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domingo, 23 de julho de 2017

Devocional - 24 de julho de 2017


Então creram nas suas palavras, e lhe cantaram louvor. Cedo, porém, se esqueceram das suas obras, e não lhe aguardaram os desígnios; entregaram-se à cobiça no deserto, e tentaram a Deus na solidão. Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma. (Sl 106.12-15)

Lemos a respeito de Moisés que ele "permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível". Exatamente o oposto, aconteceu com os filhos de Israel no texto acima. Eles só ficaram firmes enquanto as circunstâncias eram favoráveis. Eram governados, em grande medida, pelas coisas que apelavam aos sentidos, em vez de descansar no Deus invisível e eterno.

Hoje em dia, há os que têm uma vida cristã intermitente, isto porque estão ocupados com o que é exterior e centralizam-se nas circunstâncias, em vez de em Deus. Deus quer que nós O vejamos em todas as coisas, e que não consideremos insignificante nada que nos traga uma mensagem Sua.

Aqui lemos que os filhos de Israel "então creram nas suas palavras". Eles não creram enquanto não viram alguma coisa — depois que O viram operar, então creram. Realmente duvidaram de Deus quando chegaram ao mar Vermelho; mas quando Deus abriu o caminho e os fez passar, e viram a Faraó e seu exército perecerem afogados, "então creram".

Eles levaram uma vida de altos e baixos por causa desse tipo de fé; era uma fé que dependia das circunstâncias. Este não é o tipo de fé que Deus quer que tenhamos.

O mundo diz: "Ver para crer", mas Deus quer que creiamos para ver. O salmista disse: "Oh! se eu não houvera crido que veria a bondade de Jeová na terra dos viventes!"

Você crê em Deus só quando as circunstâncias são favoráveis, ou crê a despeito das circunstâncias? — C. H. P.

Fé é crer no que não vemos, e a recompensa desta fé é vermos aquilo em que cremos. — Sto. Agostinho