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segunda-feira, 23 de abril de 2018

A fé é ... a convicção de fatos que se não veem. (Hb 11.1)

A fé verdadeira coloca a sua carta na caixa do correio e a deixa ir. A desconfiança a segura por uma ponta, e fica imaginando por que a resposta não vem. Eu tenho algumas cartas na minha escrivaninha, escritas já há semanas, mas, como não havia muita certeza quanto ao endereço ou ao conteúdo, não foram postas no correio. Ainda não cumpriram nada, quer a meu favor, quer dos outros. E nunca terão nenhuma finalidade, enquanto não saírem das minhas mãos e não forem entregues ao correio.
Assim acontece quando temos fé verdadeira. Entregamos o problema a Deus; e Ele então opera. É tão boa aquela passagem no Salmo 37: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará." Mas Ele nunca poderá fazer nada, se não Lhe fizermos a entrega. Fé é tomar para si as dádivas oferecidas por Deus.
Nós podemos crer, entregar e descansar; mas não compreenderemos todo o alcance da bênção que é nossa, enquanto não começarmos a receber, e assumirmos a atitude de permanecer ali e tomar posse. — Days of Heaven upon Earth
Um servo de Deus, Dr. Payson, quando jovem, escreveu a uma mãe idosa, oprimida por grande ansiedade a respeito da condição de um filho seu: "A senhora se angustia demais por ele. Depois de ter orado por ele, como tem feito, e de o ter entregado a Deus, não deveria então parar de sentir ansiedade? O mandamento: 'Não estejais inquietos por coisa alguma' é ilimitado; e assim também a palavra: 'Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade'. Se lançamos as nossas cargas sobre outra pessoa, será que elas continuam pesando sobre nós? Se voltamos com elas do trono da graça, é evidente que não foram deixadas lá.
Com referência a mim mesmo, tenho feito disto um teste para minhas orações: se depois de entregar qualquer problema a Deus eu posso, como Ana, voltar com um semblante que já não está triste, um coração que não está mais sob peso e ansiedade, tomo isto como prova de que orei com fé; mas se trago comigo o meu fardo, concluo que a fé não foi posta em prática."
 
 

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Os Sete Atributos da Santidade


Os Sete Atributos da Santidade

Uma das passagens mais importantes na Bíblia sobre santidade é a revelação que Isaías teve do Messias em sua glória.

Isaías 6.1-5

Eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele... E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!

Vamos fixar nossos olhos em Yeshua e desejar ser santos como ele. Existem sete atributos da santidade.

1. Alto e Sublime
Isaías viu algo sublime e grandioso nessa visão da santidade. Tem a ver com a vida num plano mais elevado. Isso me faz pensar em alguém num helicóptero, muito acima dos congestionamentos durante a hora do rush das manhãs. Isaías percebeu que a pessoa de sua visão tinha algo a mais do que ele. Ele pensou consigo mesmo: “Eu quero estar perto dele. Quero estar com ele. Quero ser como ele. Quero ser santo”.

2. Irradiando Luz
Um ser cheio da presença divina irradia luz. Isto é chamado a glória de Deus. Ser santo é estar cheio de glória. A santidade é gloriosa. Toda a terra, um dia, se encherá da glória de Deus por meio de seus filhos. Conforme nos tornamos santos, também ficamos cheios de luz.

3. Cheio de Poder
A santidade é o oposto do mundanismo. Para ser santo, é preciso dizer “não” ao mundo, à carne e ao diabo. Mas santidade é mais do que uma lista de “nãos”. Afinal de contas, a santidade existia antes do mundo. Ser santo é estar cheio do poder de Deus. É a capacidade dele. Nesta passagem, só a presença de Deus é suficiente para sacudir o edifício todo.

