VIDAS

A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS. A VIDA ETERNA, DE RENÚNCIAS!

quarta-feira, 8 de março de 2017

DEVERES CIVIS, MORAIS E ESPIRITUAIS


OBRIGAÇÃO ÀS AUTORIDADES - ROMANOS cap. 13.


Apesar do fato que o crente não mais pertença a este mundo pela salvação em Cristo, ele ainda tem a responsabilidade com o governo. O melhor cidadão deve ser o crente.  O crente deve exercer o seu privilégio como cidadão. Grandes homens como José e Daniel tiveram ministérios espirituais e ainda trabalharam nos governos dos incrédulos. O Espírito ainda pode usar crentes dedicados para fazer só a responsabilidade de votar ou até ser presidente da república. Neste capítulo Paulo nos dá motivos para obedecer ao governo humano.

DEVERES CIVIS

“Então, Pedro e os demais Apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”. Atos 5.29 - Quando, respondendo a uma cilada dos fariseus, Jesus disse “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Lc 20.25), Jesus definiu, claramente, que o cristão tem responsabilidades de duas naturezas: espirituais (para com Deus) e civis (para com o Estado).

O Cristão e o Estado (13.1-7)

A relação dos cristãos, quer como súditos individuais quer unidos em corpo social na vida da igreja, com as autoridades governantes, estava destinada a tornar-se especialmente crítica dentro da década seguinte à produção desta epístola.
Enquanto a igreja era, mormente composta de judeus, não faltavam problemas desta espécie, mas não eram tão graves como vieram a ser mais tarde. A posição dos judeus no Império Romano era regulamentada por uma série de editos imperiais. Na verdade, os judeus, como uma nação sujeita ao Império, gozavam de privilégios verdadeiramente excepcionais. Sua religião estava legalmente registrada como religio licita, e suas várias práticas religiosas que os distinguia dos gentios eram-lhes autorizadas. Essas práticas podiam parecer absurdas e supersticiosas aos romanos, mas eram protegidas nada menos que por lei imperial. A política imperial proibia os sucessivos governadores da Judéia de levarem os estandartes militares, com imagens imperiais anexadas a eles, para dentro das muralhas da santa cidade de Jerusalém, pois isto era uma afronta às suscetibilidades religiosas dos judeus. Se pela lei judaica um gentio violava os átrios internos do templo de Jerusalém cometendo um sacrilégio passível de pena de morte, Roma confirmava a lei judaica sobre isso a ponto de ratificar a sentença de morte por tal violação, mesmo quando o transgressor fosse um cidadão romano.
Jesus lhes tinha firmado um precedente nesta matéria, como em muitas outras mais, pois, conquanto Suas palavras: "Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mc 12.17) tenham sido ditas com referência a pagamento de impostos, expressam um princípio de aplicação mais geral.

Paulo coloca a questão toda num nível bem alto. Deus é a fonte de toda autoridade, e os que exercem autoridade na terra o fazem por delegação dele. Daí, desobedecer-lhes é desobedecer a Deus. O governo humano é ordenação divina, e os poderes de coerção e de exigência de serviços que ele exerce lhe foram confiados por Deus, para repressão do crime e incentivo à justiça. Então, os cristãos de todas as nações devem obedecer às leis, pagar as taxas e respeitar as autoridades — não porque será pior para eles se não o fizerem, mas porque é um modo de servir a Deus.

Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores. - "Toda alma esteja sujeita aos poderes superiores." O capítulo treze da Epístola aos Romanos", diz J. W. Allen, "contém o que talvez constitua as palavras mais importantes já escritas na história do pensamento político. Contudo (prossegue ele) seria grosseiro engano supor que os homens, em alguma época, tomaram de Paulo as suas opiniões políticas".

"Toda alma" (psichê) significa simplesmente "toda pessoa". E que dizer dos "poderes superiores"? O conceito bíblico geral é que o poder secular é exercido pelas "hostes celestes" no céu, bem como pelos "reis da terra, na terra." (Is 24.21) É igualmente certo que o plural de “exousia” ("poder") é usado livremente por Paulo no sentido de potestades angélicas, quer benignas, quer malignas (ver 8.38; Cl 1.16, 2.10, 15; Ef 1.21, 3.10, 6.12).

O ESTADO

O propósito do Estado. O sujeitar-se às autoridades não implica em servilismo, é apenas uma obediência positiva e necessária como se fosse ao próprio Senhor. É o mesmo termo usado para a sujeição de um irmão ao outro (1Co 16.16), da esposa ao seu marido e da Igreja a Cristo (Ef 5.24), o espírito do profeta ao profeta (1 Co 14.33) e, naturalmente, tudo no temor de Cristo. (Ef 5.21)

As autoridades são como servos de Deus para trazer ordem à sociedade, ou espada, como Paulo diz. São usados por Deus para exercer justiça sobre aquele que pratica a injustiça.

