VIDAS

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domingo, 5 de fevereiro de 2017

O Destino de Deus para Árabes e Judeus



Cada vez que nos reunimos com líderes cristãos árabes, seja localmente aqui em Israel ou no contexto do Global Gathering (Ajuntamento Global), há novos níveis de revelação sobre o destino de Deus para árabes e judeus. Neste último Ajuntamento em Jerusalém, um dos pastores árabes ressaltou que houve apenas 4 pessoas na Bíblia que receberam seus nomes antes do nascimento: Ismael, Isaque, João Batista e Yeshua. 

Ele viu um paralelo entre Isaque e Yeshua e, portanto, um paralelo entre Ismael e João Batista. Em outras palavras, o destino da comunidade cristã árabe era preparar o caminho para o avivamento do fim dos tempos, o remanescente messiânico em Israel e a Segunda Vinda, da mesma forma que João preparou o caminho para a primeira vinda de Yeshua.

Focando no Positivo

Houve muitos pecados e erros nas biografias pessoais dos nossos antepassados, incluindo Agar e Ismael, e Abraão e Sara. Apesar desses pecados e erros, Deus ainda tem um destino para o povo judeu e também para os árabes. Temos um grande desafio de ver além das histórias negativas dos nossos povos a fim de encontrar o destino positivo de Deus para cada um.
Até mesmo o pensamento de que os povos árabes têm um destino positivo é escandaloso para alguns de nós judeus; talvez da mesma maneira que o destino do povo judeu é escandaloso para alguns cristãos e árabes. O destino de Ismael e dos povos árabes está ligado ao povo judeu por causa da aliança messiânica que veio através de Isaque. Judeus messiânicos e cristãos árabes precisam uns dos outros.

Plano Predestinado

Ismael foi circuncidado na aliança abraâmica antes que Isaque tivesse sequer nascido. Deus prometeu abençoá-lo, e lhe deu um nome antes do seu nascimento porque tinha um plano predestinado para ele. Um pastor egípcio compartilhou comigo que Ismael, e portanto o povo árabe hoje, foram destinados para ser o “irmão mais velho” protetor de Isaque. Ismael era forte como um guerreiro e próspero. 

Os líderes cristãos árabes de hoje estão começando a ver um destino divino de ajudar a comunidade judaico-messiânica em Israel, e a reconhecer o propósito de Deus em sua aliança com a nação de Israel. Vamos nos lembrar de que em cada nação, o destino de Deus não se encontra na “maioria incrédula”, mas na “minoria que crê”. Isso é verdadeiro para a Europa, a Ásia, a América, a África e para os árabes e judeus.

Os povos árabes possuem um destino positivo que foi predestinado por Deus. Esse destino não está nos extremistas ou políticos islâmicos, mas na comunidade árabe cristã; os que nasceram de novo, que são cheios do Espírito, o remanescente que crê na Bíblia estabelecido em cada nação. Estamos em aliança com eles através da nossa fé mútua em Yeshua, e cremos que se posicionarão conosco e a favor da nossa nação nos tempos difíceis por vir.

Asher Intrater

O Quê? Eu disse SIM para VOCÊ também?



Na semana passada, tive dois sonhos sobre casamento. Num deles, eu estava casada com um judeu etíope e no outro com um cristão árabe. Durante o último encontro Jerusalem Global Gathering, tive uma nova revelação: quando disse SIM a Yeshua como meu Senhor e Salvador, também disse SIM a um relacionamento de aliança semelhante ao casamento com as pessoas de todos os povos, tribos e línguas que também disseram SIM a ele.

Esse “casamento” é o resultado de todos nós sermos um Corpo de Cristo por causa da Nova Aliança. Isso também é conhecido como o Novo Homem. Nesse tipo de relacionamento, também sou chamada para cuidar de outros membros do Corpo de Cristo da mesma forma que cuido do meu próprio marido. Quando meu marido adoece ou passa por um período difícil, eu entro em ação para servi-lo e apoiá-lo. Portanto, eu deveria ter a mesma atitude e reação quando companheiros cristãos passam por dificuldades, pois, espiritualmente falando, somos casados.

