Pesquisar este blog

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

DEVOCIONAL - 16 DE OUTUBRO DE 2017

Deixemos todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta. (Hb 12.1)

Há embaraços que, em si mesmos, não são pecado, mas que se tornam distrações e pedras de tropeço em nosso crescimento espiritual. Um dos piores é o desânimo. Um coração pesado é de fato um embaraço que certamente nos fará descer em nossa santidade e utilidade.

O processo que resultou em Israel não poder entrar na terra da promessa começou com a murmuração. Apenas um leve desejo de se queixarem e estarem descontentes. Isto foi adiante até florescer e frutificar em rebelião e ruína. Não condescendamos jamais em duvidar de Deus ou de Seu amor e fidelidade para conosco em tudo e para sempre.

Nós podemos tomar posição contra a dúvida, assim como contra qualquer pecado. E enquanto ali estamos, recusando duvidar, o Espírito Santo virá ao nosso auxílio e nos dará a fé que vem de Deus e nos coroará de vitória.

É muito fácil cair no hábito de duvidar, de ficar inquieto imaginando que Deus nos esqueceu e que afinal nossas esperanças terminarão em fracasso.

Recusemos o desânimo. Recusemos ficar infelizes e acabrunhados. Contemos tudo como gozo, mesmo quando não estivermos sentindo emoções de felicidade. Alegremo-nos por fé, resolutos, reconhecendo os fatos da Palavra; e sem dúvida descobriremos que Deus porá em operação esses fatos.

O inimigo tem duas ciladas. Uma é fazer-nos desanimar, então, pelo menos por algum tempo, não seremos de utilidade para os outros, e assim estaremos derrotados. A outra é fazer-nos duvidar, quebrando assim o elo da fé, que nos liga ao Pai. Atenção! Não caia em nenhuma delas. 

Alegria! Eu gosto de cultivar o espírito de Alegria! Ela recoloca a alma no tom certo, e conserva-a afinada, de modo que o inimigo se intimida ao tocá-la; pois as cordas da alma ficam aquecidas demais ou cheias demais de eletricidade celeste, para os dedos infernais. E ele vai para outro lugar! Ele sempre se intimida em vir me atacar quando meu coração está cheio de alegria e gozo do Espírito Santo.

Meu plano é tocar para longe o espírito de tristeza, como a Satanás. Ah, mas nem sempre tenho êxito. Às vezes, no caminho do serviço, a tristeza vem ao meu encontro como o próprio inimigo, e me olha tão de frente que a minha pobre alma muda de cor! A tristeza descora tudo; deixa os objetos sem encanto; envolve em trevas as perspectivas futuras; tira as aspirações da alma, acorrenta os seus poderes e produz uma paralisia mental.

Um crente idoso comentou certa vez que o ânimo na vida de fé faz com que todos os serviços se desenrolem com prazer; e que nunca somos levados avante tão depressa no caminho do dever, como quando transportados nas asas do contentamento. E acrescenta que a melancolia amarra essas asas; ou, para mudarmos a figura, que a tristeza tira as rodas do nosso carro que segue na trilha do dever, e faz com que ele ande pesadamente, como os carros dos egípcios, que se afundaram no mar Vermelho.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

DEVOCIONAL - 09 de Outubro de 2017

Por isso o Senhor esperará, para ter misericórdia de vós. (Is 30.18)

Onde há mais chuva, a grama é mais verde. Penso que são as neblinas e névoas da Irlanda que fazem dela a "Ilha de Esmeralda"; e toda vez que encontrarmos grandes neblinas de aflição e névoas de tristeza, acharemos corações verde-esmeralda — cheios da linda verdura da consolação e amor de Deus. 

Ó crente, que você não seja encontrado a dizer: "Para onde se foram as andorinhas? Elas se foram de uma vez!..." Não, elas não se foram de uma vez; elas cruzaram o mar e foram para uma terra distante; mas logo voltarão. 

Filho de Deus, não diga que as flores morreram ou que o inverno as matou e se acabaram. Ah, não, embora o inverno as tenha coberto com o arminho de neve, elas ainda surgirão outra vez e estarão vivas, dentro em pouco. 