Nossa consciência deve ser motivada a se sujeitar as autoridades, não por ter medo delas, mas porque elas são servas de Deus para sua justiça. 
(Por mais que a autoridade não cumpra seu papel moral com a sociedade, não devemos nos rebelar contra ela, mas orar, para que Deus possa exercer sua justiça sobre aquele que praticou a injustiça, pois acima de toda autoridade esta DEUS!)

Paulo usa uma frase bem familiar com a de Jesus em (Mateus 22.21), que devemos pagar a todos o que lhe é devido; tributo, que é o imposto devido ao poder público, respeito que é sobre qualquer autoridade (pais, empregadores, professores, pastores e outros), honra, que seria uma espécie de reconhecimento ao que merece ser reconhecido.

Sem autoridades em uma sociedade, sejam elas civis, militares ou religiosas, tudo se transformaria em anarquia. É inimaginável viver em comunidade sem o papel das autoridades – um caos.

A IGREJA E O ESTADO


A obediência aos governantes (13.1-7) - O crente ficou liberto de todo o principado, autoridades e poderes, por estes terem sido derrubados e destruídos. Contudo, não podemos nos envolver num fanatismo religioso transformando o Evangelho numa lei para a vida pública. Um legalismo deste tipo seria condenado. Paulo exige a submissão dos crentes às autoridades, afirmando que elas são instituídas por Deus, são servos de Deus. Resistir-lhes, será resistir ao próprio Deus, atrair o castigo das autoridades e o juízo de Deus.

O fazer o bem traz louvor, distinção honorífica, palavras lisonjeiras? Seria esta uma linguagem irônica de Paulo? (13.3) O cristão procura operar o bem para a paz de sua própria consciência. A obediência exigida é total. Desde o respeito que se atribui até o imposto que se paga. Tudo é devido.

No entanto, há de se observar que não podemos ter uma postura de subserviência, uma submissão e obediência às autoridades de modo acrítico ou cego.

Deus deu ao homem o poder de pensar, questionar e nos capacitou com um dom precioso: o discernimento. Esse nos foi dado para que, em qualquer ocasião, possamos discernir a vontade de Deus, para que possamos entender o que é certo e o que é errado, e para decidir entre o bem e o mal.

Um bom exemplo disto é sempre tomar Jesus como modelo. Nele está encarnada a soberana vontade de Deus. A velha pergunta que precisa ser feita é: Se Jesus estivesse aqui, o que faria? Esta é uma boa forma de colocarmos na balança as autoridades.

Os impostos visam ao sustento das próprias autoridades e, portanto, à manutenção de seus serviços e ao bem geral da coletividade. Pagamos impostos e recebemos escolas, calçamento e saneamento de ruas, postos de saúde, policiamento, garantias jurídicas, proteção militar, etc… O cristão deve contribuir com seus impostos alegremente.

O COMPORTAMENTO DO CRENTE

Uma vez que o crente recebe a justificação por meio de Jesus Cristo, deve andar “de modo digno da vocação a que fostes chamados”. Isso será demonstrado através de sua conduta, o seu viver diário. A Palavra de Deus nos fornece inúmeros modelos para aplicarmos em nossa vida. Devemos ser cidadãos dignos. A conduta do crente deve refletir a de uma pessoa transformada, que foi lapidada pelo poder do Espírito Santo. Somente por meio da Palavra de Deus é que iremos saber se o comportamento do crente é correto ou não.

Deus introduziu governo humano, depois do dilúvio, quando determinou, "Quem derramar sangue de homem, pelo homem terá o seu sangue derramado." (Gênesis 9.6) Esse mandamento concedeu autoridade aos homens para fazerem julgamentos em matéria criminal e castigar os infratores.

Os crentes podem viver vitoriosamente numa democracia, numa monarquia constitucional, ou mesmo num regime totalitário. É de se notar que quando esta carta foi escrita, Nero era imperador romano e perseguia cruelmente os cristãos.

Não se deve entender, porém, que Deus tenha instituído determinadas pessoas, mas sim o princípio de governo e de autoridade cujos fins estão mencionados nos vs 3 e 4 de Romanos capítulo 13. Quando pessoas corruptas alcançam o poder, pervertem a instituição de Deus, contribuindo para a injustiça, a violência, a exploração, a desordem e a corrupção. Tornam-se, às vezes, terror para os que fazem o bem, como Nero, Domiciano, os estados a serviço da Igreja Romana, durante a Inquisição, Hitler, Saddam Hussein, os ditadores, e outros. Claro está que tais homens não merecem a aprovação de Deus e nem a nossa.

