a salvação e ensinamento original, jamais devemos despreza-lo para aceitar coisas modernas.

Conclusão

Aprendemos hoje que para termos a nova vida de cristo em nós precisamos nascer de novo, não ha outra maneira, ou nasce de novo ou não pode ter comunhão com Cristo.
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PARÁBOLA DO TRIGO E DO JOIO

Texto. Mt.13:24-30
Introdução

Na parábola de hoje um homem plantou sementes no seu campo, mas o inimigo plantou joio no mesmo campo. Uma vez que o trigo e o joio começaram a crescer juntos, os servos sugeriram que arrancassem o joio. O dono da lavoura não os deixou tirar o joio. Ele deixou o joio crescer junto com o trigo até a colheita, quando o trigo foi recolhido e o joio foi queimado.
I - ENTENDENDO A PARÁBOLA
1- O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno; Mt.13:38,
2- E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem Mt.13:37,
3- A semente é a palavra de Deus; Lucas 8:11
4- O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Mateus 13:39.
5- O Filho do homem os seus anjos, colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes Mt.13:41,42,

II - ESTUDANDO A PARÁBOLA
1- Jesus quis mostrar a que o reino de Deus é semelhante Mt Mt.13:24 b,
2- O dono da terra semeou boa semente (verdades genuínas, coisas legitimas) Mt.13:24 c, fala do que dispensou para igreja,
3- Porem os homens dormiram Mt.13:25 a (não foi o dono que dormiu, foram seus empregados) veio os inimigos dele (dono) e semeou o joio 13:25b (fala do inimigo que vem quando descuidamos e semeia coisas erradas) o segredo é não descuidar, não dormir,
4- Uma duvida típica de servo Mt.13:27, quem fez isto? É culpa de quem? e o patrão explica: foi algum inimigo 13:28ª, preste atenção na palavra inimigo, quem quer a mistura na igreja está a serviço do inimigo,
5- Quer que arranquemos? 13:28b, isto seria o mais sensato,
6- NÃO, o melhor seria “não agora” Mt.13:29, não por dó do joio e sim para não arrancar trigo junto (a pessoas que continuam na igreja e as vezes até com privilégios, não porque Deus o ama e sim para não prejudicar inocentes),
7- Porém vai chegar a hora Mt.13:30, pode deixar crescer, faz de conta que a pessoa vai se dar bem mesmo sendo joio, porem não é assim na pratica.

III - ESTA PARÁBOLA NÃO QUER DIZER QUE TEMOS DE DEIXAR O ERRO DENTRO DA IGREJA ATÉ O ARREBATAMENTO
1- Paulo instruiu a igreja dos Coríntios sobre como resolver o problema de imoralidade no meio da congregação. Ele usou palavras fortes para descrever a atitude certa em relação ao irmão que volta e permanece no pecado: I Coríntios 5:3-5,7,11,
2- Instruiu também os tessalonicenses: I Tessalonicenses 3:6,
3- Paulo resumiu bem a diferença entre a igreja e o mundo nesta parábola I Coríntios 5:13.

Conclusão

O joio sempre foi e sempre será encontrado no meio do trigo, atrapalhando, dando mau testemunho, trazendo escândalo, despregando o evangelho, e pode até acontecer de joio se transformar em trigo, o perigo é chegar a hora da colheita e isto não ter acontecido, ai o destino é o fogo.
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PARÁBOLA DA FIGUEIRA ESTERIL
Texto. Lc.13:6-9

Introdução

Na parábola de hoje veremos a ação de Deus para com Israel e a igreja que foram plantadas em boa terra, dado o tempo necessário para produzir, e como não frutificou foi arrancada para dar lugar a uma que produzisse. Esta parábola não pode ser confundida com a passagem de Jesus amaldiçoando a figueira em Mateus 21, a única relação é a ausência de frutos.

I - DEUS NÃO ACEITA O CRENTE ESTÉRIL
1- A igreja não deve brincar com a longanimidade de Deus Lc.13:7,
2- A igreja não deve cometer o erro que Israel cometeu e pagou caro Is.5:1-7,
3- O machado será posto na raiz das igrejas e crentes infrutíferos Lc.13:9; Mt.7:19. O principal motivo para a falta de frutos na igreja e na vida de vários crentes é a sensação de impunidade, arranjam desculpas de todos os tipos para não fazer o que Deus manda. Deus nunca mandara fazermos algo que não damos conta II Cor.3:5,

II - COMO PODEMOS DAR FRUTOS
1- Amando uns aos outros I Jô.3:14; 4:20, eu posso ate não gostar de alguém do corpo de Cristo, mas tenho que ama-lo em Cristo,
2- Dando bom testemunho I Cor.10:32, aqui está a maior necessidade de frutos na vinha do mestre, crentes que pregue com o testemunho,
3- Ajudando os necessitado Mt.10:42, mas o contrario também é verdade Mt.18:6, veja este esclarecimento Mt.25:44,45,
4- Contribuindo com a obra de Deus II Cor.9:7, quando o crente abre a mão para a obra de Deus, seja no dizimo ou nas ofertas, ele esta frutificando na vinha do mestre e o nome de Jesus é glorificado,
5- Trabalhando no reino Mt.10:8, que tarefa nobre. O salmista aconselha trabalhar pra Jesus com alegria Sl.100:2 e no 1:2, nos manda ter prazer nas coisas de Deus.