Filho de Deus, não diga que o sol se apagou, porque as nuvens o esconderam. Não; ele está lá atrás, preparando o verão para você; pois quando surgir outra vez, ele terá preparado as nuvens para caírem em chuvas de primavera, que vão ser as mães das mais belas flores. E sobretudo isto, quando Deus esconde a Sua face, não diga que Ele Se esqueceu de você. Está apenas demorando um pouco, para que você O ame mais; e quando vier, você terá alegria no Senhor e se regozijará com gozo inefável. A espera exercita as nossas graças; a espera prova a nossa fé; portanto, espere em esperança; pois embora a promessa demore, nunca chegará tarde demais. — C. H. Spurgeon


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

DEVOCIONAL - 07 DE OUTUBRO DE 2017

Quem há entre vós que tema a Jeová, e ouça a voz do seu servo? quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus. (Is 50.10)

Que deve fazer o crente em tempos de trevas — trevas de perplexidade e confusão, não no coração, mas na mente? Tempos de trevas podem atingir o discípulo fiel e crente, que está andando obedientemente na vontade de Deus; ocasiões em que ele não sabe o que fazer nem que rumo tomar. O céu está nublado. A clara luz do Céu não brilha sobre a sua vereda. E ele se sente como tateando no escuro.

Amado leitor, é este seu caso? Que deve fazer o crente em tempos de trevas? Escute! "Confie no nome do Senhor e firme-se sobre o seu Deus."

A primeira coisa a fazer é não fazer nada. Isto é difícil para a natureza humana. Há um provérbio americano que diz mais ou menos assim: "Se estiver cambaleando, não corra" — em outras palavras: quando não souber que rumo tomar, fique onde está.

Quando entrar numa nuvem espiritual, não procure abrir caminho; diminua a marcha da máquina de sua vida. Se necessário, ancore o seu barco ou deixe-o amarrado. O que devemos fazer é simplesmente confiar em Deus.

Enquanto confiamos, Deus pode operar. Nossa ansiedade impede que Ele faça qualquer coisa para nós. Se nossa mente está perturbada e o nosso coração angustiado; se as trevas ao redor nos aterrorizam; se corremos para cá e para lá, no vão esforço de achar algum meio de fugir àquela prova que a providência de Deus nos enviou, o Senhor não pode fazer nada para nós.

É preciso que a paz de Deus aquiete a nossa mente e faça descansar o nosso coração. Temos que pôr a mão na mão de Deus, como uma criança, e deixar que Ele nos guie para dentro do Seu amor. Aí há plena luz.

Ele conhece o caminho de saída da mata. Subamos no Seu regaço e confiemos em que Ele nos tirará da situação pelo caminho mais curto e seguro. — Dr. Pardington

Lembre-se de que nós não sabemos pilotar, mas que temos um Piloto.
 

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

DEVOCIONAL - 05 DE OUTUBRO DE 2017

E sucedeu que... o ribeiro se secou. (1 Rs 17.7.)

O preparo da nossa fé será incompleto se não entendermos que há uma providência na perda, um ministério na falha e enfraquecimento das coisas, uma dádiva no vazio. 

As inseguranças materiais da vida contribuem para a sua firmeza espiritual. A tênue correnteza junto à qual Elias estava assentado e meditando, é uma figura da vida de cada um de nós. "E sucedeu que... o ribeiro se secou" — eis a história do nosso ontem e a profecia dos nossos amanhãs.

De uma forma ou de outra, teremos que aprender a diferença entre confiar no dom e confiar no Doador. O dom pode ser bom por um tempo, mas o Doador é o Amor Eterno.

Querite representava um sério problema para Elias, até que chegou a Sarepta. Então tudo ficou claro como o dia. As palavras duras de Deus nunca são Suas últimas palavras. Os ais, as perdas e as lágrimas da vida fazem parte do interlúdio, não do fim.

Se Elias tivesse sido levado diretamente a Sarepta, teria perdido uma experiência que ajudou a fazer dele um profeta mais sábio e um homem melhor. Junto a Querite ele viveu pela fé. E quando em nossa vida se secar algum ribeiro de recursos terrenos, aprendamos que a nossa esperança e socorro estão no Deus que fez o céu e a terra. — F. B. Meyer


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

DEVOCIONAL - 29 DE SETEMBRO DE 2017

Eu me dedico à oração. (Sl 109.4)

Muitas vezes, em nossos momentos de meditação, estamos numa verdadeira pressa religiosa. Quanto tempo dedicamos a ele diariamente? Não é verdade que podemos registrá-lo em minutos? Quem conheceu um homem eminentemente santo que não passasse muito do seu tempo em oração? E já vimos alguém com muito espírito de oração que não passasse muito tempo em seus aposentos, à parte?

Diz Whitefield: "Dias e semanas passei prostrado no solo, em oração, silenciosa ou audível". "Caia de joelhos, e cresça assim", é a linguagem de outro servo de Deus, que conhecia por experiência o que afirmava.