4. Esplêndido em Beleza
Essa santa e gloriosa Pessoa no trono é muito atraente. A santidade é linda. O maior prazer do mundo por vir será simplesmente contemplar a beleza de Deus (Sl 27.4). Este mundo também está cheio de coisas bonitas. Nós podemos ser atraídos pelas coisas deste mundo através da cobiça de nossos olhos. Entretanto, a beleza do Senhor em sua santidade é mais esplêndida e atrativa do que as coisas deste mundo. Temos algo melhor para contemplar. Podemos adorar ao Senhor na beleza da sua santidade (Sl 96.9).

5. Espiritualmente Limpo
Quando alguém é santo, é livre de culpa e vergonha. Não está imundo em seu interior. Isaías, que provavelmente era a pessoa mais pura vivendo na terra em sua geração, imediatamente se sentiu impuro quando olhou para este ser perfeitamente puro. Sentiu-se impuro e pediu para ser purificado. O sentimento de imundície interior é terrível. Só de estar livre deste sentimento de impureza, estar com a consciência limpa, já vale mais do que os prazeres e desejos ilícitos deste mundo. Somos lavados pelo sangue de Yeshua e pelo fogo do Espírito Santo.

6. Moralmente Puro
A santidade é o nível mais alto de pureza. É o nível mais alto de moralidade. Um aspecto da santidade é ter motivações puras. Muitos de nós temos motivações boas e decentes, mas mesmo essas não são inteiramente puras. Mesmo quando as pessoas fazem coisas boas, podem existir certas motivações egoístas que estão ocultas. Para sermos realmente puros, teríamos de ter nossos pensamentos e motivações abertamente expostas para que todos pudessem ver. Só podemos ter motivações verdadeiramente puras quando nos rendemos à liderança do Espírito Santo em nós e agimos conforme as suas motivações.

7. Completamente Perfeito
Ser santo é ser perfeito. Nosso Pai celestial é perfeito, e Jesus nos chama para sermos perfeitos como ele (Mt 5.48). Após sermos salvos, entramos em um processo para sermos aperfeiçoados por meio do Espírito Santo. Esse é o processo de santificação. Através das promessas de Deus, somos purificados no espírito e no corpo para nos tornarmos perfeitos em santidade (2 Co 7.1). Apesar de ainda não estarmos inteiramente santificados, prosseguimos em direção ao alvo de nos tornarmos perfeitamente santos (Fp 3.12).