Liat Archer

Notícias



Acampamento de Jovens Katzir Chanukkah

Durante o acampamento de três dias, jovens messiânicos de todo o Israel foram incentivados a criar e fortalecer relacionamentos saudáveis uns com os outros por meio de atividades competitivas, caminhadas ao ar livre, e jogos de Chanukkah. Mas mais do que diversão e comunhão, o tema do acampamento era “Prove e Veja!” Nosso objetivo era levar os jovens a buscar e cultivar experiências pessoais e íntimas com Yeshua através de momentos de adoração, ensino e de suas próprias interações entre si.

Muriel, uma jovem que estava tendo dificuldades na escola, foi rotulada como uma “estranha” pelos seus colegas de escola e pensava que era a única messiânica em sua escola. Contudo, apenas algumas horas depois que oramos e pedimos a Deus que lhe enviasse outra pessoa que compartilhasse da sua fé, ela fez amizade com alguém em Katzir, que também era da sua escola! Outros jovens compartilharam testemunhos de experiências pessoais com o Senhor que os fortaleceram e os lembraram da sua necessidade de serem totalmente dependentes dele, de mudar o foco de si mesmos para os outros, e a diariamente vencer a tentação pelo poder do Espírito Santo.

Sarah Zingerman

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Nova Era dos Atos dos Apóstolos

Na virada do ano de 2016 para 2017, durante nossa conferência no Brasil, enquanto orávamos, senti o Espírito do Senhor dizendo em meu coração para “retornar a uma nova era dos atos dos apóstolos".

Por décadas, temos olhado para o livro de “Atos dos Apóstolos” como o padrão para o ministério. Desde 1984, sentimos o Senhor nos direcionando para restaurar uma equipe apostólica judaico-messiânica. No Revive Israel, adotamos Atos 1 como nossa visão principal a fim de concluir o que a primeira equipe apostólica em Jerusalém havia começado. Em Ahavat Yeshua, adotamos Atos 2 como nossa visão principal para a congregação em Jerusalém. Em Tiferet Yeshua, temos abraçado a promessa para que a região metropolitana de Tel Aviv seja salva de acordo com Atos 9 e para que Tiferet Yeshua se torne uma congregação que envie missionários como a de Antioquia em Atos 13. Em Tikkun International, buscamos uma unidade de cooperação com outras redes apostólicas baseado na reunião de apóstolos e presbíteros em Atos 15.

A maioria dos ministérios de restauração olham para o livro de Atos como modelo para sua obra. Mas senti essa palavra de “retornar a uma nova era dos atos dos apóstolos” com um sentido bem diferente: não apenas um padrão, mas uma “era” – como mencionado em 1 Coríntios 10.11: “...de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.”

Em Atos 2, o Espírito Santo foi derramado por volta do ano 33 d.C. Há evidências de que o apóstolo Paulo tenha sido decapitado aproximadamente em 67 d.C. A cidade de Jerusalém foi destruída em 70 d.C. Apesar de João ter vivido e continuado a escrever até cerca de 90 d.C., o trabalho mais intenso realizado durante o tempo do livro de Atos já tinha sido finalizado. Embora avivamentos apostólicos tenham certamente continuado ao redor do mundo, houve uma janela relativamente curta de tempo pouco depois do ano 30 d.C. e antes de 70 d.C. na qual toda a “atividade” do livro de Atos aconteceu.

Qual era o “fim dos tempos” para Paulo e os outros discípulos? Na geração deles, era a destruição de Jerusalém em 70 d.C. Viria um outro “fim dos tempos” logo antes da Segunda Vinda (provavelmente em nossa geração). Já havia acontecido um “fim dos tempos” anteriormente na destruição de Jerusalém em 586 a.C. e outro antes disso no tempo de Noé (2 Pedro 3.5-10). Haverá ainda mais um no final do Reino Milenar (Apocalipse 20-21).