Dizem que nenhuma grande obra no campo da literatura ou da ciência foi executada por alguém que não amasse o estar a sós. E podemos apontar como princípio elementar da vida religiosa, que quem alcança um grande crescimento na graça, sempre toma tempo para estar muitas vezes, e por longo tempo, a sós com Deus.


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

DEVOCIONAL - 21 de Setembro DE 2017

Tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. (Fp 3.8)

A época da colheita é a estação alegre das espigas maduras, da canção festiva, dos celeiros cheios. Mas vamos atentar para o sermão que o campo nos dá. Esta é a mensagem solene que ele tem para mim: "Você tem que morrer, para poder viver. Seu conforto e bem-estar não têm que ser consultados. Você tem que ser crucificado, não somente quanto aos desejos e hábitos pecaminosos, mas a muitos outros, que parecem inocentes e retos.''

Se você quer vir a salvar outros, não pode salvar-se a si mesmo. Se quer dar muito fruto, precisa ser sepultado em trevas e solidão.

Meu coração treme ao ouvir estas coisas. Mas se Jesus me pede isto, possa eu dizer a mim mesmo como é sublime entrar na comunhão dos Seus sofrimentos; e estarei na melhor das companhias. E possa eu ainda dizer a mim mesmo que tudo isso tem por fim tornar-me em vaso idôneo para Seu uso. O Calvário dEle floresceu e frutificou; assim será com o meu também. Abundância sairá da dor; vida, da morte. Não é essa a lei do Reino? 

Quando o botão se abre numa flor, chamamos a isso morte? 


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Devocional - 15 de setembro de 2017

Assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas. (Ct 4.16)

Algumas das especiarias mencionadas neste capítulo são bastante sugestivas. O aloés era uma especiaria amarga, e fala-nos da doçura das coisas amargas, o doce-amargo, que quem já provou, sabe bem quanto agrada ao paladar. A mirra era usada para embalsamar os mortos, e fala-nos de morrermos para alguma coisa. É a doçura que vem ao coração depois que ele morreu para a vontade-própria, o orgulho e o pecado.

Oh, o encanto inexprimível que paira em torno de alguns crentes, simplesmente porque trazem no semblante açoitado pela disciplina e no espírito dulcifícado, as marcas da cruz; a santa evidência de terem morrido para o que uma vez foi orgulho e força, mas que agora está para sempre aos pés do Senhor. É o encanto celeste de um espírito quebrantado e um coração contrito, a música que brota de uma tonalidade menor.

E ainda, o incenso, com a fragrância que procedia do toque de fogo. Era aquele pó queimado que se erguia em nuvens de doçura do seio das chamas. Fala-nos do coração cuja doçura tem-se desprendido talvez através das chamas da aflição, até que o lugar santo da alma é cheio das nuvens de oração e louvor. Amado leitor, estamos nós derramando as especiarias, os perfumes, os aromas suaves do coração?


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A TENTAÇÃO DE JESUS


O QUE É TENTAÇÃO?

A tentação é um estímulo ou indução a um ato que pareça atraente, ainda que seja inapropriado ou contradiga alguma norma ou convenção social sendo, consequentemente, proibido. A definição de tentação pode ser aplicada a uma ampla gama de ações, por exemplo, o desrespeito a uma restrição alimentar, a trapaça, a ostentação de artigos de luxo, a procrastinação.

DEFININDO TENTAÇÃO 

Na oração modelo encontrada no capítulo 6 desse mesmo Evangelho, entre outras coisas, Jesus ensinou-nos a pedir: “...e não nos deixes cair em tentação...”, o que nos permite dizer que a tentação em si não é pecado. Se o fosse, certamente a oração seria diferente.
No novo dicionário Aurélio, entre as definições apresentadas para “tentação” há uma que diz ser “desejo veemente”. Logo, resistir uma tentação é resistir a um desejo muito forte.

Tentação é o esforço do diabo para tentar persuadir, seduzir, e induzir alguém a fazer especialmente algo sensualmente agradável ou imoral. É aquela voz dentro da gente que diz: “Vá em frente, fulano, nada vai acontecer… Ninguém vai ficar sabendo não!”.
A tentação é a causa da morte espiritual da vida de cada cristão. Mas, através do exemplo de Jesus, aprendemos que é possível enfrentar a tentação e sair vitorioso desse conflito espiritual.

"Quais foram os significados e os propósitos das tentações de Jesus?"