III - DAR FRUTO NA VINHA DE JESUS É PRAZEROSO
1- Mesmo no sofrimento At.5:40-42, quem decide dar frutos no reino de Deus irá sofrer, mas é um sofrimento gostoso,
2- O crente quando nasce de novo de verdade, ele dá frutos como sinal At.8:39,
3- Uma igreja que dá frutos, não precisa muito esforço, cada um faz sua parte e no final soma muito Mc.4:20,

Conclusão

Vimos hoje que dar frutos na ceara de Jesus não deve nunca ser apenas uma opção do crente e sim uma obrigação, ou talvez ate mais que isto, uma questão de sobrevivência.

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O PRUDENTE E O INSENSATO
Texto. Mt.7:24-28

Introdução

Na parábola de hoje o mestre visa nos orientar sobre a nossa edificação espiritual.

I – ANTES DE FALAR SOBRE O PRUDENTE E O INSENSATO VAMOS TIRAR ALGUMAS LIÇÕES DO SERMÃO DO MONTE
01- A mensagem nos Capítulos 5 a 7 de Mateus é chamada de sermão da montanha ou do monte, porque Jesus a pronunciou em um monte nas proximidades de Cafarnaum.
02- Porém antes de dirigir-se a tão grande numero de ouvintes, Jesus chamou seus discípulos à parte e advertiu-os sobre as tentações que enfrentariam como companheiros Dele.
03- Jesus disse-lhes que não esperassem fama e fortuna, mas pranto e perseguição, no entanto, Jesus lhes garantiu que seriam recompensados.
04- Não podemos usar a mensagem de Deus somente para promover nossos interesses pessoais.
05- Jesus começou seu sermão com palavras que parecem contradizer-se. Mas o modo de vida de Deus normalmente contradiz o do mundo. (se você deseja viver para Deus, deve estar pronto para dizer e fazer o que parece estranho para o mundo.

II – HÁ PELO MENOS QUATRO CONSIDERAÇÕES SOBRE AS BEM AVENTURANÇAS
1º São um código de ética para os discípulos e um padrão de conduta para todos os cristãos.
2º Contrastam os valores do reino, que é eterno com os terrenos, que são temporários.
3º Contrastam a fé superficial dos fariseus com a fé real que Cristo exige.
4º Existem algumas qualificações para entrar no Reino de Deus.

III - O PRUDENTE E O INSENSATO
1º Devemos construir a nossa vida na rocha em um alicerce firme, "Jesus" - Mt. 7.21 - 27
2º Jesus ensina sobre construir em um sólido alicerce. Lc. 6.49
3º Aquele que ouve a palavra de Jesus e pratica, é como o homem sábio que edificou a casa (sua vida e suas atividades) sobre a rocha (Cristo) resistindo assim a ação devastadora do tempo e da eternidade: as provações tentações e o julgamento.
4º O que ouve a palavra de Jesus e não a pratica, é como um insensato que constrói a casa da sua vida sobre os alicerces humanos do dinheiro, da cultura, dos títulos, da fama, da popularidade, da amizade errada. Os quais como a areia não resistem à ação demolidora dos intempéries da vida e do Juízo Final.
5º Edificam a casa sobre a rocha significa ser um discípulo que ouve e coloca em prática o que aprendeu.
6º A obediência é o sólido fundamente para que possamos resistir as tempestades da vida. (Tiago 1. 22 - 27)
7º Como uma casa feita de papelão, a vida do tolo se desmancha, reduzindo-se a pó.
8º Nem todo aquele que fala sobre o céu faz parte do reino de Deus.
9º Jesus está mais preocupado com o nosso comportamento do que com o nosso discurso.

Conclusão

Jesus quer que façamos o que é certo, e não apenas ensinemos o que é correto. A sua casa, que representa sua vida, resistirá as tempestades da vida apenas se você fizer o que é correto, em vez de apenas falar disto. Aquilo que você faz não pode ser diferente do que você diz crer.

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A LAMPADA DEBAIXO DA CAMA
Texto. Lc.8:16-18
Introdução
Esta parábola fala da nossa responsabilidade pessoal como crente em Jesus de compartilhar com as pessoas pregando a palavra e em especial com nosso testemunho aos milhões de vidas sem Cristo e escravas do pecado por este mundo a fora.

I - A IGREJA NÃO PODE SER OFUSCADA PELO MUNDO
1- A lâmpada não pode ser colocada em baixo da cama pois assim não cumpre sua razão de ser Fl.2:15,
2- A igreja não deve se adequar a conduta do mundo Hb.12:1, não podemos ser como “camaleões” que se adequam au lugar que está,
3- A igreja precisa resgatar seu brilho espiritual I Ts.5:4-6. Apague se o sol e o mundo deixará de existir por causa das trevas; esconda a luz da salvação sob o manto da hipocrisia ou do mal testemunho e a humanidade não dará um passo em direção a Deus.