Asher Intrater

terça-feira, 17 de abril de 2018

APRENDENDO COM ESTEVÃO


Homens, irmãos, e pais, ouvi. O Deus da glória apareceu a nosso pai Abraão, estando na Mesopotâmia, antes de habitar em Harã,
E disse-lhe: Sai da tua terra e dentre a tua parentela, e dirige-te à terra que eu te mostrar.
Então saiu da terra dos caldeus, e habitou em Harã. E dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que habitais agora.
E não lhe deu nela herança, nem ainda o espaço de um pé; mas prometeu que lhe daria a posse dela, e depois dele, à sua descendência, não tendo ele ainda filho.
E falou Deus assim: Que a sua descendência seria peregrina em terra alheia, e a sujeitariam à escravidão, e a maltratariam por quatrocentos anos.
E eu julgarei a nação que os tiver escravizado, disse Deus. E depois disto sairão e me servirão neste lugar.
E deu-lhe a aliança da circuncisão; e assim gerou a Isaque, e o circuncidou ao oitavo dia; e Isaque a Jacó; e Jacó aos doze patriarcas.
E os patriarcas, movidos de inveja, venderam José para o Egito; mas Deus era com ele.
E livrou-o de todas as suas tribulações, e lhe deu graça e sabedoria ante Faraó, rei do Egito, que o constituiu governador sobre o Egito e toda a sua casa.
Sobreveio então a todo o país do Egito e de Canaã fome e grande tribulação; e nossos pais não achavam alimentos.
Mas tendo ouvido Jacó que no Egito havia trigo, enviou ali nossos pais, a primeira vez.
E na segunda vez foi José conhecido por seus irmãos, e a sua linhagem foi manifesta a Faraó.
E José mandou chamar a seu pai Jacó, e a toda a sua parentela, que era de setenta e cinco almas.
E Jacó desceu ao Egito, e morreu, ele e nossos pais;
E foram transportados para Siquém, e depositados na sepultura que Abraão comprara por certa soma de dinheiro aos filhos de Emor, pai de Siquém.
Aproximando-se, porém, o tempo da promessa que Deus tinha feito a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito;
Até que se levantou outro rei, que não conhecia a José.
Esse, usando de astúcia contra a nossa linhagem, maltratou nossos pais, ao ponto de os fazer enjeitar as suas crianças, para que não se multiplicassem.
Nesse tempo nasceu Moisés, e era mui formoso, e foi criado três meses em casa de seu pai.
E, sendo enjeitado, tomou-o a filha de Faraó, e o criou como seu filho.
E Moisés foi instruído em toda a ciência dos egípcios; e era poderoso em suas palavras e obras.
E, quando completou a idade de quarenta anos, veio-lhe ao coração ir visitar seus irmãos, os filhos de Israel.
E, vendo maltratado um deles, o defendeu, e vingou o ofendido, matando o egípcio.
E ele cuidava que seus irmãos entenderiam que Deus lhes havia de dar a liberdade pela sua mão; mas eles não entenderam.
E no dia seguinte, pelejando eles, foi por eles visto, e quis levá-los à paz, dizendo: Homens, sois irmãos; por que vos agravais um ao outro?
E o que ofendia o seu próximo o repeliu, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz sobre nós?
Queres tu matar-me, como ontem mataste o egípcio?
E a esta palavra fugiu Moisés, e esteve como estrangeiro na terra de Midiã, onde gerou dois filhos.
E, completados quarenta anos, apareceu-lhe o anjo do Senhor no deserto do monte Sinai, numa chama de fogo no meio de uma sarça.
Então Moisés, quando viu isto, se maravilhou da visão; e, aproximando-se para observar, foi-lhe dirigida a voz do Senhor,
Dizendo: Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés, todo trêmulo, não ousava olhar.
E disse-lhe o Senhor: Tira as alparcas dos teus pés, porque o lugar em que estás é terra santa.
Tenho visto atentamente a aflição do meu povo que está no Egito, e ouvi os seus gemidos, e desci a livrá-los. Agora, pois, vem, e enviar-te-ei ao Egito.
A este Moisés, ao qual haviam negado, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz? a este enviou Deus como príncipe e libertador, pela mão do anjo que lhe aparecera na sarça.
Foi este que os conduziu para fora, fazendo prodígios e sinais na terra do Egito, e no Mar Vermelho, e no deserto, por quarenta anos.
Este é aquele Moisés que disse aos filhos de Israel: O Senhor vosso Deus vos levantará dentre vossos irmãos um profeta como eu; a ele ouvireis.
Este é o que esteve entre a congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu as palavras de vida para no-las dar.
Ao qual nossos pais não quiseram obedecer, antes o rejeitaram e em seu coração se tornaram ao Egito,
Dizendo a Arão: Faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque a esse Moisés, que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu.
E naqueles dias fizeram o bezerro, e ofereceram sacrifícios ao ídolo, e se alegraram nas obras das suas mãos.
Mas Deus se afastou, e os abandonou a que servissem ao exército do céu, como está escrito no livro dos profetas: Porventura me oferecestes vítimas e sacrifícios No deserto por quarenta anos, ó casa de Israel?
Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, E a estrela do vosso deus Renfã, figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia.
Estava entre nossos pais no deserto o tabernáculo do testemunho, como ordenara aquele que disse a Moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto.
O qual, nossos pais, recebendo-o também, o levaram com Josué quando entraram na posse das nações que Deus lançou para fora da presença de nossos pais, até aos dias de Davi,
Que achou graça diante de Deus, e pediu que pudesse achar tabernáculo para o Deus de Jacó.
E Salomão lhe edificou casa;
Mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta:
O céu é o meu trono, e a terra o estrado dos meus pés.Que casa me edificareis? diz o Senhor, Ou qual é o lugar do meu repouso?
Porventura não fez a minha mão todas estas coisas?
Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais.
A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora fostes traidores e homicidas;
Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes.