RESPONSABILIDADES CIVIS DOS CRISTÃOS

O governo humano é fundamental para a convivência do homem na sociedade e é perfeitamente aprovado por Deus. O cristão tem como obrigação garantir o cumprindo das leis. O cristão deve se submeter às autoridades, não somente por encargo de consciência, mas também devido ao castigo que é imposto àqueles que são infratores das leis estabelecidas pelo governo. É óbvio que não se torna um bom testemunho para o cristão que é achado em falta ou em estado de insubmissão para com o governo, pois primeiramente não está sendo insubmisso para com o governo, e sim, para com Deus, que foi Quem o constituiu. (Rm 12.1; 13.1,2; Dn 4.25-35; 5.21; Tt 3.1)

Nem toda autoridade é cristã. Há e certamente haverá muitos que são ímpios, tiramos, estes responderão pessoalmente a Deus. (Ap 20.12) Agora, está também claro na Palavra de Deus que se a autoridade civil, legalmente constituída, for contra o que a Bíblia ensina, o cristão deve antes, obedecer a Deus do que aos homens. (At 5.29)

Podemos ver, então, que a submissão do crente às autoridades manifesta-se de quatro maneiras:

a) a obediência às leis do país (ou do município).

b) o civismo: ‘fazendo bem’ como cidadãos, respeitando os direitos dos outros, não sendo desordeiros nem estragando os jardins, os parques e as outras propriedades públicas. (Rm 13.3)

c) o pagamento de impostos e taxas legais; (Rm 13.4-7)

d) a honra (ou respeito) para com os oficiais do governo, conforme a sua posição. (Rm 13.7) Para que uma pessoa tenha uma vida bem sucedida nos dias de hoje, é fator importante verificar qual é a sua capacidade em verificar a mão de Deus nas atitudes, nas ações, bem como nas reações daqueles que estão investidos de autoridade sobre a nossa vida.

DEVERES MORAIS 

As dívidas morais: são dívidas que surgem em vista de nosso relacionamento pessoal com outras pessoas, por exemplo, promessas, o dever de proclamar o Evangelho ao mundo perdido.
A única dívida permitida é “o amor com que vos ameis uns aos outros”. Devemos estar sempre pagando esta dívida, mas ela nunca nos será quitada. É o amor que Jesus Cristo nos mostrou: profundo, altruísta, sacrificial, indiferente ao valor ou merecimento de quem é o seu objeto. Não é emotivo, mas prático. Todos os crentes devem este tipo de amor uns aos outros, sendo o cumprimento do grande mandamento: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” Alguns exemplos do não cumprimento deste mandamento são dados no versículo 9.

O cristão deve ser um cidadão exemplar. 

Reconhecido que o princípio de governo e da autoridade provém de Deus, fica estabelecido que os cristãos, ao invés de insubordinarem-se devem ser, ao contrário, os melhores cidadãos. E quais são seus deveres?

01) Responsabilidade de sujeição. (Rm 13.1-5) O cristão deve obediência às autoridades de sua pátria. Essa obediência não se deve originar do temor a elas, mas sim da própria consciência, que reconhece ser a obediência a elas da vontade de Deus. Essa mesma verdade está também registrada em Tito 3.1 e I Pe 2.13,14.

02) Responsabilidade de honrar. (Rm 13.7) A honra que se deve às autoridades é o respeito, a dignificação, o enobrecimento das autoridades por todos os cristãos. É pecado o trato desdenhoso, zombeteiro, de deboche e de desprestígio para com as autoridades, mesmo que elas não sejam de correntes políticas de nosso agrado.

03) Responsabilidade de pagar impostos. (Rm 13.7)

As dívidas do crente - O versículo 8 compreende um mandamento singular, pois o ensino em toda a Bíblia visa o comportamento dos credores, com respeito à compaixão que devem ter para com os seus devedores. Este abrange o cumprimento de todas as obrigações do crente como devedor, sejam elas civis, morais, financeiras ou de qualquer outra espécie, em consonância com os versículos precedentes (as obrigações civis) e o restante do versículo (a obrigação moral).

Como exemplo, vejamos três espécies de dívidas: - As dívidas civis: como já vimos acima, o cumprimento das leis do país em que vive é uma obrigação de todo o crente (desde que não firam os mandamentos de Deus). “A quem temor, temor, a quem honra, honra.” (Romanos 13.7) A regularização dos seus documentos, os serviços diversos como o militar, a participação em júri, eleições, e outros mais, são obrigações civis no Brasil que o crente precisa cumprir.