Após Seu batismo, Jesus foi "levado pelo Espírito ao deserto, onde, durante quarenta dias, foi tentado pelo diabo" (Lucas 4.1-2). As três tentações de Jesus no deserto foram um esforço de seduzir e transferir a Sua fidelidade de Deus a Satanás. Vemos uma tentação semelhante em Mateus 16.21-23 onde Satanás, através de Pedro, tenta Jesus a renunciar a cruz à qual estava destinado. Lucas 4.13 nos diz que após as tentações no deserto, Satanás "o deixou até ocasião oportuna", o que aparenta indicar que Jesus foi tentado outras vezes por Satanás, embora novos incidentes não sejam registrados. O ponto importante é que, apesar de várias tentações, Ele nunca pecou.

Que Deus tinha um propósito ao permitir que Jesus fosse tentado no deserto é evidente pela declaração "foi levado pelo Espírito ao deserto". Uma finalidade é assegurar-nos de que temos um sumo sacerdote capaz de Se relacionar conosco em todas as nossas debilidades e fraquezas (Hebreus 4.15) porque Ele mesmo foi tentado em todos os pontos nos quais também somos. A natureza humana do Nosso Senhor permite que Ele compreenda as nossas próprias fraquezas por ter sido submetido à fraqueza também. "Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados" (Hebreus 2.18). A palavra grega traduzida "tentado" aqui significa "pôr à prova". Então, quando somos colocados à prova e testados pelas circunstâncias da vida, podemos ter certeza de que Jesus entende e se solidariza como alguém que sofreu as mesmas provações.


Embora Jesus tenha sido tentado várias vezes, ele enfrentou um teste especialmente severo logo depois que foi batizado. Lucas recorda este evento (Lucas 4.1-13), mas seguiremos a história conforme Mateus a conta: "A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome" (Mateus 4.1-2). Pelo fato que foi o Espírito que levou Jesus para o deserto mostra que Deus pretendia que Jesus fosse totalmente humano e sofresse tentação.


Uma Ponte Para a História

Ninguém cairia numa tentação que não parecesse ser de alguma forma boa ou prazerosa. As tentações sempre prometem algo bom, mas no final acabam machucando mais do que esperávamos.
O grande dramaturgo irlandês William Butier Yeats uma vez escreveu: “Toda tentação vencida representa uma nova reserva de energia moral. Toda prova suportada e resistida com um espírito correto torna a alma mais nobre e mais forte do que era antes.” Em cada tentação há a oportunidade de crescimento em Cristo que, se rejeitada, não poderá ser recuperada. Ao se preparar para explorar a história da lição desta semana, mantenha em mente que foi o hábito de Jesus de resistir ao diabo e a Sua iniciativa de sempre fazer a vontade de Deus no lugar da sua que O capacitou a enfrentar as tentações no deserto e a sair vitorioso.


AS FASES DA TENTAÇÃO DE JESUS

As tentações de Jesus seguem três padrões que são comuns a todos os homens. A primeira tentação diz respeito à concupiscência da carne (Mateus 4.3-4), a qual inclui todos os tipos de desejos físicos. O Nosso Senhor teve fome, e o diabo o tentou a transformar pedras em pão, mas Ele respondeu citando Deuteronômio 8.3. A segunda tentação foi acerca da soberba da vida (Mateus 4.5-7), e aqui o diabo tentou usar uma passagem da Escritura contra Ele (Salmo 91.11-12), mas novamente o Senhor respondeu com a Escritura em sentido contrário (Deuteronômio 6.16), afirmando que seria errado abusar de Seus próprios poderes.

A terceira tentação foi acerca da concupiscência dos olhos (Mateus 4.8-10), e se algum atalho ao Messias fosse possível, evitar a paixão e crucificação para as quais Ele originalmente veio seria a forma. O diabo já tinha o controle sobre os reinos do mundo (Efésios 2.2), mas estava pronto a dar tudo a Cristo em troca de Sua lealdade. O mero pensamento quase causa a natureza divina do Senhor a tremer, e Ele responde agressivamente: "Retire-se, Satanás! Pois está escrito: ‘Adore o Senhor, o seu Deus e só a ele preste culto’" (Mateus 4.10, Deuteronômio 6.13)


A TENTAÇÃO DE JESUS É O MODELO DA TENTAÇÃO DO CRENTE 

A partir da tentação de Jesus podemos compreender o que significa a tentação para nós. Há na Bíblia duas grandes histórias de tentação. No começo da história sagrada há a tentação dos nossos primeiros pais, Adão e Eva (Gn 3); mais adiante a narrativa da tentação de Jesus (Mt 4.1-11; Mc 1.12,13 e Lc 4.1-13).

- A primeira tentação trouxe como resultado a queda do homem.