II - A RESPONSABILIDADE DA IGREJA PERANTE O MUNDO
1- Ser um modelo de conduta da santidade Ef.5:11-14, como igreja precisamos bradar contra a iniqüidade, odiando o pecado e amando o pecador saindo debaixo da cama do comodismo Hb.1:9,
2- Ecoar sua voz de boas novas em mundo faminto II Rs.7:8,9, no inicio da era cristã a igreja assumiu esta responsabilidade e grande foi o resultado,
3- Não ser motivo de escárnio no mundo II Cor.6:3, não podemos continuar sendo esta igreja fosca, sem brilho, influencia em vez de influenciar,
4- Não perder seu tempo com assuntos sem importância e nem em ficar procurando desculpas Mt.25:24-30, não há mais tempo para subterfúgio ou mentiras.

III - A IGREJA DEVE EXAMIANR A SIM MESMA
1- Outro aspecto importante da parábola da lâmpada em baixo da cama é a frase “com a medida com que medis, sereis medidos” Mc.4:24,
2- A igreja precisa praticar o auto exame a luz da bíblia I Tm.4:16, Todos nos cristãos professos precisamos examinar a si mesmos para ver se a salvação é uma realidade em suas vidas, em bez de ficar apontando os erros dos outros II Cor.13:5,
3- A igreja deve ser o instrumento de Deus na terra para clarear a ignorância das pessoas sobre a salvação em Cristo Lc.8:16. sendo assim fica muito claro que cada crente, sem precisar mandar deve difundir as boas novas a fim de dissipar as trevas da ignorância que envolve o homem no pecado II Cor.4:4

Conclusão

Aprendemos hoje sobre o compromisso que cada crente deve ter em fazer sua luz brilhar através do seu comportamento e também da sua pregação do evangelho a fim de que o reino de Deus se instale na terra.
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OS PRIMEIROS ASSENTOS
Texto. Lc.14:7-14

Introdução

Hoje veremos o valor da humildade, humildade que revela o verdadeiro caráter do cristão em saber que nem sempre o aparecer, o ser reconhecido aqui na terra é o mais importante e sim como estamos sendo vistos diante de Deus.

I - OS CRISTÃOS DEVEM BUSCAR A HUMILDADE
1- Alguém disse que ser sábio de verdade é olhar para si mesmo e não ver motivo algum para ser orgulhoso Rm.7:24,
2- O orgulho é o elevado conceito que alguém faz de si próprio Jô.13:4,5,
3- O cristão deve sentir prazer em servir Fl.2:3-5. Muitos na igreja hoje só pensam em si mesmos, se darem bem, serem bem sucedidos, porem não é assim que deve ser. Na bíblia entre o verbo e o substantivo SERVIR a 850 referencias, que tal?
4- Precisamos identificar o que é realmente humildade, o que não é humildade:
    A- Comiseração, fazer de coitadinho,
    B- Achar que não da conta de fazer a obra de Deus,
    C- Fazer de injustiçado, cuidado com isto igreja, satanás usa muito esta tática,

II - FOMOS CHAMADOS PARA SERVIR
1- Servir no sentido cristão é esquecer de si mesmo e dedicar se a Deus, sua obra e ao próximo sem almejar qualquer recompensa aqui na terra Lc.14:12-14,
2- O cristão deve preservar a simplicidade de Cristo II Cor.11:3, Precisamos cuidar para não apartarmos as simplicidade que apredemos nos primórdios da nossa fé,
3- O cristão não deve fazer alarde de seus feitos no reino de Deus Pv.20:6, considerando se sempre servo inútil Lc.17:10,

III - OS PREJUIZOS DA SOBERBA
1- É rejeitado por Deus I Pd.5:5, toda criatura que escolhe este caminho encontra um Deus diferente: frio, sem piedade e que manifesta seu poder para destruição, temos visto muito isto hoje, pessoas que estava indo tudo bem, derrepente começa a se desmanchar Hb.3:12,13. Veja irmãos: quando achamos que não precisamos da exortação de nossos pastores ou lideres; quando sempre achamos que estamos certos; quando achamos que somos melhores que os outros, seja como pessoa ou para fazer algo; quando achamos que a obra que estamos fazendo esta tendo sucesso por causa de nós é porque já tornamos vitimas da soberba,
2- Envergonha o nome de Cristo Pv.17:21, sabe como se sente o pai de um filho metido a importante sem ser? É assim que Deus sente com os crentes exaltados,
3- A humildade identifica nossa dependência de Deus i Cor.12:9,10, a auto suficiência aguça o sentimento de orgulho, enquanto que a humildade intensifica o senso de dependência divina Jô.15:5.

Conclusão

Deus falou conosco, agora é cada um tomar a postura certa
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OS TALENTOS
Texto. Mt. 25:14-30

Introdução

Aprenderemos na doutrina de hoje a ter mais responsabilidade com a obra de Deus, e desempenhar os talentos que nos foram confiados.