Atos 7.2-53

segunda-feira, 16 de abril de 2018

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS CAUSAS DO CÂNCER?

As causas do câncer ainda intrigam os especialistas, enquanto alguns hábitos são notadamente perigosos (caso do tabagismo, por exemplo), ainda existe dúvida em relação ao peso de fatores genéticos no surgimento da doença. A falta de repertório não afeta só a população leiga, mas também os profissionais da saúde - o assunto, inclusive, foi tema destaque no último congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Clínica, realizado na Áustria. Conscientes de que há carência de informações seguras, principalmente, no que se refere à prevenção do câncer, os especialistas dedicaram horas para apresentar o que já se sabe-as revelações foram baseadas num estudo que avaliou as principais dúvidas de 748 pessoas quanto ao tema, a seguir você confere as principais novidades.

1 - Genética - No Congresso, os especialistas apresentaram um estudo com 748 pessoas, incluindo profissionais de saúde, e 90% do grupo disse acreditar que a genética aumenta significativamente o risco de câncer. "Na realidade, apenas 5% a 8% dos tipos de câncer são, dependendo de sua localização, de fato causados por um gene herdado", afirma o oncologista Artur Malzyner, da Clinonco, de São Paulo. De acordo com o oncologista, a confusão provavelmente se dá porque existem fatores externos, como o tabaco, o álcool e substâncias presentes no plástico (como o bisphenol A) que causam a mutação dos genes, servindo como gatilho para um câncer. "Mas existem tipos de câncer com predisposição mais alta em caso de doenças de cunho genético, é o caso da polipose familiar do cólon (crescimento que se projeta da parte interna do cólon ou do reto)", diz o especialista.

2 - Dieta desintoxicante - Quando questionados sobre como reduziriam seu risco de câncer, 27% dos entrevistados acreditavam que colocar em prática uma dieta de desintoxicação seria um bom método, enquanto 64% achavam que a comida orgânica protege contra o câncer. O nutricionista Fábio Gomes, do Instituto Nacional do Câncer (INCA), explica que o agrotóxico provoca vários problemas de saúde, mas a relação entre eles e o aparecimento do câncer ainda não é certo. Na dúvida, alimentos orgânicos continuam sendo a opção mais segura.

3 - Carne vermelha - Cerca de 40% dos entrevistados desconhecia a relação entre o consumo da carne vermelha e o aumento do risco de câncer. Vários estudos já revelaram que comer muita carne vermelha pode ser prejudicial à saúde. Um deles, realizado pela Universidade de São Paulo e apresentado no Congresso da Sociedade Americana do Câncer, aponta o alimento como fator de risco para o câncer de intestino. A pesquisa revelou que quem consome carne bovina ou suína diariamente, em qualquer quantidade, apresenta 35% mais chances de desenvolver câncer de intestino grosso.

4 - Carne processada - Está aqui um dos fatores de risco mais conhecidos, 85% dos participantes sabiam do risco de ingerir carne processada. O nutricionista Fábio Gomes explica que linguiça, salsicha, bacon e até o peito de peru contêm quantidades consideráveis de nitritos e nitratos. Essas substâncias, em contato com o estômago, viram nitrosaminas, capazes de promover mutação do material genético. "A multiplicação celular passa a ser desordenada devido ao dano causado ao material genético da célula. Esse processo leva à formação de tumores, principalmente do trato gastrointestinal", explica Fábio Gomes.

5 - Telefone celular - Para 68% dos participantes da pesquisa, existe relação entre a radiação liberada pelo telefone celular e o desenvolvimento de câncer. O oncologista Artur explica que, de fato, existe tal associação (principalmente com tumores cerebrais) e que, apesar de discreta, ela merece atenção. A pedido da Organização Mundial de Saúde, 31 cientistas de 14 países revisaram estudos sobre a segurança do uso de telefones celulares. Os especialistas encontraram evidência suficiente para caracterizar o uso do aparelho como "possivelmente cancerígeno para humanos".