Yeshua, Pedro, Paulo e João, todos fizeram referência a um duplo “fim”, um em sua própria geração e outro prestes a acontecer nos nossos dias (Mateus 24.3). Por esta razão, há uma sobreposição de profecias quando o assunto é o fim dos tempos. A primeira era dos apóstolos ocorreu logo antes do “fim dos tempos” da sua época. Essa nova era dos apóstolos ocorrerá logo antes do “fim dos tempos” da nossa geração. Ambos envolvem a destruição de Jerusalém.

A primeira Era Apostólica aconteceu pouco depois da ascensão de Yeshua da terra ao céu. Estamos no período pouco antes da sua descida de volta do céu para a terra. Um fator peculiar desses dois períodos de tempo é a sobreposição da Eclésia internacional com a comunidade messiânica em Israel. Antes de 33 d.C., não havia eclésia. Depois de 70 d.C. não havia mais Israel. Durante essa única geração, tanto a eclésia quanto o remanescente messiânico estavam funcionando, um ao lado do outro. Pela primeira vez em 2 mil anos, a coexistência dos dois voltou a existir.

Não sabemos exatamente como calcular essa janela atual de oportunidade. Será que ela começou em 2000 d.C e terminará em 2040? Ou está começando agora em 2017 e terminará em algum momento dos próximos 30 a 40 anos? Não sei dizer.

Contudo, as condições do livro de Atos estão se alinhando novamente como nunca antes na História. O alinhamento entre uma eclésia reavivada e apostólica em todas as nações e um remanescente messiânico reavivado e apostólico em Israel está acontecendo agora pela primeira vez. Não tinha nenhuma chance para que esse alinhamento ocorresse nas gerações anteriores.

Está havendo uma aceleração do relógio para as nações, para Israel, para a Igreja, para as comunicações, para a revelação, para o avivamento, para a perseguição, para o término da grande comissão de Atos 1.18, para o derramamento do Espírito sobre toda a carne de acordo com Atos 2.17 e para a restauração de todas as coisas como descrito em Atos 3.21. O ano de 2017 representa um avanço marcante, um “recomeço” para que as profecias apostólicas e apocalípticas se cumpram.

Asher Intrater

sábado, 28 de janeiro de 2017

DEVOCIONAL - 29 DE JANEIRO DE 20217

Deus está no meio dela, não será abalada; Deus a ajudará ao romper da manhã. (Sl 46.5)

"Não será abalada" — que declaração inspiradora. Será que nós, tão facilmente agitados pelas coisas da terra, ainda veremos o dia em que nada poderá abalar a nossa calma? Sim, isto é possível. O apóstolo o conheceu. Quando estava a caminho de Jerusalém, sabendo que o esperavam "cadeias e tribulações", pôde dizer triunfantemente: "Em nada considero a vida preciosa para mim mesmo".

Tudo o que podia ser sacudido, na vida de Paulo, havia sido sacudido, e ele não mais contava por preciosa a sua vida nem nada que possuísse. E nós, se apenas deixarmos que Deus faça conosco o que quiser, podemos provar a mesma coisa, experimentando que nem as pequenas preocupações da vida nem as grandes e pesadas provas podem ter o poder de mover-nos da paz que excede o entendimento. Isso é o que está assegurado na Palavra como a porção dos que aprenderam a descansar só em Deus.

"Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá." Ser inabalável como uma coluna na casa de nosso Deus é um fim pelo qual de bom grado suportaríamos todas as sacudidas porventura necessárias. — Hannah Whitall Smith

Quando Deus está no meio de um reino ou cidade, Ele o faz firme como o monte de Sião, que não se abala. Quando Ele está no centro de uma vida, embora as calamidades a cerquem de todos os lados e rujam como as ondas do mar, contudo há uma constante calma no seu interior, uma tal paz, a qual o mundo não pode dar nem tirar. O que é que leva o homem a ficar agitado como as folhas, a qualquer rajada de perigo, se não que, em vez de estar Deus em seu coração, ali está o mundo? —Archbishop Leighton

"Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, firme para sempre."

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

DEVOCIONAL - 27 de Janeiro de 2017.


Ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar. (1 Pe 5.20)

Para entrarmos em um novo relacionamento com Cristo em nossa vida, precisamos primeiro ter iluminação intelectual suficiente para satisfazer a mente, convencendo-nos de que temos o direito de estar nesse relacionamento. A mais leve sombra aniquilará a nossa confiança. Mas, uma vez tendo esclarecido tudo, então é só nos lançarmos à aventura: fazer a escolha e colocar-nos ali, assumindo aquela posição. E isto de forma tão definida como a árvore que fica plantada no solo, ou como a noiva, que no altar se entrega definitivamente ao noivo. Algo definitivo, sem reservas, e sem voltar atrás.

Vem depois um tempo de firmação, confirmação e prova, durante o qual precisamos "ficar ali" até que o novo relacionamento se firme e torne-se um hábito permanente. É como quando o cirurgião encana um braço quebrado. Ele o coloca entre talas, para protegê-lo de vibrações.

Assim, Deus tem talas espirituais, que Ele quer pôr em Seus filhos para conservá-los quietos e sem se moverem daqui para ali, até que passem o primeiro estágio de fé. Isso nem sempre é fácil para nós, mas "o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar". — A. B. Simpson

Em Cristo a mesa é farta,
E é mesmo para nós.
Não nos endureçamos
Se ouvirmos Sua voz.
Tomemos o que é nosso,
Entremos no repouso.
Sentemo-nos.
Comamos.
Honremos ao Senhor.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

4 Chaves para Resistir ao Pecado Sexual

Há vários relatos de pecado sexual na Bíblia e podemos aprender muito tanto a partir das histórias de sucesso quanto das de fracasso. A meu ver, José teve uma das vitórias mais inspiradoras sobre a tentação sexual.
Na época, o jovem José de 17 anos de idade foi vendido a Potifar de acordo com o relato em Gênesis 39. Provavelmente, ele estava lidando com uma carga intensa de trauma, rejeição, raiva, amargura e desespero pelo que seus próprios irmãos lhe haviam feito. Como escravo hebraico numa terra estrangeira, sem qualquer esperança de voltar para casa, ele deve ter se sentido incrivelmente solitário e isolado de todos os relacionamentos. Ao olhar para a longa lista de desafios que ele teve que enfrentar, seria fácil compreender se José tivesse cedido aos avanços sexuais diários da esposa de Potifar.
Eu sei que cada homem tem uma constituição diferente, mas a menos que a esposa de Potifar fosse a mulher mais feia e desagradável da face da terra, isso teria sido uma enorme tentação para qualquer homem. Então, quais foram as chaves que guardaram José de se entregar à tentação sexual?

1. Saiba que Deus está com você (Gn 39.2,3)

José sabia que Deus estava com ele e era o responsável pelo seu sucesso sobrenatural. Para nós, participantes da Nova Aliança em Jesus, Deus não apenas está conosco, ele mora dentro de nós através do Espírito Santo. Estar consciente e, ao mesmo tempo, ligado à presença interior do Espírito Santo é crucial para a vitória. Temos acesso a poder e coragem ilimitados para resistir e vencer o pecado quando sabemos que Deus está sempre conosco e a nosso favor!

2. Saiba o que lhe foi confiado (Gn 39.8,9)

Ao ser tentado pelo pecado sexual, José respondeu citando a responsabilidade que tinha sido entregue em suas mãos. Nada na casa de Potifar foi negado ou retido de José, exceto a sua esposa. Por causa do seu saudável temor do Senhor, José estava ciente que escolher uma experiência sensual momentânea faria com que seu crescente sucesso e a confiança de Potifar nele desmoronassem.
"Como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?" - Gn 39.9
Como cidadãos do reino de Deus, somos embaixadores do Rei Jesus e recebemos a enorme responsabilidade de representar a ele e a sua vontade na terra. Adultério, pornografia e todas as formas de pecado sexual secreto causarão destruição em nossas vidas, nas vidas dos que estão próximos a nós e afetarão nossa capacidade de administrar bem aquilo que nos foi confiado.