I - TALENTOS SEGUNDO A CAPACIDADE
1- A medida da fé e capacidade Rm.12:6; I Pd.4:11, Deus é justo também nesta parte,
2- A capacidade do crente (cada um de nos temos uma capacidade) Deus sabe disto e explora esta parte Mt.25:15
3- A capacidade de Deus no crente II Cor.3:5,6; Jô.15:5, esta é diferente, independe de nós,
4- Para reflexão Is.49:4, as vezes pesamos que nosso esforço esta sendo em vão, mas é engano, o galardão virá,

II - O SERVO FIEL
1- Ele teve prazer de prestar contas, tinha feito sua parte MT.25:20
2- Recebeu a missão e começou logo MT.25:16, quem quer da jeito, quem não quer da desculpa,
3- Trabalhou com amor e o resultado apareceu MT.25:17, não tem mistério igreja, faz sua parte que vai dar certo,
4- Foi fiel no pouco e recebeu a recompensa Mt.25:22,23; 24:45-47

III - O SERVO INFIEL
1- Ele tinha capacidade Mt.25:15
2- Mas não a usou (fez o que deu na sua cabeça) Mt.25:18
3- A explicação usada Mt.25:24,25, veja no que da as desculpas,
A- Quis colocar a culpa em Deus Gn.3:12; Lm.3:39
4- O Senhor não aceitou Mt.25:26, Deus não é como o homem,
5- A sentença divina Mt.25:28-30; Jô.15:2, irmãos, isto aqui é sério.

IV - PRINCIPAIS LIÇÕES TIRADAS
1- Todos na igreja tem talentos Mt.25:15
2- Pode até demorar, mas o Senhor vem II Pd.3:9; I Pd.4:5
3- Despertemos enquanto é dia II Tm.1:6
4- Para ouvirmos estas doces palavras Mt.25:23

Conclusão

Que Deus nos guarde de desperdiçarmos os talentos e as oportunidades que temos recebido para trabalharmos na sua obra e sermos úteis ao seu reino.
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TRÊS COISAS PERDIDAS
Texto. Lc.15:3-24

Introdução

Estamos encerrando hoje esta serie de lições doutrinarias sobre parábolas de Jesus e faremos estudando as três parábolas de Lucas 15 que trata de três coisas perdidas e que foram encontradas. Deus tem algo a nos falar nesta parte.

I - UMA OVELHA PERDIDA
1- Esta ovelha fala de:
    A- Um crente afastado,
    B- Um familiar desviado ou distante do convívio,
    C- Uma amizade perdida,
2- O que a parábola ensina para achar Lc.15:4b:
    A- Deixa o que esta seguro Mc.8:36; Lc.9:25, não adianta ficarmos preso a princípios que achamos serem o certo se estamos perdendo algo que o dinheiro ano compra, não foi pelo valor financeiro que ele foi atrás desta única ovelha e sim pelo valor sentimental,
    B- Esforçar, ter atitude PV.24:11,12, para buscar o que está se perdendo é preciso ação, so conversa não resolve.
3- A alegria de achar a ovelha Lc.15:5, a igreja precisa esforçar pela salvação das almas e alegrar quando isto acontecer.

II - UMA DRACMA PERDIDA
1- Novamente a importância não está no valor financeiro ou na proporcionalidade Lc.15:8ª, este é nosso problema; estamos perdendo valores espirituais, morais e outros, porem achamos que não significa muito,
2- Mas esta mulher nos da o exemplo Lc.15:8b, não se conformou, não deixou para depois, vamos fazer assim amada igreja,
3- Após encontrar fez festa Lc.15:9, precisamos aprender isto, comemorar as conquistas espirituais e materiais.

III - UM FILHO PERDIDO
1- Uma decisão louca:
    A- Sair da casa do pai Lc.12,13a, quantos estão fazendo isto hoje e quantos aqui estão pensando em fazer,
    B- Saiu levando: saúde, moral, bens Lc.15:13b, deixar a casa dos pais ou a casa de Deus é loucura,
    C- Depois que saiu só perdeu Lc.15:14a:
         a) Finanças Lc.15:14b, satanás esta de olho no que temos,
         b) Dignidade Lc.15:15, satanás também se interessa no que somos, de filho de rico a cuidador de porcos de terceiros,
         c) Sustento Lc.15:16, satanás deseja tirar ate nossa refeição.
2- Uma decisão sábia:
    A- Caiu em si Lc.15:17, este texto mostra que todo desviado esta fora de si, o dia que ele cair em si, volta,
    B- Voltar por baixo, humilde Lc.15:18,19. saiu por cima, pisando em tudo e todos, agora volta arrastando, ainda bem,
    C- Foi recebido com amor Lc.15:20, a igreja e as famílias precisam fazer hoje o papel deste pai, receber seus pródigos com amor, sem discriminação, hoje são eles, amanhã pode ser nós.

Conclusão

Que as lições desta série de estudos possa ter ajudado na sua formação cristã e mudado cada um de nós para melhor.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

“O que a Bíblia diz sobre a fofoca?”