6 - Obesidade - Apenas 32% dos participantes da pesquisa e 41% dos profissionais de saúde sabiam que a obesidade é um fator de risco para o câncer.                              

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um terço dos casos de câncer no mundo podem ser relacionados à obesidade. O oncologista Artur lembra que a obesidade, além de ser um hábito passado de pai para filho, também pode ser transmitida geneticamente. "Os hábitos que causam a obesidade, como a alimentação rica em gorduras e a falta de atividade física, afetam a família inteira", diz o médico.

1 - Estresse - Mais de 90% dos participantes do estudo apontaram que o estresse pode ser o causador de câncer e eles estão certos. Alguns estudos já demonstraram que o estresse pode causar câncer indiretamente por enfraquecer o sistema imunológico e encorajar a formação de novos vasos sanguíneos para vascularizar o tumor. Outro estudo, publicado no The Journal of Clinical Investigation mostrou que hormônios como a adrenalina, liberada no momento de estresse, podem influenciar o crescimento e a metástase do tumor. A dica no especialista, entretanto, é para evitar o alarme exagerado. "Você precisa se autoconhecer, diferenciando situações de tensão comuns no dia a dia do estresse crônico, que causa alterações no organismo", afirma o oncologista Anderson Arantes Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

2 - Roupas apertadas - Roupas apertadas também foram citadas pelos participantes da pesquisa como um fator que aumenta a incidência do câncer. Segundo os pesquisadores do estudo e os especialistas entrevistados, não existe qualquer relação entre roupas apertadas e o desenvolvimento de tumores. O oncologista Anderson conta ainda que não há qualquer ligação entre a compressão, no caso o sutiã, e o câncer de mama.

domingo, 15 de abril de 2018

DEVOCIONAL - 15 DE ABRIL DE 2018

Confio na tua palavra. (Sl 119.42)

A nossa fé será mais fraca ou mais forte, exatamente na proporção em que crermos que Deus fará o que disse. A fé nada tem a ver com sentimentos ou impressões, com improbabilidades ou com aparências externas. Se desejarmos ligar as duas coisas — fé e sentimentos, fé e aparência — não estaremos descansando na Palavra de Deus, porque a fé não precisa de coisa alguma desse tipo. A fé descansa na Palavra de Deus. Quando cremos na Sua Palavra, o nosso coração descansa.
Deus tem prazer em exercitar a nossa fé; porque é bênção para nós, depois porque é bênção para a Igreja, e também para os de fora. Mas nós evitamos o exercício, em vez de o recebermos como um bem. Quando vêm as provas, deveríamos dizer: "Meu Pai Celestial põe nas minhas mãos este cálice de aflição, para que eu possa ter alguma coisa agradável depois."
As aflições alimentam a fé.
Ah, deixemo-nos nas mãos do Pai Celestial! Seu coração tem prazer no bem de Seus filhos. Mas as aflições e dificuldades não são os únicos meios pelos quais a fé é exercitada e aumentada.
Há a leitura das Escrituras, através da qual podemos conhecer de perto a Deus, como Ele Se revelou na Sua palavra.
Será que podemos dizer, pelo conhecimento que temos de Deus, que Ele é um Ser realmente desejável? Se não, instemos com Deus para que nos leve a isso, de modo que possamos admirar o Seu coração de amor e bondade, e sejamos capazes de dizer como Ele é bom e como tem prazer em fazer o bem a Seus filhos.
E quanto mais nos aproximamos desta realidade, mais prontos estamos a descansar em Suas mãos, satisfeitos com tudo o que ele nos reserva. E quando vier a aflição, diremos:
"Eu vou esperar para ver qual a bênção que Deus trará por meio dela, pois sei que Ele vai fazê-lo." Assim daremos um testemunho digno diante do mundo e isso servirá para fortalecer a fé de outras pessoas. — George Müller
 
 

quarta-feira, 11 de abril de 2018

DEVOCIONAL - 11 DE ABRIL DE 2018

O que vos digo às escuras, dizei-o às claras. (Mt 10.27)

