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domingo, 2 de abril de 2017

DEVOCINAL - 3 de Abril de 2017

Provei-te na fornalha da aflição. (Is 48.10)

Atentemos para a palavrinha "na". Devemos honrar o Senhor na aflição — naquilo que de fato é uma aflição. Embora tenha havido casos em que Deus não permitiu que Seus servos sentissem as chamas, contudo, regra geral, o fogo traz dor. Mas aí mesmo é que devemos glorificá-lo, pela nossa perfeita fé na Sua bondade e amor, que permitiram a vinda de todas essas coisas sobre nós.
E mais do que isto, devemos crer que dessa situação virá alguma coisa mais para o Seu louvor, do que viria sem essa dura prova.
Algumas provas só podemos atravessar com uma grande fé; uma fé pequena não aguentaria. Precisamos conhecer a vitória na aflição. — Margaret Bottome
 
A fidelidade do crente é comprovada no tempo da aflição. Os moços que foram lançados na fornalha ardente saíram como entraram — exceto quanto aos cordões que os amarravam.
Quantas vezes, na fornalha da aflição, Deus nos arranca os cordões! O corpo daqueles moços ficou ileso — sua pele nem se chamuscou. Nem tampouco seus cabelos ou suas roupas, e nem cheiro de fogo passou sobre eles. E assim é que os crentes devem sair da fornalha da aflição: libertos dos cordões que os amarram e não tocados pelas chamas.

Triunfando deles na cruz. (Cl 2.15)

Esse é o verdadeiro triunfo — triunfar sobre a doença, na doença; triunfar sobre a morte, morrendo; triunfar sobre as circunstâncias adversas, estando nelas. Sim, creia-me, irmão, há um poder capaz de fazer-nos vitoriosos na luta. Há uma alta posição a ser conquistada, de onde poderemos contemplar as regiões de onde viemos e cantar o nosso cântico de triunfo, e isso, ainda nesta vida. Sendo pobres, podemos levar muitos a nos considerarem ricos, e em nossa pobreza podemos enriquecer a muitos. O nosso triunfo é na circunstância. O triunfo de Cristo foi na Sua humilhação. Possivelmente o nosso triunfo também será manifestado naquilo que aos outros parece humilhação. — Margaret Bottome
 
Há algo de cativante na figura de um crente cheio de tribulações, e tendo contudo o coração firme e cristalino. Não é verdade que há algo de valor contagiante na visão de alguém grandemente tentado, mas mais do que vencedor? Não é um tônico para o coração, vermos um peregrino, quebrado no corpo, mas conservando o esplendor de uma paciência não quebrada? Que testemunho do poder da graça! —J. H. Jowett