A palavra hebraica para fofoca no Velho Testamento é definida como alguém que revela segredos, agindo como um mexeriqueiro. Isso é alguém que conseguiu descobrir segredos sobre outras pessoas e suas famílias para então sair de casa em casa contando o que descobriu, para o grande detrimento daqueles que confiaram nessa pessoa, assim como para as pessoas que escutam o que não era para escutarem. Podemos distinguir fofoca de compartilhar informações através da intenção.

O mexeriqueiro tem como objetivo melhorar a sua própria imagem ao fazer outras pessoas parecerem más e ao exaltar seu conhecimento superior de outras pessoas. No livro de Romanos, Paulo revela a natureza pecaminosa da humanidade ao afirmar como Deus está derramando Sua ira sobre aqueles que rejeitam Suas leis. Por terem rejeitado as instruções e direção de Deus, Ele os entregou às suas naturezas pecaminosas. “Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem” (Romanos 1:29-32). Podemos ver dessa passagem quão sério é ser mexeriqueiro e como isso é uma característica daqueles que estão sob a ira de Deus.

Um outro grupo que era e é conhecido por participar nesse comportamento pecaminoso são as viúvas. Timóteo adverte as viúvas para não serem mexeriqueiras ou ociosas. “Tendo já a sua condenação por haverem aniquilado a primeira fé. E, além disto, aprendem também a andar ociosas de casa em casa; e não só ociosas, mas também paroleiras e curiosas, falando o que não convém” (1 Timóteo 5:12-13). Porque as mulheres tendem passar muito tempo com outras mulheres em seus lares, trabalhando juntamente com essas mulheres e se envolvendo na vida de muitas pessoas, elas escutam e observam uma variedade de conversas e situações que têm o potencial de serem destorcidas, se o que verem não for mantido confidencial. Timóteo afirmou que as viúvas criam o hábito de ir de casa em casa, procurando por algo para ocupar sua ociosidade. Cabeça vazia é a oficina do diabo, e Deus nos adverte contra deixar que esse pecado entre em nossas vidas.

“O que anda tagarelando revela o segredo; não te intrometas com o que lisonjeia com os seus lábios”(Provérbios 20:19).

Esse pecado não é comum apenas às mulheres. Qualquer pessoa pode acabar participando de uma fofoca ao repetir algo que escutaram que era para ser um segredo. O livro de Provérbios tem uma longa lista de versículos sobre os perigos da fofoca e sobre a dor que pode resultar da falta de cuidado de pensar em outras pessoas e como podem reagir se algo que queriam que permanecesse em segredo fosse revelado. “O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado. O mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto” (Provérbios 11:12-13).

A Bíblia nos diz que “o homem perverso instiga a contenda, e o intrigante separa os maiores amigos” (Provérbios 16:28). Muitas amizades já foram destruídas por causa de algum engano que começou com uma fofoca. Aqueles que se entregam a esse comportamento nada mais fazem além de criar confusão e causar ira e amargura, sem falar da dor, entre amigos. Triste dizer que algumas pessoas adoram isso e procuram por oportunidades de destruir outras pessoas. Quando essas pessoas são confrontadas pelo seu hábito, elas negam essas alegações e respondem com desculpas e racionalizações. Ao invés de admitir o erro, elas culpam algo ou alguém mais, além de tentarem fazer com que o pecado não pareça tão ruim. “A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma. As palavras do mexeriqueiro são como doces bocados; elas descem ao íntimo do ventre” (Provérbios 18:7-8). O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias (Provérbios 21:23).

Dessa mesma forma devemos guardar nossas línguas e deixar de participar nesse ato pecaminoso de fofoca. Se entregarmos nossos desejos naturais ao Senhor, Ele vai nos ajudar a permanecer retos. Deus recompensa o justo e o íntegro, então devemos nos esforçar para permanecer assim.

Encaminhado pela seminarista Janaína.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A IMPRESSIONANTE COERÊNCIA DA BÍBLIA

Centenas de livros já foram escritos sobre as evidências da inspiração divina da Bíblia. Estas evidências são muitas e variadas. Infelizmente, esses livros não são tão lidos atualmente o quanto seria desejável. Na verdade, a maioria das pessoas que questionam a veracidade da Bíblia nunca a leram, ou só pequenas partes! Estas pessoas tendem a aceitar a crença popular de que a Bíblia está cheia de erros e que não é importante no nosso mundo moderno.

Entretanto, os escritores da Bíblia afirmam repetidas vezes que eles transmitiam a própria Palavra de Deus: infalível e tendo autoridade em si própria no mais alto grau possível. Este é uma afirmação muito forte para um escritor e se os cerca de quarenta homens que escreveram as Escrituras estavam errados, então eles estavam ou a mentir, ou eram loucos, ou as duas coisas.

Mas, por outro lado, se o maior e mais influente livro de todas as épocas – um livro que contém a mais bela literatura e o mais perfeito código moral já imaginado – foi escrito por um grupo de fanáticos, então há alguma esperança de encontrar sentido e propósito neste mundo?