- A segunda tentação trouxe a queda de Satanás.

Adão e Eva foram tentados no Jardim do Éden e caíram. Jesus foi tentado no deserto e triunfou, ou seja, ou Adão é tentado em nós, e nós caímos, ou Jesus é tentado em nós e Satanás é quem cai.

A tentação de Jesus se repete, na verdade, o padrão da tentação dos nossos primeiros pais. Veja Gn 3.6; 1Jo 2.15,16 e Mt 4.1-11. 

“Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” (Gn 36)

“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo”(1Jo 2.15, 16) 

Observem um detalhe: de Gênesis a Mateus há um intervalo de cerca de 1500 anos. De Mateus a primeira carta de João há um intervalo aproximadamente de 50 anos. Mas é impressionante que os conceitos são os mesmos, a matriz existencial é a mesma, a leitura que fazem do ser humano e a luta com as forças transcendentes é a mesma. Só o resultado que é diferente, pois Jesus venceu a tentação. 

A TENTAÇÃO DE JESUS PASSO A PASSO 
FOI O ESPÍRITO SANTO QUE LEVOU JESUS AO DESERTO (MT 4.1)
 
Mateus deixa claro que foi o próprio Espírito Santo que o levou ao deserto para ser tentado. Não partiu de Satanás tal atitude. Jesus não foi guiado ao deserto por uma força maligna, mas foi conduzido pelo Espírito Santo. Foi pela expressa vontade de Deus que esta crise se produziu na vida de Jesus. Não é que o Senhor queria ver se Jesus cairia ou não, mas uma demonstração da impossibilidade da Sua queda.

À semelhança de Adão, Jesus foi tentado, com uma diferença: Adão foi tentado no Jardim do Éden e caiu, Jesus foi tentado no deserto e venceu a Satanás. 

O TEMPO QUE O SENHOR ESTEVE NO DESERTO (MT 4.1, 2)

O evangelista Mateus nos diz que o Senhor foi levado ao deserto para ser tentado e depois de 40 dias e 40 noites teve fome. O deserto é um lugar desconfortável, severo e agressivo. Era o deserto de Jericó, um lugar ermo, cheio de montanhas e cavernas, de areia escaldante durante o dia e frio intenso durante a noite. O deserto era lugar de solidão. Os grandes homens caíram não em lugares ou momentos públicos, mas na arena da solidão e nos bastidores dos lugares secretos. O deserto é o lugar das maiores provas e também das maiores vitórias. O deserto é o campo de treinamento de Deus.
O texto nos diz que o Senhor esteve no deserto por 40 dias e 40 noites. O número 40 é o número da provação. Quarenta dias durou o dilúvio (Gn 7.12), o jejum de Moisés no Sinai (Êx 34.28), a caminhada de Elias até o Horebe (1Rs 19.8). Quarenta anos Israel permaneceu no deserto (Sl 95.10). Israel esteve 400 anos no Egito, isso é 40×10. Quarenta dias e quarenta noites Jesus foi tentado por Satanás no deserto. Em Marcos 1.12,13 nos diz assim:

“E logo o Espírito o impeliu para o deserto, onde permaneceu quarenta dias, sendo tentado por Satanás; estava com as feras, mas os anjos o serviam”.

O PROPÓSITO DE JESUS SER TENTADO

Por que o Espírito Santo impeliu Jesus ao deserto para ser tentado? Qual era o propósito?

O texto começa dizendo “A seguir” – ou seja, após o batismo de Jesus foi levado ao deserto para ser tentado. Há uma relação íntima entre o batismo e a tentação. No primeiro Jesus se dedicou ao caminho da cruz. Já no segundo, o diabo lhe apresentou meios pelos quais Ele podia efetuar seu ministério sem precisar ir à cruz.


Em primeiro lugar, Jesus foi tentado para provar a sua perfeita humanidade. A Bíblia nos fala que o Filho de Deus encarnou, ou seja, tornou-se como um de nós. Jesus foi 100% homem e 100% Deus. Mas quem foi tentado foi Jesus homem e não Jesus Deus. Porque o homem é tentado, mas a Deus ninguém tenta. Veja o que nos diz Tiago 1.13: “Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta”.

A Bíblia também nos diz que Jesus tornou-se semelhante a nós em todas as coisas, exceto no pecado. Conf. com Hb 4.15:

“Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado”.