As dívidas financeiras: As obrigações financeiras exigem muita atenção, pois o seu cumprimento é geralmente uma das principais medidas para se avaliar a honestidade e integridade de uma pessoa. Empréstimos são parte da economia doméstica, geralmente necessários para se obter casa própria e aquisição de bens mediante cartão de crédito, bem como aos comerciantes, fazendeiros, produtores, etc, para desenvolverem as suas atividades. Não é pecado contrair um empréstimo, pois consiste em trocar um compromisso por um benefício, mas é a falta do pagamento na data contratada que o tornará “devedor” no sentido deste mandamento.

DEVERES ESPIRITUAIS 

Consciência da salvação. - "A nossa salvação está mais próxima do que quando cremos." (verso 11c) - A nossa salvação está mais próxima porque já passamos o tempo em que ela se manifestou como justificação, que foi quando cremos em Jesus Cristo como Salvador. Estamos no tempo da santificação e chegará o tempo da glorificação. A salvação mais próxima, referida pelo apóstolo Paulo, é a salvação-glorificação. Alguns poderiam pensar que a salvação depende daquilo que fazemos, mas ela depende tão só da graça de Deus. A salvação-justificação já aconteceu. Nunca mais seremos condenados, porque já fomos absolvidos

Conhecendo o tempo - Romanos 13.11-14 - Existem muitas coisas e fatores na vida humana para os quais precisamos nos despertar a fim de então poder enxergá-los, e não obstante temos o dever de considerá-los, para que não venhamos a inutilizar ou até perder nossas realizações, ou ainda até a destruir a nós mesmos através do descaso a esses fatores, ou da falta de conhecimento deles.

A Escritura Sagrada fala com propriedade sobre o tempo e sua alocação para cada ato nele. É preciso estar atentos a ele enquanto o calendário escorre os seus numerais. Não devemos jamais subestimar o fator tempo na dimensão espiritual, olhando para nós mesmos sem visão de espectro, sob pena de com isso limitarmos e restringirmos a preeminência do anúncio do Evangelho da graça de Deus aos homens.

Conhecendo o tempo, é preciso saber como anunciar a “tessalonicenses”, mas também é necessário saber como fortalecer a “bereanos”. É preciso saber discernir o momento de singrar as grandes terras dos “macedônios”, todavia também se faz necessário não desprezar as oportunidades das terras “licaônicas”. É preciso saber como acessar os procônsules, entretanto também é necessário saber como repreender e rejeitar os magos encantadores.

Conhecendo o tempo, é preciso saber como chegar aos empreendedorismos das “Lídias”, mas também é necessário saber não desprezar a simplicidade das “Dorcas”. É preciso saber como lidar com os açoites das varas, porém é necessário também não deixar passar o momento do impacto aos muitos “carcereiros filipenses” pedintes de luz.

Conhecendo o tempo, é preciso ter o senso, a certeza e a consciência dos efeitos e resultados das curas e milagres de restauração na vida de muitos coxos, porém é necessário saber como chegar diante dos sacerdotes e capitães dos templos para dar contas às respostas de revanchismos e levantes.

CONCLUSÃO - Busquemos cumprir, eficientemente, a nossa responsabilidade de “fiéis testemunhas” do Evangelho, perante o mundo, pelo nosso viver, na vontade soberana do Senhor. Vejamos, prudentemente, como andamos, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. (Efésios 5.15)

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Pr. Dr. Adaylton de Almeida Conceição (Th.B.; Th.M.; Th.D.; D.Hu.) 
Ass. de Deus em Santos (Ministério do Belém) - São Paulo.
(O Pr. Dr. Adaylton de Almeida Conceição, foi Missionário no Amazonas e por mais de 20 anos exerceu seu ministério na Republica Argentina; é Licenciado, Bacharel, Mestre e Doutor em Teologia e Diretor da Faculdade Teológica Manancial).



Facebook: adayl manancial

Bibliografia:
Adaylton de Almeida Conceição – Carta aos Romanos
F. F . Bruce – Romanos – Introdução e comentário
Ibi Batista – O Cristão e as Autoridades
Pr Cléverson – Nossa Conduta nos últimos dias
R David Jones – O Comportamento do crente

sábado, 4 de março de 2017

DEVOCIONAL - 04 de março de 2017.

Imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas. (Hb 6.12)

Eles (os heróis da fé) do alto posto que conquistaram, nos fazem um apelo e dizem que, o que o homem fez uma vez, pode fazer de novo. Não apenas nos lembram a necessidade de fé, mas também daquela paciência pela qual a fé tem a sua obra completada. Temamos retirar-nos das mãos do nosso Guia ou perder uma só lição da Sua amável disciplina, por desânimo ou dúvida.
"Só há uma coisa que eu temo," dizia um ferreiro, "e é ser lançado na pilha de ferro velho. Quando vou temperar uma peça de aço, primeiro a aqueço bem, depois a golpeio, então, rapidamente mergulho-a neste balde de água fria. Logo vejo se vai aguentar a tempera ou não. Quando descubro, após uma ou duas provas, que aquele aço não vai aceitar a têmpera, jogo-o na pilha de ferro velho e vendo-o por qualquer bagatela."
"Assim também eu vejo que Deus me prova com fogo, e água, e severos golpes do Seu pesado martelo; e se não estou disposto a passar pela prova, ou não sou achado adequado para receber a Sua têmpera, receio que me lance na pilha de ferro velho." Quando o fogo estiver mais quente, guarde calma, pois haverá um abençoado "depois"; e poderemos dizer como Jó: "Provando-me Ele, sairei como o ouro" — Selecionado
É do sofrimento que brota uma vida santa. São necessárias onze toneladas de pressão para afinar-se um piano. Deus afinará a nossa vida segundo o diapasão celeste, se nós suportarmos o processo. 
Sim, Senhor, bendito és.
Faze o que Te aprouver.
És todo-sábio,
E és meu Deus; és meu Pai;
Meu Redentor.

Faze o que Te aprouver
E como Te aprouver.
Em Tuas mãos estou, Senhor!

quarta-feira, 1 de março de 2017

MANSIDÃO TORNA O CRENTE APTO PARA EVITAR PELEJA


MANSIDÃO. Não existe uma virtude mais incompreendida que a mansidão. O problema é o conceito coletivo, aquilo que as pessoas acreditam ser mansidão e quase sempre mansidão não é nada do que as pessoas definem como tal. O dicionário diz que mansidão é a característica do que é manso, diz que mansidão é sinônimo de gênio brando, de suavidade, de temperamento fácil, meiguice, mas o pior mesmo é definir mansidão como falta de agitação (lerdeza).

Mansidão não é lentidão, não é uma característica de quem é desprovido de atitude, de força, de vigor. Mansidão é tranquilidade (como também define o dicionário), mas tranquilidade de espírito, nada tem a ver com preguiça, com falta de pressa em fazer alguma coisa.

QUE É MANSIDÃO? 

(na Bíblia, “força sob controle” – era utilizada para falar, por exemplo, de um cavalo selvagem que foi domado. O cavalo selvagem, quando domado, continua tendo tanta força e energia como antes, mas agora pode ser controlado). Ser manso não significa ser fraco, covarde. 

O QUE É MANSIDÃO? 


O termo grego empregado em Gl 5.23 é “prautes” que significa no português: manso, modesto, plácido, gentil, simples, calmo, brando.

Sinônimos de Mansidão: brandura, afabilidade, amenidade, bondade, delicadeza, docilidade, meiguice, moderação, suavidade, ternura, condescendência, flexibilidade, etc.

Antônimo de Mansidão: Dureza, truculência, austeridade, rudez, braveza, crueldade, severidade, agressividade, etc. 

A MANSIDÃO. Gl 5.22,23 “Mas o fruto do espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio”. “Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra”. Mateus 5.5


A mansidão trata do meu relacionamento com outras pessoas. Fala da maneira como trato essas pessoas, como elas me veem e como eu reajo diante delas. Ser manso não significa ser uma pessoa fraca e nem uma pessoa que tem um semblante triste. Ser manso é ser como Jesus. Ele disse: “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração” (Mt 11.29). Mansidão é uma qualidade espiritual produzida na pessoa cuja vida está submissa a atuação do Espírito Santo. O profeta Zacarias escreveu: “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc 4.6). A mansidão é o ponto de equilíbrio entre dois extremos: de um lado, excessivamente zangado e do outro lado excessivamente bondoso. Paulo escreveu ao jovem pastor Timóteo: “Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim, deve ser brando (manso) para com todos, apto para instruir, paciente, discipulando com mansidão os que se opõem...” (II Tm 2.24-25).


A pessoa mansa se destaca na sociedade porque esta qualidade quase nunca é demonstrada. O mundo diz que devemos nos afirmar e defender nossos direitos, mas alguém com esta qualidade não exige a sua própria vontade e nem os seus próprios direitos. A pessoa mansa está disposta a entregar o seu caso a Deus, que julga retamente. Paulo aconselha: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros” (Fl 2.3-4). 