Se alguém investigar seriamente as evidências bíblicas, esta pessoa irá descobrir que a afirmação de ser divinamente inspirada (declarada cerca de 3.000 vezes na Bíblia de diversas formas) é amplamente justificada.

Profecias cumpridas

Umas das mais incríveis evidências para a inspiração divina da Bíblia são as profecias que se cumpriram. Centenas de profecias feitas na Bíblia tiveram o seu cumprimento até ao último detalhe. E a maioria delas foi cumprida quando o seu escritor já tinha morrido.

Por exemplo: Em cerca de 538 AC (Daniel 9.24-27), Daniel, o profeta, predisse que Jesus viria como o Salvador e Príncipe prometido para Israel exatamente 483 anos depois que o imperador persa desse aos judeus permissão para reconstruir a cidade de Jerusalém que estava em ruínas nesta época. Essa profecia foi clara e definitivamente cumprida no tempo exato.

A Bíblia também contém uma grande quantidade de profecias sobre as nações e cidades específicas ao longo da história, todas foram literalmente cumpridas. Mais de 300 profecias foram cumpridas pelo próprio Jesus Cristo durante a sua primeira vinda. Outras profecias referem a difusão do Cristianismo pelo mundo, falsas religiões e muitos outros assuntos.

Não há outro livro, antigo ou moderno, como a Bíblia. As profecias vagas e geralmente errôneas, feitas por pessoas como Jeanne Dixon, Nostradamus, Edgar Cayce e outros como eles, não podem, nem de longe, serem colocadas na mesma categoria das profecias bíblicas. Nem outros livros religiosos como o Alcorão, os escritos de Confúcio e literatura religiosa similar. Somente a Bíblia manifesta esta evidência profética e ela a faz em uma escala tão gigantesca que torna absurda qualquer outra explicação que não a sua inspiração divina.

Uma autoridade histórica única

A consistência histórica das Escrituras é também uma classe de evidências por si só, infinitamente superior aos registos escritos deixados pelo Egito, Assíria e outras nações antigas. As confirmações arqueológicas do registo bíblico são quase inumeráveis. O Dr. Nelson Glueck, a maior autoridade em arqueologia israelita, disse:

“Nenhuma descoberta arqueológica contradisse qualquer referência bíblica. Dezenas de achados arqueológicos foram feitos que confirmam em exacto detalhe as declarações históricas feitas pela Bíblia. E, da mesma maneira, uma avaliação própria de descrições bíblicas tem geralmente levado a fascinantes descobertas no campo da arqueologia moderna.”

Autoridade científica

Uma outra espantosa evidência da inspiração divina da Bíblia é o fato de que muitos princípios da ciência moderna foram registados como fatos da natureza na Bíblia muito antes que qualquer cientista os confirmasse experimentalmente. Uma amostra inclui:

A terra redonda (Isaías 40.22)

A quase infinita extensão do universo (Isaías 55.9)

A lei da conservação de massa e energia (II Pedro 3+7)

O ciclo hidrológico (Eclesiastes 1+7)

O vasto número de estrelas (Jeremias 33+22)

A lei do aumento da entropia (Salmo 102+25-27)

A suma importância do sangue para a vida (Levítico 17+11)

A circulação atmosférica (Eclesiastes 1+6)

O campo gravitacional (Jó 26+7)

e muitos outros

Estes fatos obviamente não são referenciados nas grandes enciclopédias da ciência moderna, mas em termos da experiência básica no homem no dia-a-dia. Ainda assim, eles estão completamente de acordo com as descobertas modernas da ciência.

É significativo também que nenhum erro foi demonstrado na Bíblia, seja em ciência, história ou qualquer outro assunto. Muitos erros foram realmente declarados, mas eruditos bíblicos foram sempre capazes de encontrar soluções para esses problemas.

Estrutura única

A incrível estrutura da Bíblia deve ser colocada em perspectiva também. Embora ela seja uma colecção de 66 livros, escritos por cerca de quarenta homens ao longo de um período de cerca de 2.000 anos, a Bíblia ainda assim é um só livro, em perfeita unidade e consistência.

Os escritores na época em que escreviam, não faziam ideia de que, os seus escritos seriam incorporados num só livro. No entanto, cada um desses escritos individuais preenche perfeitamente o seu lugar e serve a um único propósito. Qualquer pessoa que estude diligentemente a Bíblia irá encontrar padrões estruturais e matemáticos cuidadosamente bordados no seu tecido com uma intrincada simetria que não são passíveis de explicação através do acaso ou coincidência.

E o tema que a Bíblia desenvolve consistente e grandiosamente do Génesis ao Apocalipse é o majestoso trabalho de Deus na criação do universo e a redenção de todas as coisas através de seu único filho, o Senhor Jesus Cristo.

O efeito único da Bíblia

A Bíblia também é única no efeito sobre os homens tanto individual como sobre a história das nações. Ela é o livro mais vendido de todas as épocas, tocando corações e mentes, amada por pelo menos uma pessoa em qualquer raça, nação ou tribo para a qual foi levada. Ricos ou pobres, educados ou simples, reis ou plebeus, homens de qualquer origem ou modo de vida já forma atingidos por esse livro. Nenhum outro livro jamais teve tal apelo universal ou produziu efeitos tão duradouros.