O Senhor está sempre trazendo-nos a um canto escuro a fim de nos fazer revelações. O escuro do lar ensombreado, onde o luto cerrou as cortinas; o escuro da vida solitária e desolada, onde alguma enfermidade encobre de nós a luz e nos arrefece o ânimo de viver; o escuro de algum desapontamento ou tristeza esmagadora.
Então Ele nos conta os Seus segredos, grandes e estupendos, eternos e infinitos; os olhos que estavam ofuscados pelo brilho da terra, Ele leva a contemplar as constelações celestes; e leva o ouvido a perceber os meios-tons suaves da Sua voz, muitas vezes sufocada pelo tumulto dos estridentes gritos da terra.
Mas tais revelações sempre implicam em responsabilidade — "dizei-o às claras... pregai-o..."
Não é para ficarmos sempre no escuro ou permanecermos no quarto fechado; há um momento em que somos conclamados a tomar o nosso lugar na marcha e no tumulto da vida; e, chegada a nossa hora, devemos dizer e proclamar o que aprendemos.
Isto dá um novo significado ao sofrimento, pois, muitas vezes, o elemento mais triste do sofrimento é a sua aparente inutilidade. "Como sou inútil!" "O que estou fazendo para o bem da humanidade?" "Por que desperdiçar desta forma o precioso nardo da minha alma?"
Assim se lamenta aquele que sofre. Mas Deus tem um propósito naquilo tudo. Ele chamou à parte aquele Seu filho, para ter comunhão com Ele numa esfera mais alta, a fim de que possa ouvir o seu Deus face a face e levar a mensagem para os seus semelhantes que estão ao pé do monte.
Foram desperdiçados os quarenta dias que Moisés passou no Monte, ou foi desperdício o tempo que Elias passou em Horebe, ou o foram os anos que Paulo passou na Arábia?
Na vida de fé não há atalho, e a fé é a condição vital para uma vida santa e vitoriosa. Nós precisamos de períodos de comunhão e meditação a sós com Deus. É indispensável que subamos ao monte da comunhão, que cheguemos ao vale de repouso tranqüilo à sombra de uma grande rocha, e que tenhamos noites sob as estrelas — em que a escuridade esconde o mundo material, silencia o burburinho da vida humana e abre a visão para o que é infinito e eterno — sim, é tão indispensável quanto o é o alimento para os nossos corpos.
Só assim pode a consciência da presença de Deus tornar-se um fato real para nós, capacitando-nos a dizer repetidamente com o salmista: "Tu estás perto, Senhor". — F. B. Meyer
"Alguns corações, como certas flores, abrem-se com maior beleza nas sombras da vida".

quinta-feira, 5 de abril de 2018

DEVOCIONAL - 06 DE ABRIL DE 2018

Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza, e vigiarei para ver o que Deus me dirá. (Hc 2.1)

Nós só conhecemos o que é esperar em Deus e o que é receber auxílio de Deus, quando há uma expectação vigilante da nossa parte. Se alguma vez deixamos de receber dEle força e proteção, é porque não estamos realmente contando com elas. Muitos socorros que nos são oferecidos do céu passam por nós sem que os gozemos! Por quê? Porque não estamos em nossa torre de vigia para avistar, de longe, que eles vêm chegando, e escancarar as janelas do coração para recebê-los. Quem não está vigilante, à espera do auxílio, pouco receberá. Estejamos atentos à espera da intervenção de Deus nos acontecimentos da nossa vida.
Há um provérbio simples que diz: "Quem espera pela Providência terá sempre providências a esperar." E podemos mudá-lo da seguinte maneira: "Quem não espera providências, nunca terá providências a esperar." Se não pusermos nossas vasilhas na chuva, não apanharemos água.
Precisamos ser mais objetivos e usar mais o bom senso, quando clamamos pelas promessas de Deus. Se víssemos um homem entrar e sair de um banco várias vezes no dia, apenas pondo um cheque sobre o balcão, para tirá-lo em seguida, creio que logo veríamos barrada a entrada dele ali.
Quem vai a um banco e apresenta um cheque, espera ali até receber a importância correspondente, e só então se retira; não sai sem haver completado a transação. Não apresenta o cheque e simplesmente discute sobre o valor da assinatura e a excelência do documento; não, a pessoa quer a importância que lhe cabe, e não se contenta sem ela. Não fica ali só passando o tempo. Pois há muitas pessoas que estão como que brincando com a oração. Não esperam de Deus uma resposta. Assim, só estão passando tempo. Quando oramos, o Pai celestial quer que façamos com Ele uma transação real. — C. H. Spurgeon