Jesus passou por tudo isso para nos mostrar que em tudo Ele foi tentado, mas não para nos mostrar que podemos ficar sem pecar. Pelo contrário, Ele conhece as nossas fraquezas e se comparece de nós, mesmo que venhamos a pecar. Aliás, tanto o texto de Hebreus 4.15, quanto 1Jo 1.7-10, 2.1, 2 que nos diz:

Em segundo lugar, Jesus foi tentado para vencer o diabo. Hernandes Dias Lopes nos diz que lutamos com um inimigo derrotado. O evangelista Marcos nos diz que o Senhor Jesus venceu Satanás o amarrando e roubando-lhe os seus bens. Veja o que ele nos diz:

“Ninguém pode entrar na casa do valente para roubar-lhe os bens, sem primeiro amarrá-lo; e só então lhe saqueará a casa”. (Mc 3.27)

Isto é, o Senhor tirou de Satanás o domínio que ele tinha nessa terra. Jesus está libertando aqueles que estavam sob o seu domínio e os transportando para o Seu Reino. Paulo escrevendo aos Colossenses nos diz assim:

Jesus venceu Satanás no deserto, triunfou sobre todas as suas investidas. Esmagou sua cabeça na cruz, triunfou sobre ele definitivamente. Satanás é um inimigo limitado e está debaixo da autoridade absoluta de Jesus.


“Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz” (Cl 2.14, 15).


AS OFERTAS DE SATANÁS

A Bíblia nos diz que Satanás tentou Jesus os quarenta dias. Quando lemos o texto aqui em Mateus a impressão que temos que o tentador só o tentou no final, mas não foi assim que ocorreu. Há dois textos que nos mostram isso:

“E logo o Espírito o impeliu para o deserto, onde permaneceu quarenta dias, sendo tentado por Satanás; estava com as feras, mas os anjos o serviam” (Mc 1.12, 13).

“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, ao deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo diabo. Nada comeu naqueles dias, ao fim dos quais teve fome” (Lc 4.1, 2).


Satanás é um ser oportunista. Ele é como um vírus oportunista que ataca quando a nossa imunidade está baixa. Se a nossa imunidade espiritual estiver baixa ele irá atacar com todas as forças, embora ele ataque todos os dias, mas se a nossa imunidade espiritual estiver baixa ele irá triunfar sobre nós. Temos como exemplo Davi que caiu em adultério. Era tempo de guerra e ele estava em casa. O resto você já conhece.


A TRÍPLICE TENTAÇÃO DE JESUS


Com base no texto de  Mt 4.1-11, vemos a tríplice tentação de Jesus.


PRIMEIRA TENTAÇÃO - A TENTAÇÃO DO DESERTO

A tentação do deserto é a conhecida tentação de transformar pedras em pães. Após jejuar quarenta dias e quarenta noites, diz a Bíblia que Jesus teve fome. Então o tentador se aproximando dele disse: “Se tu és o filho de Deus mande que estas pedras se transformem em pães.”

A primeira tentação foi de ordem física (Mt 4.2-4) 

Depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites na solidão do deserto, embora Marcos nos diga que Jesus estava com as feras – naquele deserto havia hienas, lobos, serpentes, chacais, panteras e leões.


A afirmação do diabo: "Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães" (4.3)

O diabo é um mestre das coisas aparentemente lógicas. Jesus estava faminto; ele tinha poder para transformar as pedras em pão. O diabo simplesmente sugeriu que ele tirasse vantagem de seu privilégio especial para prover sua necessidade imediata. 

As questões: Era verdade que Jesus necessitava de alimento para sobreviver. Mas a questão era como ele o obteria. Lembre-se de que foi Deus quem o conduziu a um deserto sem alimento. O diabo aconselhou Jesus a agir independentemente e encontrar seus próprios meios para suprir sua necessidade. Confiará ele em Deus ou se alimentará a seu próprio modo? Há  aqui, também, uma questão mais básica: Como Jesus usará suas aptidões? O grande poder que Jesus tinha seria usado como uma lâmpada de Aladim, para gratificar seus desejos pessoais? A tentação era ressaltar demais os privilégios de sua divindade e minimizar as responsabilidades de sua humanidade. E isto era crucial, porque o plano de Deus era que Jesus enfrentasse a tentação na área de sua humanidade, usando somente os recursos que todos nós temos a nossa disposição. 


A resposta de Jesus: "Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (4.4)
Em cada teste, Jesus se voltava para as Escrituras, usando um meio que nós também podemos empregar para superar a tentação. A passagem que ele citou foi a mais adequada naquela situação. No contexto, os israelitas tinham aprendido durante seus 40 anos no deserto que eles deveriam esperar e confiar no Senhor para conseguir alimento, e não tentar conceber seus próprios esquemas para se sustentarem.