Uma evidência final de que a Bíblia é verdadeira é o testemunho dos que acreditaram nela. Multidões de pessoas, no passado e no presente, descobriram por experiência própria que suas promessas são verdadeiras, seu conselho é confiável, seus comandos e restrições são sábios e que sua maravilhosa mensagem de salvação vai ao encontro de qualquer necessidade para todo o tempo e eternidade.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A verdade sobre o arrebatamento


Eliézer Feliciano

Uma pesquisa recente da revista U.S. News & World Report descobriu que 61 por cento dos americanos acreditam que Jesus Cristo vai voltar à terra, e 44 por cento acreditam no Arrebatamento da Igreja.[1] O que é o Arrebatamento? Com tamanha certeza popular, por que há tanta confusão interpretativa a respeito desses acontecimentos? A doutrina do Arrebatamento pré-tribulacional é um ensino bíblico importante não apenas por oferecer percepções interessantes sobre o futuro, mas também porque oferece aos crentes motivação para a vida contemporânea.

O Arrebatamento pré-tribulacional ensina que, antes do período de sete anos conhecido como Tribulação, todos os membros do corpo de Cristo (tanto os vivos quanto os mortos) serão arrebatados nos ares para o encontro com Jesus Cristo e depois serão levados ao céu.

O ensino do Arrebatamento é mais claramente apresentado em 1 Tessalonicenses 4.13-18. Nessa passagem Paulo informa seus leitores de que os crentes que estiverem vivos por ocasião do Arrebatamento serão reunidos aos que morreram em Cristo antes deles. No versículo 17 a palavra “arrebatados” traduz a palavra grega harpazo, que significa “dominar por meio de força” ou “capturar”. Essa palavra é usada 14 vezes no Novo Testamento Grego de várias maneiras diferentes.

Ocasionalmente o Novo Testamento usa harpazo com o sentido de “roubar”, “arrastar” ou “carregar para longe” (Mateus 12.29; João 10.12). Também pode ser usada com o sentido de “levar embora com uso de força” (João 6.15; 10.28-29; Atos 23.10; Judas 23). No entanto, para nossos propósitos, um terceiro uso é mais significativo. Diz respeito ao Espírito Santo levando alguém de um lugar para outro. Encontramos esse uso em quatro ocorrências (Atos 8.39; 2 Coríntios 12.2, 4; 1 Tessalonicenses 4.17; Apocalipse 12.5).[2]

Esse último uso é ilustrado em Atos 8.39, quando Filipe, ao completar o batismo do oficial etíope, é “arrebatado” e divinamente transportado do deserto até a cidade costeira de Azoto. De modo semelhante, a Igreja será, num momento, levada da terra ao céu. Não deve-se estranhar, portanto, que um autor contemporâneo tenha chamado esse evento peculiar de “O Grande Seqüestro”.[...]

Por que a doutrina da iminência é significativa para o Arrebatamento?

O ensino neo-testamentário de que Cristo poderia voltar a qualquer momento e arrebatar a Sua Igreja sem sinais ou advertências prévios (i.e. iminência) é um argumento tão poderoso em favor do pré-tribulacionismo que se tornou uma das doutrinas mais ferozmente atacadas pelos oponentes da posição pré-tribulacionista. Eles percebem que, se o Novo Testamento de fato ensinar a iminência, um arrebatametno pré-tribulacional estará praticamente assegurado.

Definição de Iminência

Qual é a definição bíblica de iminência? O Dr. Renald Showers define e descreve iminência da seguinte maneira:

1) Um acontecimento iminente é aquele que está sempre “pairando acima de alguém, constantemente prestes a vir sobre ou a alcançar alguém; próximo quanto à sua ocorrência” (The Oxford English Dictionary, 1901, V. 66). Assim, a iminência traz consigo o sentido de que algo pode acontecer a qualquer momento. Outras coisas podemacontecer antes do evento iminente, mas nada precisa acontecer antes que ele aconteça. Se alguma coisa precisa acontecer antes de determinado evento ocorrer, tal evento não é iminente. Em outras palavras, a necessidade de que algo ocorra antes destrói o conceito de iminência.

2) Uma vez que é impossível saber exatamente quando ocorrerá um evento iminente, não se pode contar com a passagem de determinado período de tempo antes que tal evento iminente ocorra. À luz disso, é preciso estar sempre preparado para que ele aconteça a qualquer momento.

3) Não se pode legitimamente estabelecer direta ou implicitamente uma data para sua ocorrência. Assim que alguém marca uma data para um evento iminente, destrói o conceito de iminência, porque ao fazer isso afirma que um determinado intervalo de tempo deve transcorrer antes que tal evento ocorra. Uma data específica para um evento é contrária ao conceito de que tal evento possa ocorrer a qualquer momento.