segunda-feira, 2 de abril de 2018

DEVOCIONAL - 03 DE ABRIL DE 2018

Provei-te na fornalha da aflição. (Is 48.10)

Atentemos para a palavrinha "na". Devemos honrar o Senhor na aflição — naquilo que de fato é uma aflição. Embora tenha havido casos em que Deus não permitiu que Seus servos sentissem as chamas, contudo, regra geral, o fogo traz dor.

Mas aí mesmo é que devemos glorificá-lo, pela nossa perfeita fé na Sua bondade e amor, que permitiram a vinda de todas essas coisas sobre nós.

E mais do que isto, devemos crer que dessa situação virá alguma coisa mais para o Seu louvor, do que viria sem essa dura prova.

Algumas provas só podemos atravessar com uma grande fé; uma fé pequena não aguentaria. Precisamos conhecer a vitória na aflição. — Margaret Bottome

A fidelidade do crente é comprovada no tempo da aflição. Os moços que foram lançados na fornalha ardente saíram como entraram — exceto quanto aos cordões que os amarravam.

Quantas vezes, na fornalha da aflição, Deus nos arranca os cordões! O corpo daqueles moços ficou ileso — sua pele nem se chamuscou. Nem tampouco seus cabelos ou suas roupas, e nem cheiro de fogo passou sobre eles. E assim é que os crentes devem sair da fornalha da aflição: libertos dos cordões que os amarram e não tocados pelas chamas.

Triunfando deles na cruz. (Cl 2.15)

Esse é o verdadeiro triunfo — triunfar sobre a doença, na doença; triunfar sobre a morte, morrendo; triunfar sobre as circunstâncias adversas, estando nelas. Sim, creia-me, irmão, há um poder capaz de fazer-nos vitoriosos na luta. Há uma alta posição a ser conquistada, de onde poderemos contemplar as regiões de onde viemos e cantar o nosso cântico de triunfo, e isso, ainda nesta vida. Sendo pobres, podemos levar muitos a nos considerarem ricos, e em nossa pobreza podemos enriquecer a muitos. O nosso triunfo é na circunstância. O triunfo de Cristo foi na Sua humilhação. Possivelmente o nosso triunfo também será manifestado naquilo que aos outros parece humilhação. — Margaret Bottome

Há algo de cativante na figura de um crente cheio de tribulações, e tendo contudo o coração firme e cristalino. Não é verdade que há algo de valor contagiante na visão de alguém grandemente tentado, mas mais do que vencedor? Não é um tônico para o coração, vermos um peregrino, quebrado no corpo, mas conservando o esplendor de uma paciência não quebrada? Que testemunho do poder da graça! —J. H. Jowett

À Daniela.
Cristã que luta pelo reto caminho em chamas.


sexta-feira, 30 de março de 2018

DEVOCIONAL - 30 DE MARÇO DE 2018 (PÁSCOA)


Eia todos vós que acendeis fogo e vos cingis com faíscas: andai entre as labaredas do vosso fogo e entre as faíscas que acendestes: isto vos vem da minha mão, e em tormentos jazereis. (Is 50.11)

Que aviso importante para aqueles que estão atravessando momentos de trevas e procuram sair para a luz por si mesmos. São comparados no verso com alguém que acende um fogo e anda no meio de suas próprias faíscas. O que significa isto?