Mansidão, uma virtude do Espírito 

A Bíblia contém muitas promessas para os mansos. Citaremos algumas delas, como:

. Os mansos herdarão a terra (Mateus 5.5).

. Mansidão é condição para ter paz de espírito. Muitas pessoas reclamam não ter paz, mas um dos pré-requisitos para ter paz é buscar um caráter de mansidão (Salmo 37.11).

. Quem tem mansidão tem o Fruto do Espírito. Alguém que alcança a mansidão é porque tem o Fruto do Espírito em sua vida (Gálatas 5.22).

. Através da mansidão, conseguimos suportar-nos em amor, e guardamos a unidade do Espírito no Corpo (Efésios 4.1,2).

. Uma pessoa mansa recebe a palavra com muito mais qualidade do que alguém enraivecido. Ela vive mergulhada na Palavra de Deus (Tiago 1.21).

Talvez um dos textos bíblicos mais conhecidos por falar em mansidão seja o Sermão da Montanha (Mateus 5). Jesus atraiu multidões e ali trouxe muitos ensinamentos sobre o povo, dentre eles, ensinou sobre mansidão. Jesus Se comunicava com as pessoas com amor e mansidão. Ele sabia como passar a Boa Notícia do Reino de Deus.

A palavra mansidão transmite o sentido de brandura, ternura. Uma pessoa mansa transmite paz e segurança, porque venceu a agitação do dia a dia, é uma pessoa que venceu a ira.

Quando Jesus ensinou o povo sobre mansidão, referindo-se que os mansos herdarão a terra, em Mateus 5.5, é porque para eles, desde o Antigo Testamento, terra simbolizava mais que um mero terreno. Representava a bênção e a presença de Deus. Uma das causas de Moisés não ter herdado a terra, entrado na terra prometida, apesar de ser considerado pela Bíblia o homem mais manso, foi ter se irado diante das águas de Meribá.


O QUE NÃO É MANSIDÃO


É totalmente diferente de se depreciar! Veja as quatro ilustrações a seguir:


1ª) Existem “irmãos” que vivem dizendo: Eu não sou nada, sou menos que um verme; não olhe para a minha vida, etc...
Isto não é mansidão, e sim, falsa humildade!

2ª) Outro caso é daquele irmão bem relaxado; largado e desorganizado. Quando exortado, ele logo afirma: Eu sou humilde! Triste é que muitos irmãos realmente acham que este tipo de gente é humilde.

3ª) Quem já ouviu aquele tipo de oração lastimosa e triste, quando aquele que está orando fala assim: Oh! Deus! Eu sou um porcaria; pior do que uma mosca; Não sou ninguém ...
Este é um tipo de hipocrisia.

4ª) O último caso é daquele pastor, ou membro de igreja, que deixa tudo “correr frouxo” na sua igreja ou em casa, e as pessoas comentam ao seu respeito: Que homem humilde! Como ele é manso! Não briga com ninguém.


Os casos citados são exemplos de depreciação a si próprio, relaxamento e frouxidão!
Isto é pecado!

Ser manso não significa ser frouxo, se depreciar ou ser relaxado; muito menos falta de autoridade. Você pode muito bem chamar à atenção de alguém sendo manso. (IITm 2.24-26)


O MAIOR EXEMPLO


Sem dúvida alguma, o maior exemplo de mansidão está no Senhor Jesus. Ele disse: “aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração...” (Mt 11.29b) Jesus é manso, por isso mansidão faz parte do Fruto do Espírito. Jesus foi um homem de Seu tempo, cheio de atitude, de personalidade, de vigor físico e espiritual. Jesus nunca foi preguiçoso, lento, leniente (em quem há excesso de tolerância), antes, discutiu com os religiosos de Sua época, respondeu todas as perguntas que lhe fizeram e pegou em chicote para expulsar os comerciantes de dentro do Templo.
O mundo acredita que alguém manso é uma pessoa covarde, insegura, fraca e temerosa, mas Jesus jogou por terra esta definição, pois sendo Ele manso não se acovardou diante dos “poderosos” da terra e desafiou os hipócritas diante deles próprios e de toda a multidão. Jesus nunca falou mal de ninguém pelas costas, mas dizia a verdade “na lata”, sem rodeios, sem hesitar.


Mansidão é  indispensável para:


•  Receber a palavra de Deus Tg 1.21. “Por isso, rejeitando toda a imundície e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas.” (Tg 1.21 ACF)

• A atuação de Deus em meu favor. “Mas julgará com justiça aos pobres, e repreenderá com equidade aos mansos da terra; e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará ao ímpio,” (Is 11.4 ACF)

• Conhecimento da vontade de Deus. “Guiará os mansos em justiça e aos mansos ensinará o seu caminho.” (Sl 25.9 ACF)

• Autoridade no falar. “Além disto, eu, Paulo, vos rogo, pela mansidão e benignidade de Cristo, eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado para convosco;” (2Co 10.1 ACF)

• Em restaurar crentes mais fracos. “Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado.” (Gl 6.1 ACF).