Lições:

1. O diabo ataca as nossas fraquezas. Ele não se acanha em provar nossas áreas mais vulneráveis. Depois de jejuar 40 dias, Jesus estava faminto. Daí, a tentação de fazer alimento de uma maneira não autorizada. Satanás escolhe justamente aquela tentação à qual somos mais vulneráveis, no momento. De fato, as tentações são frequentemente ligadas a sofrimento ou desejos físicos.

2. A tentação parece razoável. O errado freqüentemente parece certo. Um homem "tem que comer”. Muitas pessoas sentem que necessidades pessoais as isentam da responsabilidade de obedecer às leis de Deus.

3. Precisamos confiar em Deus. Jesus precisava de alimento, sim. Porém, mais do que isso, precisava fazer a vontade do Pai. É sempre certo fazer o certo e sempre errado fazer o errado. Deus proverá o que ele achar melhor; meu dever é obedecer-lhe. É melhor morrer de fome do que desagradar ao Senhor.

SEGUNDA TENTAÇÃO - A TENTAÇÃO DO PINÁCULO 

A segunda tentação é de ordem espiritual e psicológica (Orgulho) (Mt 4.5-7).
Esta segunda tentação está ligada a primeira, pois Jesus disse que confiava plenamente no Pai, então Satanás habilmente usa a própria palavra de Deus contra Jesus para tentar induzi-lo a se jogar do pináculo do templo para que o Pai o amparasse. E para isso ele cita o Salmo 91.12. Satanás sugere a Jesus a provar a Sua fé em Deus, submetendo Sua promessa a um teste, isso não passava de um grande sofisma.

A Segunda proposta apresentada a Jesus foi no sentido de que Ele provasse sua divindade pulando do pináculo do templo. Olhando superficialmente, a proposta de satanás não passava de uma tremenda infantilidade. Sugerir aquele que veio do céu que pule do pináculo do templo não fazia nenhum sentido. Mesmo porque além de não ser algo pecaminoso, não haveria nenhuma dificuldade para Jesus fazê-lo.

A afirmação do diabo: "Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra" (4.5-6). Jesus tinha replicado à tentação anterior dizendo que confiava em cada palavra do Senhor. Aqui Satanás está dizendo: "Bem, se confia tanto em Deus, então experimenta-o. Verifica o sistema e vê se ele realmente cuidará de ti." E ele confirmou a tentação com um trecho das Escrituras.

As questões: A questão é: Jesus confiará sem experimentar? Desde que Deus prometeu preservá-lo do perigo, é certo criar um perigo, só para ver se Deus realmente fará como disse?

A resposta de Jesus: "Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus" (4.7). A confiança verdadeira aceita a palavra de Deus e não necessita testá-la.

O diabo cita a Escritura; ele põe como isca no seu anzol os versículos da Bíblia. Pessoas frequentemente aceitam qualquer ensinamento, se está acompanhado por um bocado de versículos. Mas cuidado! O mesmo diabo que pode disfarçar-se como um anjo celestial (2 Coríntios 11.13-15) pode, certamente, deturpar as Escrituras para seus próprios propósitos. O diabo fez três enganos:

1. Não tomou todas as Escrituras. Jesus replicou com: "Também está escrito". A verdade é a soma de tudo o que Deus diz; por isso precisamos estudar todos os ensinamentos das Escrituras a respeito de um determinado assunto para conhecer verdadeiramente a vontade de Deus. Segundo, ele tomou a passagem fora do contexto. O Salmo 91, no contexto, conforta o homem que confia e depende do Senhor; ao homem que sente necessidade de testar o Senhor nada é prometido aqui. Terceiro, Satanás usou uma passagem figurada literalmente. No contexto, o ponto não era uma proteção física, mas uma espiritual.

2. Satanás é versátil. Jesus venceu em uma área, então o diabo se mudou para outra. Temos que estar sempre em guarda (1 Pedro 5.8).

3. A confiança não experimenta, não continua pondo condições ao nosso serviço a Deus, e não continua exigindo mais prova. Em vista da abundante evidência que Deus apresentou, é perverso pedir a Deus para fazer algo mais para dar prova de si.


TERCEIRA TENTAÇÃO – A TENTAÇÃO DO PINÁCULO  


A Segunda proposta apresentada a Jesus foi no sentido de que Ele provasse sua divindade pulando do pináculo do templo. Olhando superficialmente, a proposta de satanás não passava de uma tremenda infantilidade. Sugerir aquele que veio do céu que pule do pináculo do templo não fazia nenhum sentido. Mesmo porque além de não ser algo pecaminoso, não haveria nenhuma dificuldade para Jesus fazê-lo.