Significa que quando estamos em trevas, a tentação é descobrir uma saída sem confiar no Senhor e sem buscar apoio nEle. Em vez de deixarmos que Ele nos guie para fora das trevas, procuramos sair por nós mesmos. Procuramos a luz do mundo e buscamos o conselho de amigos. Procuramos as conclusões da nossa própria razão, e talvez até sejamos tentados a aceitar um caminho de livramento que não seria absolutamente o do Senhor.

Todos estes caminhos são fogos acesos por nós; luzinhas frouxas, que certamente nos levarão a encalhar em algum banco de areia. E Deus nos deixará andar na luz dessas fagulhas, mas o fim serão dores.

Irmãos, não procuremos sair de uma situação difícil, a não ser no tempo de Deus e da maneira de Deus. O tempo de aflição tem o propósito de ensinar-nos lições de que precisamos grandemente.

Os livramentos prematuros podem frustrar a obra da graça em nossa vida. Simplesmente entreguemos a Ele toda a situação. Estejamos com o coração disposto a suportar qualquer prova, desde que tenhamos conosco a presença dEle. Lembremo-nos de que é melhor andar no escuro com Deus do que no claro sozinho.

Deixemos de interferir nos desígnios e na vontade de Deus. Se pusermos a mão em algum de seus planos, estragaremos a obra. Podemos mover os ponteiros do relógio segundo a nossa conveniência, mas isso não mudará o tempo; podemos querer apressar o desenrolar da vontade de Deus, mas estaremos atrapalhando, e, não, ajudando a obra. Podemos abrir um botão de rosa, mas isso trará danos à flor. Deixemos tudo com Ele. Tiremos nossas mãos. Faça-se a Tua vontade, Senhor, não a minha.

domingo, 25 de março de 2018

DEVOCIONAL - 25 DE MARÇO DE 2018

Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam. (Hb 11.6)

Fé para os dias de desespero.
A Bíblia está cheia de dias assim. Seus registros são formados deles, seus cânticos são inspirados neles, sua profecia está ocupada com eles e sua revelação veio através deles.
Os dias de desespero são as pedras que pavimentam o caminho de luz. Parecem ter sido a oportunidade de Deus e a escola de sabedoria para o homem.
No Velho Testamento, no Salmo 107, há a história de uma festa de amor; e em cada história de livramento, o ponto de desespero trouxe a oportunidade de Deus. O fim das forças humanas foi o começo do poder de Deus. Devemos nos lembrar da promessa de uma descendência numerosa como as estrelas do céu e como a areia do mar, feita a um casal já idoso. Leiamos novamente a história do mar Vermelho e daquela libertação, e do Jordão com a arca passando em seco.
Estudemos mais uma vez as orações de Asa, Josafá e Ezequias, quando estavam em grande angústia e não sabiam o que fazer. Tornemos a ler a história de Neemias, Daniel, Oséias e Habacuque. Cheguemos com reverência ao Getsêmani e nos curvemos junto ao túmulo no Jardim de José de Arimatéia durante aqueles dias terríveis. Busquemos o testemunho da Igreja primitiva e peçamos aos apóstolos que nos contem a história daqueles dias desesperadores.
A fé não é responsável pelos nossos dias de desespero. Mas a obra da fé é dar-nos alento e mostrar a solução.
Não há um exemplo melhor dessa verdade do que o dos três jovens hebreus na fornalha. A situação era desesperadora, mas eles responderam corajosamente: "Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que fizeste." Eu gosto deste "se não"!
Tenho espaço apenas para mencionar o Getsêmani. Consideremos profundamente o seu "Todavia", "Se possível... Todavia"! Profunda escuridão tinha descido sobre a alma do Senhor. Confiar-se na mão do Pai significava angústia até ao sangue e trevas até à descida ao Hades — Todavia! Todavia! — Rev. Samuel Chadwick

Havia Alguém com eles na fornalha,
Uma presença augusta — era o Senhor! O mesmo
Alguém promete estar comigo

Sempre presente, e sei que nunca falha.
Na chama ardente, no maior calor,
Há Alguém comigo, perto — o Salvador!