4) É impossível dizer legitimamente que um evento iminente vai acontecer em breve. A expressão “em breve” implica que tal evento precisa ocorrer “dentro de um tempo pequeno (depois de um ponto específico designado ou implícito)”. Em termos de contraste, um evento iminente pode ocorrer dentro de um pequeno intervalo de tempo, mas não precisa fazê-lo para ser iminente. Espero que você perceba, agora, que “iminente” não é igual a “em breve”.[3]

O fato de que Jesus Cristo pode voltar a qualquer momento, mesmo que não necessariamente em breve, e sem a necessidade de qualquer sinal anterior à Sua vinda, requer o tipo de iminência ensinado pela posição pré-tribulacionista e é um forte apoio ao pré-tribulacionismo.

Que passagens do Novo Testamento ensinam essa verdade? Os versículos que afirmam a volta de Cristo a qualquer momento, sem aviso prévio, e aqueles que instruem os crentes a esperar e aguardar a vinda do Senhor ensinam a doutrina da iminência.

Observem-se as seguintes passagens do Novo Testamento:

• 1 Coríntios 1.7 – “…aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo”.

• 1 Coríntios 16.22 – “Maranata!”

• Filipenses 3.20 – “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”.

• Filipenses 4.5 – “Perto está o Senhor”.

• 1 Tessalonicenses 1.10 – “e para aguardardes dos céus o Seu Filho…”.

• 1 Tessalonicenses 4.15-18 – “Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”.

• 1 Tessalonicenses 5.6 – “Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios”.

• 1 Timóteo 6.14 – “que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo”.

• Tito 2.13 – “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus”.

• Hebreus 9.28 – “assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação”.

• Tiago 5.7-9 – “Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor… pois a vinda do Senhor está próxima… Eis que o Juiz está às portas”.

• 1 Pedro 1.13 – “Por isso,… sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo”.

• Judas 21 – “guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna”.

• Apocalipse 3.11; 22.7, 12, 20 – “Eis que venho sem demora!”

• Apocalipse 22.17, 20 – “O Espírito e a Noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem.

Aquele que dá testemunho destas cousas diz: Certamente venho sem demora. Amém. Vem, Senhor Jesus!”

Ao considerarmos as passagens mencionadas acima, observamos que Cristo pode voltar a qualquer momento, que o Arrebatamento é de fato iminente. Somente o pré-tribulacionismo pode dar um sentido pleno, literal, a tal acontecimento iminente. Outras posições sobre o Arrebatamento precisam redefinir iminência de maneira mais elástica do que indica o Novo Testamento. O Dr. John Walvoord declara: “A exortação a que aguardemos a ‘manifestação da glória’ de Cristo para os Seus (Tito 2.13) perde seu significado se a Tribulação tiver que ocorrer antes. Fosse esse o caso, os crentes deveriam observar os sinais.”[4] Se a posição pré-tribulacionista sobre a iminência não for aceita, então haverá sentido em procurar identificar os eventos relacionados à Tribulação (i.e., o Anticristo, as duas testemunhas, etc.) e não em esperar o próprio Cristo. O Novo Testamento, todavia, como demonstrado acima, uniformemente instrui a Igreja a olhar para a volta de Cristo, ao passo que os santos da Tribulação são exortados a observar os sinais.

A exortação neo-testamentária a que nos consolemos mutuamente pela volta de Cristo (João 14.1; 1 Tessalonicenses 4.18) não mais teria sentido se os crentes tivessem, primeiro, que passar por qualquer porção da Tribulação. Em vez disso, o consolo teria que esperar a passagem pelos eventos da Tribulação. Não! A Igreja recebeu uma “bendita esperança”, em parte porque a volta do Senhor é, de fato, iminente.

A Igreja primitiva tinha uma saudação especial que os crentes só usavam entre si, conforme registrado em 1 Coríntios 16.22: a palavra “Maranata!” Esta palavra é constituída de três termos aramaicos: Mar (“Senhor”), ana (“nosso”), e tha (“vem”), significando, assim, “Vem, nosso Senhor!” Como outras passagens do Novo Testamento, “Maranata” só faz sentido se uma vinda iminente, ou seja, a qualquer momento, for pressuposta. Isso também serve de apoio à posição pré-tribulacionista.

Não foi à toa que os antigos cristãos cunharam essa saudação peculiar que reflete uma ansiosa expectativa pelo cumprimento dessa bendita esperança como uma presença real em suas vidas cotidianas. A vida da Igreja em nossos dias só teria a melhorar se “Maranata” voltasse a ser uma saudação sincera nos lábios de crentes que vivem com esta expectativa. Maranata! (Thomas Ice eTimothy Demy – http://www.chamada.com.br)

1.Jeffrey L. Sheler, “The Christmas Covenant”. U.S. News & World Report, 19 de dezembro de 1994, pp. 62, 64.

2.Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, “harpazo”, editado por Colin Brown. Vida Nova, São Paulo, 1982. Volume 1, p. 239-243.

3.Ibid., pp. 127-128.

4.Walvoord, The Rapture Question, p. 273.

Extraído do livro A Verdade Sobre O Arrebatamento.