Podemos notar este espírito de mansidão nos grandes homens da Bíblia. Abraão deu a seu sobrinho Ló o direito de escolha, quando ele mesmo poderia ter escolhido as Campinas do Jordão. Isaque não brigou por causa dos poços que lhe foram tomados pelos pastores de Gerar. 

Davi, mesmo sendo ungido rei de Israel abriu mão de sua posição sendo perseguido por Saul. Moisés aguentou o povo murmurando durante quarenta anos na peregrinação do deserto. Você estaria disposto a submeter sua vontade à obra do Espírito Santo para que Ele desenvolva esta qualidade indispensável em sua vida? O preço será alto em termos de orgulho, poder e possessões, mas vale a pena sermos como Jesus: “Manso e humilde de coração”. Bem Aventurados os mansos entre todas as virtudes. Parece que Jesus quis destacar duas: mansidão e humildade. Ele fez questão de dizer que devemos tomar o seu jugo e receber a sua doutrina porque eu sou manso e humilde de coração (Mt. 11.29).
“Como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,” (Ef 4.1-2 ACF)


Podemos notar este espírito de mansidão nos grandes homens da Bíblia. Abraão deu a seu sobrinho Ló o direito de escolha, quando ele mesmo poderia ter escolhido as Campinas do Jordão. Isaque não brigou por causa dos poços que lhe foram tomados pelos pastores de Gerar. Davi, mesmo sendo ungido rei de Israel abriu mão de sua posição sendo perseguido por Saul. Moisés aguentou o povo murmurando durante quarenta anos na peregrinação do deserto. Você estaria disposto a submeter sua vontade à obra do Espírito Santo para que Ele desenvolva esta qualidade indispensável em sua vida? O preço será alto em termos de orgulho, poder e possessões, mas vale a pena sermos como Jesus: “Manso e humilde de coração”. Bem Aventurados os Mansos Entre todas as virtudes, parece que Jesus quis destacar duas: mansidão e humildade. Ele fez questão de dizer que devemos tomar o seu jugo e receber a sua doutrina porque eu sou manso e humilde de coração (Mt. 11.29).


ALGUNS EXEMPLOS DE COMO MOSTRAR NOSSA MANSIDÃO


Primeiro, seja compreensivo, não exigente, com as pessoas que lhe prestam um favor.

Lemos em Fp 2.4,5: “Que ninguém procure somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros. Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha...” .

Vou lhe perguntar: Como você trata as pessoas que lhe prestam algum serviço? ...o balconista, o caixa do banco, a secretária? É indiferente, como se fizessem apenas parte da mobília do lugar?

Estão ali para prestar serviço, mas são pessoas! Cumprimente-as, dê-lhes um aperto de mão, um sorriso...

“Valorize as pessoas, elas não são descartáveis”. Seja manso!

Mas em primeiro lugar, você tem de ser manso em casa.

A Bíblia diz em 1Pe 3.4 que as esposas devem se adornar com “um espírito manso e tranquilo” – isso tem mais valor que qualquer roupa que vista ou perfume que passe no corpo! (a mansidão é um atributo atraente na mulher).

E na mesma página, a Bíblia diz aos maridos (1Pe 3.7): “Do mesmo modo vocês, maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e coerdeiras do dom da graça da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações”.

Portanto, seja compreensivo, não exigente para com as pessoas que o servem e para com as que convivem com você.

Segundo, seja complacente, não crítico, com aqueles que erram.

Gl 6.1,2 diz: “Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado...”.

A tentação aqui pode ser muito bem a de ser crítico, de ser “mais santo do que o outro” e essa é a reação errada para com um irmão que está lutando contra o pecado.

Às vezes olhamos para os erros dos outros com lente de aumento e ficamos à dizer a mesma coisa que diz o lápis para o papel, quando quebra a ponta: “você vive me desapontando!”

Rm 14.1: “Aceitem o que é fraco na fé...”.

Por que devemos nos esforçar para não ser críticos? Foi assim que Cristo nos tratou!

Rm 15.7 revela o seguinte: “...aceitem-se uns aos outros, da mesma forma que Cristo os aceitou, a fim de que vocês glorifiquem a Deus”.

Terceiro, seja delicado com as pessoas que discordam de você, e não se sinta derrotado.