3. Recuse (Gn 39.8,10)

José recusou-se totalmente a ceder. Ele não atendia aos pedidos diários dela nem sequer passava tempo ao seu redor. Ele estava determinado a tomar o caminho estreito e difícil e permaneceu inflexível em sua decisão. E se fôssemos como ele? E se de agora em diante, recusássemos a nos divertir com pensamentos adúlteros, recusássemos perder tempo com fantasias cheias de cobiça e luxúria, recusássemos os impulsos para ver pornografia e o envolvimento com qualquer forma de prazer sexual fora do casamento?

4. Fuja (Gn 39.11-12)

No momento mais oportuno, quando ninguém estava em casa, a esposa de Potifar pôs lenha na fogueira com o toque físico. Mas, novamente, como em todas as outras vezes, José estava preparado com sua resposta predeterminada – “Não, Não e Não!” Seus tênis de corrida da Nike estavam bem amarrados e firmes para que pudesse se afastar imediatamente quando ela fosse tocá-lo. Com muita frequência, concluímos erradamente que, quando ninguém está por perto, podemos vencer a tentação sozinhos. Fugir pode ser deixar fisicamente um local, desligar o seu computador, fazer uma ligação para pedir oração... Chamo isso de pureza proativa. Se você não gosta de confessar o seu pecado aos outros, treine-se a fugir antes que ele aconteça!
Anos atrás, Deus falou por meio de um profeta: “A um povo sem mistura, darei do meu Espírito sem medida!” Creio que a busca de José por pureza é um exemplo profético que convida a nossa geração a remover toda concessão sexual a todo custo e se tornar a noiva pura e sem mácula à qual Jesus vai voltar.

Cody Archer

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

DEVOCIONAL - 18 de Janeiro de 2017.

Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo. (2 Co 2.14)


De aparentes derrotas Deus tira as Suas maiores vitórias. Muitas vezes o inimigo parece triunfar temporariamente, e Deus assim permite. Depois então Ele confunde toda a obra do inimigo, desfaz sua aparente vitória e, como diz a Escritura, "transtorna o caminho dos ímpios". Assim Ele nos leva a experimentar uma vitória muito maior do que se não tivesse permitido ao inimigo um aparente triunfo no início.

A história dos três moços hebreus lançados na fornalha ardente é bastante conhecida, e nos traz um exemplo de vitória aparente do inimigo. Parecia que os servos do Deus vivo iam sofrer uma terrível derrota. Por certo todos nós já estivemos em situações onde parecíamos derrotados — e o inimigo se regozijava. Podemos imaginar a derrota completa que os três jovens pareciam estar sofrendo: lançados na fornalha, com os inimigos observando para vê-los arder naquelas chamas. Porém, em que grande pasmo ficaram estes ao vê-los passeando dentro do fogo! E Nabucodonosor falou-lhes: "Saí e vinde". Nem um fio de cabelo estava queimado e nem havia cheiro de fogo em suas vestes, "porque não há outro Deus que possa livrar como este".

Essa aparente derrota resultou em extraordinária vitória. Suponhamos que aqueles três homens tivessem perdido a fé e a coragem e tivessem murmurado, dizendo: "Por que Deus não nos livra de irmos para a fornalha?" Teriam sido queimados, e Deus não teria sido glorificado.


Se hoje passarmos por uma grande provação, não a tomemos como derrota, mas continuemos, pela fé, a declarar vitória por intermédio daquele que é poderoso para fazer-nos mais do que vencedores: uma gloriosa vitória logo aparecerá. Aprendamos que, em todos os lugares difíceis a que Deus nos leva, Ele está criando oportunidades para exercitarmos a nossa fé, de tal forma que ela traga resultados positivos e glorifique o Seu nome.


O temporal nos faz buscar abrigo.
A tempestade no viver,
Embora queira parecer
Vitória do inimigo,
Nos leva a procurar,
E então a conhecer
De perto
O grande Amigo!
Por isso, aos temporais que me afligiram,
Hoje eu bendigo.