A terceira tentação é de ordem religiosa – apostasia. (Mt 4.8-10) 

A terceira tentação foi a apostasia. A isca é o desejo de poder. Poder total sobre um mundo que jaz no maligno. Jesus é convidado a fazer um acordo com o maligno, para que Ele, Jesus, reinasse por meio de intrigas, de guerras, através do mal. Mas Jesus não veio para estabelecer um reino terreno como muitos pensam; mas estabelecer o Reino de Deus dentro do coração dos homens.

Satanás sabendo que Jesus estava focado no Reino de Deus, então lhe oferece um reino sem cruz, desde que Jesus o adorasse. Assim o Reino de Deus seria estabelecido sem trabalho ou lágrimas, nem risco de vida, sob a simples condição de que Jesus lhe prestasse reverência.

A afirmação do diabo: "Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou- lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares" (4.8-9). Que tentação! O diabo deslumbrava com a torturante possibilidade de reinar sobre todos os reinos do mundo.

As questões: 

1. A questão aqui não era tanto a de Jesus tornar-se um rei (Deus já lhe tinha prometido isso Salmo 2.7-9; Gênesis 49.10), mas de como e quando. O Senhor prometeu o reinado ao Filho depois de seu sofrimento (Hebreus 2.9). O diabo ofereceu um atalho: a coroa sem a cruz. Era um compromisso. Ele poderia governar todos os reinos do mundo e entregá-los ao Pai. Mas, no processo, o reino se tornaria impuro. Então as questões são: Como Jesus se tornaria rei? Você pode usar um meio errado e, no fim, conseguir fazer o bem?

A resposta de Jesus: "Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto" (4.10). Nada é bom se é errado, se viola as Escrituras.

Satanás paga o que for necessário. O diabo ofereceu tudo para "comprar" Jesus. Se houver um preço pelo qual você desobedecerá a Deus, pode esperar que o diabo virá pagá-lo. (Leia Mateus 16.26).

2. O diabo oferece atalhos. Ele oferece o mais fácil, o mais decisivo caminho ao poder e à vitória. Jesus recusou o atalho; Ele ganharia os reinos pelo modo que o Pai tinha determinado. Hoje Satanás tenta as igrejas a usar atalhos para ganhar poder e converter pessoas. O caminho de Deus é converter ensinando o evangelho (Romanos 1.16). Exatamente como ele tentou Jesus para corromper sua missão e ganhar poder através de meios carnais, assim ele tenta nestes dias.

3. O diabo oferece compromissos por bons propósitos. Ele testa a profundeza de nossa pureza. Ele nos tenta a usar erradamente as Escrituras para apoiar um bom ponto ou dizer uma mentira de modo a atingir um bom resultado. Nunca é certo fazer o que é errado.


CONCLUSÃO

Jesus, ao rejeitar as três propostas de satanás, estava rejeitando assumir o comando dos três poderes que governavam, governam e governarão o mundo até o dia de Sua volta. Pois de fato, o inimigo lhe ofereceu o domínio político (representado pelo monte), o domínio religioso (representado pelo pináculo do templo) e o domínio econômico (representado pela tentação do deserto). Jesus rejeitou cada uma delas, pois embora fossem boas não eram as melhores. Poderiam até resolver algum tipo de problema mas não resolveriam o problema do pecado.

Jesus nos deixa o exemplo de como devemos responder às tentações em nossas próprias vidas - com as Escrituras. As forças do mal vêm sobre nós com uma miríade de tentações, mas todas têm as mesmas três coisas em sua essência: a concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida (1 João 2.16). Só podemos reconhecer e combater essas tentações ao saturar os nossos corações e mentes com a verdade. A armadura de um soldado cristão na batalha espiritual inclui apenas uma arma ofensiva, a espada do Espírito, ou seja, a Palavra de Deus (Efésios 6.17). Conhecer a Bíblia intimamente vai colocar a espada em nossas mãos e nos capacitar a ter vitória sobre as tentações.
 
                                                     ---------///---------

Prof. Pr. Adaylton de Almeida Conceição – (Th.B.Th.M.Th.D.)
Facebook: Adayl Manancial

BIBLIOGRAFIA
Adaylton de Almeida Conceição – Cristología – Ed. Manancial.
Adaylton de Almeida Conceição – O Mistério de Cristo
Gary Fisher - Como Jesus Venceu a Tentação
Anastasios Kioulachoglou  - As tentações de Jesus
Tia Célia – Enfrentando a Tentação