É um fato da vida que você nunca poderá agradar a todo o mundo (você vai sempre conhecer pessoas que gostam de instigar, discutir e brigar).

Imagine ainda essa cena: - "Eu? Levar desaforo para casa? É ruim, hein! Mas nem morto! Você não me conhece!" - "Espere aí, você não é crente?" - "Sou, sou crente mas não tenho sangue de barata! Até lá na igreja mesmo, quando fazem alguma coisa que me provoca, eu solto os bichos!!!" - "Mas, irmão... - "Que irmão o quê! Me larga, me larga!!"

Como você deve reagir diante dessas pessoas? ...você tem três alternativas: pode se calar, reagir com ira, ou responder com mansidão.

Se você se calar diante de pessoas briguentas, é como se dissesse à elas: “Está bem, seja como você quiser”. É a paz a qualquer preço, mas isto não compensa.

Se você reagir com ira, irá em frente, atacará seja quem for que fique contra a sua opinião; mas a ira é geralmente um sinal de insegurança – a pessoa se sente insegura, imagina que vai perder, então, pra compensar, fica irada.

Mas a terceira alternativa é responder com mansidão; é o método que Deus quer que você escolha.

Esse tipo de reação exige equilíbrio, mas é abençoado!

Pv 15.1 diz: “A resposta calma [branda] desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira”. 


AS PELEJAS (discórdias)

PELEJAS (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).
Meus amados, a luta pelo poder é algo bastante comum entre as pessoas neste mundo voltado para o eu e cheio de orgulho e soberba. Apesar de ser comum, o cristão não deve ser levado por essa busca ambiciosa, mais o triste é que muitos se envolvem nesta luta, e, pior ainda, é encontrar este sentimento dentro da igreja no que se refere a cargos, posições, serviços e ministérios. Jesus já afirmava em certa ocasião, quando os apóstolos “ensaiaram” uma disputa entre eles, que no reino de Deus as coisas não deviam ser assim (Mt 20.26-28).

Nosso assunto de hoje é justamente a respeito desta disputa pelo poder.

Quando verificamos o original grego, percebemos que a palavra para ‘peleja’ é “eritheiai” que é mais corretamente traduzida para a língua portuguesa como discórdias.

A palavra discórdia tem o mesmo sentido que desavença, divergência, desarmonia e discordância pensamentos. Esta tradução nos fornece uma melhor definição e diferenciação com relação à porfia.

Considerando o fato de que no momento em que existe desarmonia e divergências de pensamentos dentro da igreja sempre haverá uma busca por primazia por parte de alguém, as discórdias são acompanhadas pela ambição de poder e formação de partidos dentro da congregação. Aquele que busca a primazia busca também atrair outros após si mesmo.

Esta é uma das formas em que se manifesta o egoísmo e a soberba. De fato, no original grego o termo para discórdia dá sempre uma noção de luta pelo poder.

O Senhor Jesus orientou aos seus discípulos para que não houvesse entre eles qualquer espécie de luta por poder (Mc 9. 33-35). João, o apóstolo, viu-se em uma situação bastante difícil com um tal de Diótrefes que buscava o domínio da igreja ( III Jo. 9-11 ).

Uma das causas da formação de partidos na igreja de Corinto eram as discórdias e contendas entre os irmãos (I Co 1.11- 13). Existiam os “defensores de Apolo”, “os defensores de Jesus”, “os defensores de Paulo” e “os defensores de Pedro”.

Como vencer a carne

Somente alguém que busca santidade vence a carne que nos assola diariamente. O homem santo vence a carne, a carnalidade, o pecado, porque sabe que não depende dele mesmo, mas de Deus. Vence porque vive os Princípios. As pessoas que vivem os Princípios não se deixam enganar pelas obras da carne.

O homem que vive no espírito está em cobertura segura. Este livra sua rota da carne e se consolida no espírito. Precisamos de pessoas que tenham o Fruto do Espírito em suas vidas. Quem tem o Espírito Santo é transformado a ponto de as pessoas que caminham ao seu redor, também serem transformadas.

Deus quer nos dar a bênção de não permitirmos que as obras da carne tenham mais poder do que o viver no espírito em nós. Viver em santidade, pelo Fruto do Espírito, é a garantia que temos de que viveremos para Deus, agradando-O em toda nossa forma de viver.


Pr. Adaylton Conceição de Almeida (Th.B.;Th.M.;Th.D.)
Ass. de Deus em Santos (Ministério do Belém) - São Paulo.

Email: adayl.alm@hotmail.com

Facebook: adayl manancial



BIBLIOGRAFIA

Adaylton de Almeida Conceição – Ser Manso e Humilde

Walter Pacheco da Silveira – Mansidão